Posts com a tag "Inversores de Frequência"

Tipos de freio para motores trifásicos

02/06/2022 - Automação
No dia a dia de quem trabalha com motores elétricos já houve situações onde surgiu a necessidade ou então a possibilidade de utilizar algum tipo de freio para motores trifásicos. Nesse post, além de falar sobre alguns tipos de freios, serão abordadas algumas possibilidades de utilizá-los com os inversores Ageon. Funcionamento de um motor trifásico; Frenagem; Freio mecânico; Frenagem reostática; Frenagem CC; Motofreio. Tipos de freios disponíveis nos inversores de frequência Ageon. Funcionamento de um motor trifásico Antes de entender como funciona e quais tipos de frenagem, devemos entender o funcionamento de um motor trifásico. O motor trifásico possui 3 pontas de conexão, pólos eletromagnéticos e um rotor. A energia elétrica entra nos terminais e alimentam os pólos magnéticos em pares de forma alternada, que criam campos magnéticos que interagem com o rotor fazendo que o mesmo gire em seu próprio eixo. Frenagem A frenagem em motores trifásicos são utilizados para realizar o travamento ou diminuição de velocidade dos mesmos, para essas funções possuem algumas formas diferentes para isso, entre elas temos o freio mecânico, frenagem reostática, frenagem CC e motofreio. Cada um tem características e vantagens diferentes. Freio mecânico O tipo de freio mecânico é o mais simples, e consiste no travamento do eixo do motor através de uma fonte externa, para esse propósito, possuem muitas formas de serem feitas, mas precisamos lembrar que o freio mecânico deve ser acionado com o inversor de frequência já desligado, com o intuito de travar o eixo do motor. Ao acionar o freio mecânico durante a operação do inversor, pode causar a queima do aparelho e do motor. Frenagem reostática É um dispositivo elétrico passivo que pode ser utilizado em conjunto com o inversor de frequência para reduzir a velocidade do motor sem prejuízo aos equipamentos. Dessa forma, sua aplicação consiste em quando uma rampa de desaceleração é muito curta, nessa situação o motor acaba gerando energia e é enviada para o inversor pela saídas do IGBT, para evitar problemas com sobrecorrente no inversor é utilizado um resistor nos bornes indicados para essa função, que assim irá transformar a energia gerada em calor. Frenagem CC Na possibilidade de frenagem CC, é uma função que realiza o travamento do eixo com a energização de uma fase do motor fazendo que as bobinas fiquem criando um campo magnético que trava o eixo impossibilitando de girar livremente. Motofreio Essa opção de frenagem é muito utilizada em aplicações que necessitam de segurança na operação, como elevadores de carga, guilhotinas, equipamentos de usinagem, transportadores, guindastes, entre outras. Para isso é utilizado junto ao motor um eletroímã ligado em corrente contínua que quando acionado, trava o eixo do motor. Tipos de freios disponíveis nos inversores de frequência Ageon Os inversores de frequência da Ageon possuem algumas funções compatíveis com alguns tipos de freios, na linha de produtos YF Standard é possível utilizar a frenagem reostática. Para saber mais sobre esse tipo de frenagem temos o artigo: "Por que utilizar Resistor de Frenagem com um Inversor de Frequência?". Nos inversores AG Drive Pro, possuímos a possibilidade de utilizar a frenagem CC e o motofreio. A frenagem CC possui parâmetros próprios para essa função, alimentando diretamente uma fase do motor com corrente contínua fazendo que o eixo se mantenha travado. A outra opção de freio com o auxílio da saída a relé é o motofreio, que pode ser configurada para acionar quando o inversor está no fim da função de desacelerar e acionar o eletroímã acoplado ao motor. YF StandardAG Drive Pro Ficou com dúvida? Entre em contato com nosso suporte técnico para esclarecer suas dúvidas com através dos nossos canais de comunicação: (48) 3028-8878 (48) 99996-0430 Ou entre em contato por WhatsApp Deixe seu comentário e compartilhe. Fique à vontade para nos contatar em nossos demais canais digitais:

Atuação de inversor de frequência: esteiras ergométricas para fisioterapia

24/05/2022 - Fitness
O que vem em sua cabeça quando falamos de esteiras ergométricas? A maioria das O que vem em sua cabeça quando falamos de esteiras ergométricas? A maioria das pessoas nessa situação já pensam em salas de academias com esteiras a disposição para que os usuários possam utilizar. Mas além desse uso, as esteiras ergométricas possuem funções em procedimentos na fisioterapia. Esteiras ergométricas para fisioterapia;Diferenciais;Inversor de frequência. Esteiras ergométricas para fisioterapia Muito conhecidas por estar em salas de academias por todo o mundo, podemos encontrar as esteiras ergométricas em muitas aplicações na área da fisioterapia. Tratando de adultos e crianças, a fisioterapia com esteiras ajudam a melhorar muitos aspectos, com problemas motores e no processo de reaprendizado e treinamento da habilidade locomotora. As esteiras são fundamentais no processo de marcha, sendo uma forma do paciente treinar a marcha e ganhar confiança para evoluir e criar um padrão de marcha adequado. Que compreende o movimento de mover os membros inferiores e manter a postura e o corpo em uma posição estável. Esse processo possui dois movimentos diferentes, uma das pernas sustenta o corpo ao decorrer do apoio, enquanto, a outra para dar continuidade ao movimento é impulsionada para frente. Além da melhora com a marcha de pacientes com deficiências locomotoras ou em reabilitação, em alguns estudos mostram como as esteiras ergométricas aliadas à fisioterapia podem aumentar o condicionamento físico e é notado uma melhora na respiração, durante o uso fisioterápico das esteiras. Para utilizar com essa finalidade, as esteiras precisam ter algumas características diferentes das esteiras que estamos acostumados, principalmente nas utilizadas durante procedimentos com crianças. Diferenciais Essas esteiras possuem algumas características que as diferenciam das demais, como Essas esteiras possuem algumas características que as diferenciam das demais, como barras laterais que são utilizadas para apoio durante a execução do exercício e, em muitos casos, possui um guindaste de pequeno porte com um colete para auxiliar o paciente, e então ajudar no aprendizado ou reabilitação. Outro fator é a facilidade de montar, desmontar e ajustar as posições para diferentes tipos de pacientes. As velocidades começam próximas a 0,1 Km/h e aumentando a velocidade lentamente, com essas alterações curtas de velocidade para esta aplicação é necessário o uso de um inversor de frequência. Pois com velocidade baixas os motores de corrente contínua perdem torque de tal forma que não são capazes de mover a lona durante a utilização. Inversor de frequência Os inversores de frequência são utilizados para variar a velocidade de motores de indução trifásicos. Nesse ramo, os inversores são utilizados para controlar a velocidade de esteiras ergométricas. O painel da esteira envia um sinal ao inversor que, por sua vez, aciona o motor e eleva ou reduz sua velocidade. Projetado para o uso em esteiras ergométricas, o inversor IEX70 Pro possui design compacto e robusto, que facilita a instalação mesmo em esteiras de menor porte, possui alimentação bivolt, e para realizar a comunicação com o auxílio de painéis de esteira disponíveis no mercado. Com essa publicação, podemos conhecer mais sobre a função das esteiras ergométricas na fisioterapia, e como sua ação é importante para muitas pessoas que têm problemas de locomoção. Os inversores nesse tipo de aplicação são parte importante em sua operação. Venha conferir mais sobre os inversores IEX70 Pro. Caso já conheça o inversor, indicamos nosso outro post sobre como instalar o inversor de frequência IEX70 Pro. Deixe seu comentário e compartilhe. Fique à vontade para nos contatar em nossos demais canais digitais:

Do campo à mesa: uso de produtos Ageon na criação de gado

17/05/2022 - Aquecimento, Automação, Climatizadores, Refrigeração
O Brasil é considerado o maior produtor de carne bovina do mundo, e consequentemente, é o país que possui o maior rebanho bovino do planeta. Em 2020, a criação chegou a 217 milhões de cabeças de gado. Com isso, os processos de abate precisaram de aprimoramento e automatizações para suprir a grande demanda por produtos derivados do gado, que atende setores além do alimentício, como também o setor farmacêutico, de moda e de cosméticos.  Esse aperfeiçoamento de processos é exigido pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), e engloba os procedimentos de transporte do gado até a expedição do produto final.  Além da carne: setores que utilizam outros derivados do boi;O processo de produção da carne bovina;Criação extensiva;Criação semi-intensiva;Criação intensiva. Além da carne: setores que utilizam outros derivados do boi Vários segmentos beneficiam-se de derivados do boi para fabricação de produtos que vão muito além da carne. No setor alimentício podemos salientar o leite como principal, gerando inúmeros produtos secundários como queijos, manteigas e iogurtes, a gelatina e o chiclete, e também a ração animal. No setor farmacêutico e de beleza, podemos destacar a fabricação de medicamentos, filmes para raio X, substâncias para perfumaria, cremes e loções. No setor de moda, o couro é utilizado para confecção de roupas, calçados, bolsas, malas, cintos e outros acessórios. Além desses, outras indústrias também aproveitam derivados do boi para os setores de limpeza e esportivo, entre outros.  O processo de produção da carne bovina O processo inicia na criação do gado que pode ser três formas: extensiva, semi-intensiva ou intensiva.  Criação extensiva A forma extensiva se refere a criação tradicional, com grandes áreas de pastagens e livre circulação do gado.  Criação semi-intensiva A forma semi-intensiva leva em conta o equilíbrio entre o confinamento e o pasto, oscilando na forma de alimentação, visto que ao longo do ano utilizam suplementos juntamente com a alimentação.  Criação intensiva A forma intensiva costuma ser a mais rápida por conta do maior controle sobre os animais que ficam confinados nos chamados “cochos”, onde recebem alimentação com uma dieta balanceada e bem definida. Os animais ficam em um espaço reduzido, não tendo acesso livre ao pasto, sendo indicado controlar a temperatura com sistema de ventilação para manter o ambiente agradável aos animais.Neste sistema de climatização, é recomendado a utilização de inversores de frequência para auxiliar moderar a ventilação, aumentando ou diminuindo a intensidade do ar e, consequentemente, da temperatura. Você pode encontrar o inversor de frequência aqui. Após o período de engorda, os animais são transportados para o local de abate, onde os animais recebem água e permanecem por um certo tempo com o objetivo de não gerar estresse e garantir o bem-estar. Antes do abate é feito o banho de aspersão, que tem por objetivo reduzir a poeira e a sujeira na sala de abate. A insensibilização é feita logo em seguida para assegurar que o animal fique inconsciente e seja abatido sem causar dor e sofrimento.  Em seguida, o animal é pendurado e a sangria é feita. Posteriormente, é realizada a esfola, que consiste na retirada do couro e desarticulação da cabeça. Logo após essa etapa, é executada a evisceração com o máximo de cuidado para a peça não ser contaminada. A seguir os cortes são feitos e as peças vão para a refrigeração.  Na etapa de refrigeração as peças permanecem de 24 a 36 horas em ambiente com temperatura que varia entre 0ºC e 4ºC. Utilizando câmaras de refrigeração com controles de temperatura adequados para garantir a qualidade da carne e a continuação das próximas etapas.  O processo segue para o corte e desossa, que são feitos já com as peças resfriadas que seguem para a etapa de embalagem em esteiras articuladas que são controladas por inversores de frequência para facilitar a separação da carne, visto que o equipamento proporciona agilidade no processo de limpeza. E este processo de limpeza possui normas de higienização, a temperatura da água precisa estar entre 85ºC e 90ºC.  Após a separação, as peças vão para o estoque em câmaras frigoríficas, que mantém a carne resfriada até a hora da expedição.  Por último, é feita a expedição e transporte da carne, que é estocada em refrigeradores dos açougues e lojas de carnes, assim como nas residências dos consumidores finais. Nesses refrigeradores é possível implementar controladores de temperatura com modo econômico, fazendo com que o processo seja mais sustentável.  Durante todo o processo de produção de carne bovina os produtos Ageon estão presentes, desde a criação do gado em confinamentos, participando e proporcionando bem-estar animal com sistemas de climatização até o armazenamento da carne em refrigeradores nas casas dos consumidores finais.  Conheça os produtos utilizados nesse processo em nosso site.

Comandos externos no AG Drive Mini, como utilizar e parametrizar?

20/04/2022 - Automação
O uso de comandos externos é algo muito comum em inversores de frequência, mas você sabe quais, e como utilizar essa função nos inversores de frequência AG Drive Mini? Para utilizar temos que entender onde conectar e quais parâmetros devem ser alterados na configuração do inversor. Nesse artigo iremos abordar alguns pontos em específicos, sendo: Comandos da Linha AG Drive;Identificando as entradas de comando;Potenciômetro;Multispeed;Potenciômetro, liga/desliga e sentido de giro;Avanço e retorno. Comandos da Linha AG Drive Os comandos dos inversores AG Drive são selecionados a partir da IHM (interface homem máquina), tendo os botões de liga, desliga, SET, + e -. Todas as funções são comandadas por esses botões, mas pode ser utilizado outras funções para controlar o inversor. Além disso, temos também as entradas digitais do inversor que podem ser configuradas para obedecer fontes externas a partir dos bornes de controle do próprio inversor. Identificando as entradas de comando Para que possamos entender como realizar as conexões dos comandos devemos localizar cada borne e suas funções, os bornes ficam localizados na parte inferior do produto. Fonte de alimentação de 10 volts;Entrada analógica de tensão ou corrente;GND;DI1 (Entrada digital 1);DI2 (Entrada digital 2);DI3 (Entrada digital 3). Potenciômetro Para a utilização do potenciômetro é necessário ligá-lo nos bornes 1, 2 e 3. E então alterar os parâmetros: P301 em 0 = Referência pela entrada analógica. Multispeed Já na função multispeed, possibilita a utilização de duas botoeiras para controlar 4 velocidades diferentes predefinidos nos parâmetros P201 e até P204, para esse modo além desses parâmetros é necessário alterar: P301 em 3 = Referência pela multispeed. DI2DI3Velocidade00Velocidade 1 - definido em P20101Velocidade 2 - definido em P20210Velocidade 3 - definido em P203 11Velocidade 4 - definido em P204 Potenciômetro, liga/desliga e sentido de giro Esse modo de funcionamento pode ser utilizado um potenciômetro para o controle de velocidade, uma chave para ligar e desligar o motor e uma outra chave para inverter o sentido de giro do motor, desse modo, é preciso alterar os parâmetros: P301 em 0 = Referência pela entrada analógica;P302 = 1= Comando pelas entradas digitais: DI 1 = Aciona/ Desaciona;DI 2 = Sentido de giro. Avanço e retorno Com a função avanço e retorno utilizam duas botoeiras onde um aciona o motor em um sentido, enquanto a outra quando pressionada o motor é acionado para o outro sentido. P302 em 2 = Comando pelas entradas digitais: DI 1 = Avanço DI 2 = Retorno Com base nas informações acima podemos entender como utilizar os comandos externos dos inversores AG Drive Mini, ao instalar os comandos externos é necessário alterar alguns parâmetros. Outra opção para utilizar os inversores é com a Interface AG, esse produto é uma IHM remota, então possibilita o acionamento e parametrização. Venha conferir as possibilidades de uso com a Interface AG. Ficou com dúvida? Entre em contato com nosso suporte técnico para esclarecer suas dúvidas com através dos nossos canais de comunicação: (48) 3028-8878 (48) 99996-0430 Ou entre em contato por WhatsApp Deixe seu comentário e compartilhe. Fique à vontade para nos contatar em nossos demais canais digitais:

Interface AG – A IHM remota da Linha AG Drive

23/03/2022 - Automação
Facilidade e segurança é algo indispensável no cotidiano, já imaginou como seria bom uma IHM que possibilitasse realizar alteração nos inversores sem a necessidade de ter contato com o inversor e os contatos de comando dentro do painel?Sabendo disso, criamos a Interface AG para os inversores de frequência AG Drive, pensando nestes dois aspectos principais, essa IHM foi criada para promover a tranquilidade na alteração de parâmetros ou da velocidade. O que é a interface AG? Compatível com os inversores da Linha AG Drive, este produto é uma IHM remota que possibilita a utilização e a alteração das funções do inversor à distância. O uso se destaca em casos onde o inversor está dentro de painéis de comando, que não possibilitem o acesso fácil ao equipamento. Vantagens de utilizar Como todos acessórios de nossos produtos a Interface AG possui vantagens que auxiliam no uso dos inversores: Compatibilidade com toda a Linha AG Drive;Controle do equipamento através do mesmo;Opções com e sem encoder (botão rotativo e pulsante);Facilita a alteração de parâmetros e de velocidades;Conexão através RJ-45 (AG Drive Pro) e com USB (AG Drive Mini). Como utilizar Para utilizar esse produto é indicado realizar um recorte no painel ou no local onde irá ficar fixado, esse espaço precisa ter 56mm de largura e 61mm de altura. Com a utilização do cabo ethernet Cat5e/6 é indicado usar padrão T-568A, com a sequência de fios, como na imagem abaixo. Enquanto isso, utilizando o inversor AG Drive Mini o cabo utilizado é o USB/Mini USB, como na ilustração abaixo. Atenção:Nunca utilizar as conexões USB e RJ45 simultaneamente, risco de danopermanente ao produto. Como configurar a Interface AG para o uso Para que a IHM remota possa ficar totalmente no controle do equipamento, será preciso alterar apenas três parâmetros, esses são responsáveis por dar a interface AG acesso ao comando de alteração de parâmetros e a velocidade de referência da saída do inversor. ParâmetroValorDescriçãoP301*4Seleciona a referência de frequência para comunicaçãoModbusP302*3Seleciona o comando do inversor para comunicação ModbusP701iHrEEndereço Modbus especial para a Interface AG * Os parâmetros podem ser alterados depois que o P701 for definido. O novo integrante da nossa família de inversores de frequência AG Drive é um produto importante para quem preza por facilidade e segurança, aliado aos inversores, traz esses aspectos para as aplicações em painéis e em máquinas onde dificultam o acesso ao inversor. Ficou interessado com esse produto? Entre em contato ou conheça os inversores AG Drive clicando aqui abaixo. Fale conosco Linha AG Drive

Como evitar problemas com interferência eletromagnética em inversores

10/03/2022 - Automação
Todos nós já passamos por situações onde as interferências eletromagnéticas, que comumente são chamadas de ruídos, ocasionaram alguma falha de funcionamento, podendo ser aparelho eletroeletrônico, desde um liquidificador ligado na mesma rede que uma televisão que desencadeou interferência na imagem. Nesta postagem iremos falar como evitar problemas com interferência eletromagnética e quais aparelhos induzem essa situação.Isso ocorre, pois, os aparelhos que possuem carga indutiva, causam anomalias no campo eletromagnético ao redor de si, e esse campo gera corrente elétrica nos elementos da proximidade. Entre esses aparelhos, podemos citar: motores, bombas, contatores, compressores, relés e também inversores de frequência. O que é EMI? A sigla EMI se refere às interferências eletromagnéticas. Para poder evitar este tipo de problema, devemos entender quais são suas características. A seguir, iremos apresentar boas práticas na instalação da Linha de inversores AG Drive, da Ageon. Caso você queira entender melhor sobre o assunto, recomendamos nossa matéria “A importância e os cuidados relacionados à Compatibilidade Eletromagnética“. Como ocorre: Em um condutor que está conduzindo corrente elétrica, ao seu redor é criado um campo magnético, do mesmo modo, quando esse campo é alterado, induz uma corrente elétrica nos elementos ao redor. Essa situação pode ocorrer durante a utilização de um produto que tenha uma carga indutiva alta, por exemplo, os motores. Formas de propagação: Dependendo de fatores de construção dos aparelhos ou sistemas, a propagação dessa interferência pode ser de duas formas, sendo: Ruído induzido – Associado a componentes interligados por cabos, assim, necessitando ter contato físico entre um e outro;Ruído irradiado – Relacionado com a transmissão da interferência pelo ambiente através do campo eletromagnético. A corrente elétrica que passa pelo aparelho forma este campo. De forma resumida, é o ruído propagado “pelo ar”. Como evitar EMI no AG Drive? Para que os efeitos de interferência não ocorram (ou sejam amenizados), o inversor AG Drive possui algumas indicações de boas práticas de instalação, para evitar que interfiram no funcionamento do mesmo e de sistemas próximos. Para a fiação, recomenda-se a utilização de cabo blindado com seção entre 1 mm² e 4 mm², dependendo do valor de corrente máxima de saída do inversor, com malha de cobre onde deve-se aterrar somente uma das pontas da blindagem; Contatores, bobinas, solenóides e outras cargas indutivas podem gerar interferências no inversor ou nos sinais de controle. Com isso, é recomendado conectar diretamente na alimentação de corrente alternada destas carga o supressor de ruídos. No entanto, quando a carga for em corrente contínua, pode fazer o uso de diodos de roda-livre, quando utilizados na saída a relé do inversor;Para comunicação e comando, recomenda-se o uso de cabos adequados e blindados com malha de cobre;Cabos de potência não devem passar juntos com cabos de comando na eletrocalha ou tubulação. Entretanto, quando o cabo de comando tiver isolamento adequado não se faz necessário a separá-los;Logo que, os cabos de comando não possuem a isolação adequada, coloque-os em eletrocalhas separadas e com no mínimo 500 mm de distância; Assim que for necessário, cruzar os cabos de comando com os cabos de potência, cruzar perpendicularmente (90º graus);Quando os cabos de potência da alimentação do inversor ou de outro equipamento forem instalados em paralelo ao do cabo do motor, garanta uma distância de 300 mm entre os mesmos; Como realizar a instalação corretamente? Os problemas com interferências podem ser evitados com a lista de boas práticas acima, no manual do produto, você vai poder encontrar a melhor instalação para prevenir ou amenizar EMI. Na maioria das aplicações o sistema não vai sofrer com a interferência eletromagnética, mas se tiver transtornos, você poderá seguir as técnicas corretas e sua instalação vai estar protegida. Comente aqui abaixo como foi a experiência de aprender um pouco mais e de como evitar problemas com interferência eletromagnética. Ficou com alguma dúvida? Você pode entrar em contato com nosso suporte técnico para esclarecer suas dúvidas com sua aplicação através dos nossos canais de comunicação: (48) 3028-8878 (48) 99996-0430 Ou entre em contato por WhatsApp.

Modbus nos inversores de frequência da Ageon

23/02/2022 - Automação
Modbus é um protocolo de comunicação, onde podemos ver uma predominância no uso para automação de processos e de sistemas. Podemos usar em residências ou indústrias. Mesmo sendo gratuito, este protocolo comunica com vários produtos diferentes em uma determinada função programada. Possibilita a utilização de inversores de frequência com outros equipamentos. Para conseguir entender esta ferramenta criamos esse artigo explicativo. Você verá sobre: O que é Modbus;Como é a conexão;Modbus nos inversores Ageon. Conhecendo o Modbus: O princípio dessa comunicação é ter um mestre onde as informações são enviadas e um escravo que recebe a informação, executa e manda uma resposta de confirmação. O envio das mensagens é feito em pacotes de dados, para isso as informações são comprimidas e seguem um padrão de escrita. Como é feita a conexão? O protocolo precisa de um meio físico. Para isso é usamos padrões de transmissão de dados, sendo eles: RS-232: é caracterizado por utilizar a conexão ponta-a-ponta onde possibilita a conexão de somente 2 dispositivos (um mestre e um escravo). A transmissão de dados tem velocidade baixa.RS-485: tem a vantagem de se comunicar com 32 outros dispositivos, e possuir uma velocidade de transferência maior.Ethernet: com a velocidade de transmissão maior, mas possui a desvantagem de ser limitado em tamanho. Modbus nos inversores de frequência AG Drive Pro e AG Drive Mini Os inversores da Linha AG Drive já tem em sua construção o Modbus RTU integrado. Eles usam como meio físico de comunicação o RS-485 e modo half-duplex, onde o envio e o recebimento das mensagens é feito pelo mesmo barramento. Ou seja, na comunicação o fluxo de dados não é simultâneo. O meio físico utilizado no inversor AG Drive Pro é o cabo TIA/EIA-568-B.1-2001 Category 6 (CAT6) ou Category 5/5e (CAT5) em retrocompatibilidade. A conexão no inversor utiliza conector RJ-45. Recomendamos o uso da ligação daisy chain. No AG Drive Pro, indicamos a utilização do adaptador em "Y" para RJ45, na utilização de vários inversores comandados com um mestre. Exemplo de ligação daisy chain no AG Drive Pro Nos inversores AG Drive Mini, a camada física utilizada é o padrão EIA/TIA-485 ou RS-485. No AG Drive, o meio físico deve ser selecionado pelo usuário de acordo com o padrão RS-485. Porém, é necessário o adaptador de serial para RS-485. No entanto, no AG Drive Mini a utilização do adaptador serial para RS-485, e não necessita a utilização de adaptadores em "Y". Exemplo de ligação daisy chain no AG Drive Mini Você já conhecia essa função dos inversores de frequência da Linha AG Drive? Entre em contato conosco e tire todo o proveito do seu equipamento.

Erros da linha IRX Pro e resolução dos problemas

09/02/2022 - Climatizadores
Os climatizadores evaporativos que utilizam a linha de produtos IRX Pro conta com proteções, reportadas em forma de erros. Assim, tornam-se importantes para aumentar a vida útil do produto e do climatizador. Com isso, criamos esse guia de erros e possíveis soluções. E02; E03/Sub; E04; E05; E06; E07/E08. E02 - Sobretensão O erro E02 é apresentado quando a tensão no barramento é aumentada de forma desproporcional. A tensão do barramento (entrada de alimentação) é visualizada no parâmetro P02. Logo que o inversor percebe o aumento desse valor é ativada a proteção de sobretensão. Possíveis soluções: Verifique a tensão de entrada do inversor e certifique-se que a rede elétrica é adequada;A tensão da rede deve estar entre 200 Vac e 240 Vac para funcionamento eficiente do inversor;Aumente o tempo da rampa de desaceleração. E03/Sub - Subtensão Os dois são de tensão baixa no circuito, mas o erro E03 é de subtensão no circuito intermediário (barramento de CC). Enquanto o erro de Sub é de subtensão na alimentação do inversor, podendo ter as mesmas soluções para ambos. Possíveis soluções: Verificar a tensão de entrada do inversor e certifique-se que a rede elétrica é adequada;A tensão da rede deve estar entre 200 Vac e 240 Vac para funcionamento eficiente do inversor; E04 - Erro de temperatura O Erro de temperatura ocorre quando a temperatura dos IGBT´s do inversor. Então, quando a temperatura for maior que 100°C, irá mostrar o erro “E04” . Para resolver o problema, podem ser tomadas algumas ações. E para ajudar, temos um outro post no blog falando sobre a melhor posição do inversor de frequência no climatizador. Possíveis soluções: Realizar limpeza do dissipador;Verificar se o inversor está fixado em uma posição onde tem contato com a ventilação, como na imagem abaixo: E05 - Sobrecarga Ocorre quando a corrente de saída (visualizado no parâmetro P03) ultrapassa o máximo programado em P051. O tempo de atuação da proteção de sobrecarga, então mostrando o erro E05 no visor e desligando o motor. Possíveis soluções: Garanta que a potência do motor está de acordo com as especificações do inversor; Verificar o valor de P051 é adequado para a aplicação;Certifique-se que o eixo do motor não está bloqueado/travado;Garanta que a carga se adequa para à potência do motor;Para saber o valor que deve colocar em P51, utilize o valor da corrente nominal do motor (A) e o fator de serviço (FS), então multiplique um pelo outro. No caso aqui abaixo, 2 (A) x 1,15 (FS) = 2,3 (P51). Nessa situação o valor do parâmetro P51 para esse motor seria de 2,3. E06 - Sobrecorrente O erro E06 ocorre quando o inversor entende que o consumo de corrente aumenta de maneira drástica, em seguida interpreta como um curto no circuito de saída do motor. Possíveis soluções: Certifique-se que não há nenhum curto-circuito entre as fases do motor;Certifique-se que o eixo do motor não está bloqueado/travado;Aumente o tempo de rampa de aceleração do inversor;Garanta que a potência do motor está de acordo com as especificações do inversor;Garanta que a carga se adequa à potência do motor. E07/E08 - Erro de comunicação Já o erro de comunicação ocorre quando o inversor perde comunicação com a IHM. Nas versões mais antigas do modelo IRX, o erro apresentado será o E07. Enquanto nas versões mais recentes, o erro mostrado será o E08. A falha na comunicação pode acontecer por fatores como: cabo de rede próximos a cabo de potência da alimentação ou do motor, cabo de rede danificado ou solto. Possíveis soluções: Garanta a qualidade e a integridade dos cabos utilizados;Certifique-se que os cabos de comunicação estão devidamente distantes de fontes de ruído;Garanta que os cabos de comunicação não passem juntos com cabos de potência. E esses são os erros que apresentam na linha IRX Pro. Se os problemas persistirem mesmo depois de realizar os passos para a solução dos erros, recomendamos entrar em contato com o nosso time de suporte técnico.

Como configurar o inversor de frequência AG Drive Pro da Ageon

26/01/2022 - Automação
Está com dificuldades de configurar o inversor de frequência da linha AG Drive? Essa linha de inversores pode ser utilizada em diversas máquinas, como esteiras transportadoras, bobinadeiras, rotuladoras, entre outras. Além de versáteis, aliam alto desempenho, facilidade de uso e design diferenciado em um único produto. Contam com comunicação Modbus RTU integrado no produto e uma configuração facilitada. Porém, precisamos antes de utilizar o aparelho, configurar os parâmetros, para isso montamos esse guia facilitando a parametrização.Você irá ver nesse post sobre: Primeiros passos para configurar o inversor de frequência;Parâmetros mais utilizados;Rampas de aceleração e desaceleração;Limites de frequências;Corrente de sobrecarga;Seleção de frequência e controle;Vídeo de configuração do inversor; Primeiros passos para configurar o inversor de frequência: Para configurar os parâmetros inversor precisa estar com o motor parado e o visor mostrando rdy;Para entrar na tabela de parâmetros pressione e segure a tecla set até aparecer o parâmetro P001;Navegue pelos parâmetros utilizando as teclas "+" e "-";Em seguida navegue entre os parâmetros então altere o que for necessário;Ao encontrar o parâmetro pressione a tecla set;Pressione "+" e "-" para alterar os valores;Pressione a tecla set novamente para sair do parâmetro. Parâmetros mais utilizados: Alguns parâmetros são os mais utilizados para configuração do inversor de frequência para o primeiro uso em aplicações mais simples. Bem como os parâmetros de: P011 - Rampa de aceleração: Define o tempo, em segundos, de aceleração do motor até a frequência nominal, definida no parâmetro P602. Esta rampa também sempre será aplicada quando houver um aumento na referência de frequência. Os tempos de aceleração entre mudanças de referência serão sempre proporcionais ao tempo definido em P011. Exemplo: se a frequência nominal é 60 Hz (P602 = 60) e a rampa de aceleração é de 10 s (P011 = 10) e deseja-se acelerar de 0 Hz a 30 Hz, o tempo total de aceleração será 5s. P012 - Rampa de desaceleração: Define o tempo, em segundos, de desaceleração do motor até 0 Hz. Esta rampa também sempre será aplicada quando houver uma diminuição na referência de frequência. A desaceleração possui perfil linear. Segue a mesma lógica do parâmetro P011. P023 - Frequência mínima do motor: Limita o valor mínimo em frequência do motor, se em uma aplicação o valor mínimo for de 20 Hz o parâmetro P023 será igual a 20. P024 - Frequência máxima do motor: Limita o valor máximo em frequência do motor, se em uma aplicação o valor máximo for de 65 Hz o parâmetro P023 será igual a 65. P051 - Corrente de sobrecarga: Define a corrente de sobrecarga do motor, levando em consideração a corrente nominal e fator de serviço indicado pelo fabricante do motor.  Para saber o valor que deve colocar em P051, utilize o valor da corrente nominal do motor (A) e o fator de serviço (FS) e multiplicar um pelo outro. Como no exemplo de cima, 2 x 1,15 = 2,3. No caso o valor do parâmetro P051 para esse motor seria de 2,3. P301 - Seleção de frequência de saída do motor: Seleciona qual função irá escolher a frequência de saída do motor: 0 - Entrada analógica: A referência de frequência será proporcional ao valor de leitura da entrada analógica conforme o sinal nos bornes 1, 2 e 3. E dentro dos limites P023 e P024. 1 - Teclas da IHM: A referência de frequência é ajustada através das teclas da IHM. Em operação, para incrementar a frequência de referência, pressione a tecla “+” continuamente. Para decrementar, pressione a tecla “-” constantemente. Um único toque nas teclas incrementa/decrementa a frequência em 0.1 Hz. 2 - Potenciômetro eletrônico (entradas digitais DI3 e DI4): Enquanto o contato de DI3 estiver fechado, a frequência de saída é incrementada continuamente. Do mesmo modo, enquanto o contato de DI4 estiver fechado a frequência de saída é decrementada continuamente. Se as entradas estiverem em estado baixo a frequência não é alterada. Para configuração das entradas digitais consulte o parâmetro P305. 3 - Multispeed: O controle multispeed permite que a velocidade seja variada para valores predeterminados de acordo com os estados das entradas digitais DI2, DI3 e DI4. Estes valores são programados nos parâmetros P201 a P208. A configuração da velocidade se dá de acordo com a seguinte tabela: Se P102 = 0: *Se P102 = 0 e P304 = 2.Para configuração das entradas digitais consulte o parâmetro P305. 4 - Modbus: O valor de referência de frequência será determinado pela comunicação Modbus. P302 - Seleção de comandos do motor: Esse parâmetro define como serão dados os comandos de liga, desliga e sentido de giro do motor. Teclas da IHM, comando via entrada digital (ON/OFF), comando via entrada digital (Avanço/Retorno) e Modbus. Obs: Para utilização do Modbus, indicamos a leitura do capítulo 5 do manual do inversor AG Drive Pro. Vídeo de configuração do inversor: Neste vídeo você verá como realizar a configuração do inversor de frequência AG Drive Pro da Ageon. Verá um pouco mais sobre as funções e parâmetros disponíveis no AG Drive Pro. Precisa de ajuda do suporte Técnico? Em primeiro lugar, verifique o número de série do seu inversor Ageon. Depois disso, basta entrar em contato com nosso suporte técnico para receber o auxílio de nossa equipe. Ajudaremos a identificar e resolver o seu problema. Você quer conhecer produtos de qualidade, com tecnologia nacional e garantia direto de fábrica? Deixe seu comentário abaixo ou acesse nosso site clicando aqui.

O que é um inversor de frequência e quais as suas aplicações?

09/06/2021 - Automação, Climatizadores, Fitness
Os inversores de frequência (também chamados de conversores de frequência) são utilizados em diversas situações, principalmente no ramo industrial. Esses aparelhos desempenham um papel muito importante em diversos tipos de máquinas e equipamentos. Você sabe o que é um inversor de frequência e para que servem esses aparelhos? O que é um Inversor de Frequência? Em resumo, um inversor de frequência é um dispositivo eletrônico capaz de controlar e variar a velocidade de um motor de indução. Ou seja, o motor deixa de girar a uma velocidade fixa de acordo com a frequência da rede e passa a ter uma velocidade controlada pelo inversor, girando mais rápido ou mais devagar conforme a necessidade. Existem diferentes formas de alterar a velocidade com que um motor gira, como polias e redutores, por exemplo. No entanto, esses meios permitem apenas que o motor gire a uma velocidade diferente da velocidade padrão, mas de forma constante e sem variação. Os inversores de frequência permitem que a velocidade de giro seja variável e isso possui muitas aplicações em processos industriais e na automação de modo geral. Além da variação da velocidade do motor, utilizar inversores de frequência traz diversas outras vantagens. A possibilidade de acionamentos suaves é um fator que contribui para elevar a vida útil do sistema, principalmente em relação a engrenagens e outras transmissões mecânicas. Outra grande vantagem dos inversores de frequência é possibilidade de automação de processos. Existem inversores que se comunicam com diversos dispositivos diferentes, como CLPs e sistemas supervisórios, por exemplo. Isso permite a integração com processos automatizados e abre um leque de aplicações nas quais o inversor de frequência é fundamental. Onde são utilizados Inversores de Frequência? A Ageon fabrica inversores de frequência que podem ser utilizados em diversas aplicações, principalmente voltadas à automação industrial. Os inversores de frequência da linha AG Drive, por exemplo, podem ser utilizados em uma infinidade de máquinas, como esteiras transportadoras, bobinadeiras, rotuladoras e muitas outras. São inversores de frequência versáteis, que alinham alto desempenho, facilidade de uso e design diferenciado em um único produto. Existem alguns inversores de frequência que são destinados a aplicações específicas. É o caso do modelo IRX Pro, que foi desenvolvido especialmente para climatizadores evaporativos e possui funções de temporização e acionamento da bomba, além de controle remoto. Outro exemplo é a Série IEX70 Pro, que possui inversores específicos para esteiras ergométricas profissionais. Para todas estas aplicações a Ageon possui inversores de frequência robustos e confiáveis, resultados de 20 anos de experiência na ramo de controles eletrônicos e utilizando o que há de mais avançado em tecnologia nacional. Entre em contato conosco e saiba mais sobre os inversores de frequência Ageon.