Tudo sobre controladores de temperatura e inversores de frequência

No Blog da Ageon você encontra dicas, vídeos e diversos artigos sobre controladores eletrônicios para automação, aquecimento, refrigeração e climatização

Por que utilizar um sensor de porta aberta no expositor de bebidas?

13/02/2019 - Controladores de Temperatura, Refrigeração
Você já ouviu falar em sensor de porta aberta? Como o nome sugere, este dispositivo identifica se a porta do equipamento encontra-se aberta ou fechada. Apesar do seu funcionamento simples, o sensor pode ser utilizado para uma série de automações. Neste post vamos citar alguns recursos que o sensor de porta aberta pode trazer para geladeiras e expositores de bebidas. Como funciona um sensor de porta aberta? Em primeiro lugar vamos conhecer o funcionamento deste dispositivo. O sensor de porta funciona como um interruptor acionado e desacionado automaticamente pelo contato da porta com o equipamento. Existem diferentes tipos de sensores de porta no mercado, como os modelos normalmente abertos (NA) ou normalmente fechados (NF), por exemplo. Quando um dispositivo (como por exemplo um controlador) está configurado para efetuar a leitura de um sensor normalmente aberto (NA), será considerado que a porta está aberta quando for detectado um contato fechado. No caso do controlador configurado em normalmente fechado (NF), a porta estará aberta quando um contato aberto for detectado. Ou seja, o dispositivo de controle e o sensor devem estar configurados corretamente para que o estado da porta não seja monitorado de maneira equivocada. Quais as vantagens de utilizar o sensor de porta no expositor de bebidas? Utilizar este dispositivo pode gerar benefícios bastante úteis para os expositores de bebidas. Listamos abaixo alguns desses recursos: Alarme de porta aberta Como o expositor de bebidas funciona com base em um um sistema de refrigeração, é imprescindível que haja a menor troca de calor possível com o ambiente externo. Uma função importante do sensor de porta é justamente essa. Sempre que a porta estiver aberta por um tempo acima do valor ajustado, um alarme informa o ocorrido, permitindo que o usuário efetue o fechamento da porta. Isso evita a troca de calor com o ambiente, que pode prejudicar o armazenamento das mercadorias e também elevar o consumo de energia elétrica. Desligamento automático do ventilador Outra vantagem de utilizar o sensor de porta é a opção de realizar o desligamento automático dos ventiladores sempre que a porta for aberta. Os ventiladores são utilizados para forçar a circulação do ar frio por todo o interior do expositor. No entanto, quando a porta está aberta, os ventiladores podem forçar o ar frio para fora do equipamento, facilitando a entrada de ar quente do exterior. Dessa forma, ao desligar o ventilador quando a porta estiver aberta, a troca de calor com o ambiente externo será menor, resultando em uma maior economia de energia. Acionamento automático do modo econômico Muitos expositores de bebidas possuem um modo econômico para reduzir o consumo de energia elétrica. De modo geral, este recurso é utilizado em momentos em que a porta se mantém fechada por bastante tempo, reduzindo a necessidade de acionamento do compressor. Dessa forma é possível configurar um tempo acima do qual o expositor entra em modo econômico automaticamente. É importante ressaltar que todos esses recursos não são proporcionados apenas pelo sensor de porta. Geralmente é preciso ligar o sensor a um controlador de temperatura que possua essas funções. K116 BigDisplay: o controlador para expositores de bebidas Se você deseja ter acesso a todos esses recursos, você precisa de um bom controlador de temperatura. O controlador K116 BigDisplay da Ageon foi desenvolvido especialmente para expositores de bebidas. Além de todas as funções citadas anteriormente, ele possui gerenciamento de degelo e monitor de tensão para proteção do equipamento. Outra vantagem deste controlador é a configuração de receitas, ou seja, é possível configurar até 4 receitas que podem ser alternadas facilmente, sem a necessidade de reconfigurar o aparelho. O que achou deste post? Deixe o seu comentário abaixo.

Como escolher um controlador de temperatura para Ar Condicionado?

06/02/2019 - Controladores de Temperatura, Refrigeração
Aparelhos de ar condicionado possuem termostatos embutidos, no entanto existem situações em que é necessário um maior controle da temperatura do ambiente. Por isso é bastante comum a busca de controladores de temperatura digitais para aparelhos de ar condicionado. Neste post você vai descobrir quais as vantagens de utilizar um controlador digital e como escolher o melhor modelo de acordo com sua necessidade. Por que utilizar um controlador de temperatura digital no ar condicionado? Os termostatos digitais oferecem diversos recursos além do simples controle de temperatura. Muitos modelos permitem automatizar processos, por exemplo. Quando se trata de aparelhos de ar condicionado, um controlador digital proporciona maior precisão no controle de temperatura. Além disso, existem modelos que podem gerenciar o funcionamento de mais de um ar condicionado e também modelos com monitoramento online. Qual o melhor controlador de temperatura para ar condicionado? A resposta para essa pergunta irá depender da necessidade de cada aplicação. Cada situação irá demandar diferentes recursos e, consequentemente, diferentes modelos de controlador. Veja abaixo algumas das situações mais comuns: Controlador para 1 aparelho de ar condicionado Se você possui apenas um aparelho, você pode utilizar um controlador digital para melhorar a precisão no controle térmico. Como o sensor de temperatura pode ser fixado em locais distantes do aparelho de ar condicionado, em determinadas situações o controlador digital irá proporcionar maior eficiência para o sistema e reduzir o consumo de energia. Nesses casos um termostato simples é a melhor opção, como o modelo G101 Color, por exemplo. Caso deseje monitorar a temperatura do ambiente pela internet, ainda existem versões com este recurso, como o modelo G101 Web. Controlador para 2 aparelhos de ar condicionado (principal e auxiliar) Em algumas aplicações um aparelho de ar condicionado não é suficiente para climatizar o ambiente. Nesses casos é comum utilizar dois aparelhos trabalhando em conjunto para manter a temperatura. Os controladores digitais são muito úteis para essas aplicações, pois permitem automatizar o funcionamento dos aparelhos e garantir o controle de temperatura de forma mais eficiente. Imagine uma sala na qual a temperatura deve estar abaixo de 17°C. Você utiliza um aparelho de ar condicionado para manter este valor. No entanto, em dias muito quentes a temperatura chega a 22°C, sendo que seus equipamentos jamais devem chegar a essa temperatura. No exemplo acima é possível utilizar um segundo aparelho de ar condicionado que será acionado sempre que a temperatura chegar a 20°C. Dessa forma, evita-se que a temperatura chegue a uma temperatura crítica em dias muito quentes. Para gerenciar este tipo de funcionamento recomenda-se a utilização de um controlador de duplo estágio. Esses controladores permitem o controle de temperatura em dois pontos da escala de temperatura, ou seja, possuem dois setpoints distintos e cada um deles aciona um equipamento. Um exemplo de controlador duplo estágio é o modelo G105 Color da Ageon. Também é possível utilizar um controlador duplo, que reúne em um único termostato as funções de dois termostatos. É o caso do modelo G107 Color, por exemplo. O que achou deste post? Deseja encontrar o controlador ideal para a sua aplicação? Entre em contato com a Ageon.

A importância e os cuidados relacionados à Compatibilidade Eletromagnética

30/01/2019 - Controladores de Temperatura, Dicas Ageon, Inversores de Frequência
O estudo sobre Compatibilidade Eletromagnética (EMC) aborda soluções para problemas relacionados a mau funcionamento de sistemas devido a ruídos. Neste post iremos fazer uma breve explicação sobre este tema e os cuidados que os montadores e instaladores que utilizam nossos produtos devem tomar para que todos os elementos sistema funcionem como deveriam, seja na parte de controladores de temperatura ou inversores de frequência. Primeiramente, para entendermos porquê devemos nos preocupar com campos magnéticos num sistema elétrico/eletrônico, precisamos entender de onde vem esse campo magnético. No final do século XIX o físico e químico Christian Orsted descobriu que um condutor elétrico (fio/cabo) gera campo magnético ao seu redor. Por sua vez, este campo magnético quando variado também gera corrente elétrica quando encontra outro condutor. Ou seja, qualquer elemento condutor de corrente está propenso a gerar e receber campo magnético no meio que está atuando. A imagem abaixo mostra este fenômeno físico: Um exemplo do cotidiano para entendermos o comportamento de campos magnéticos pelo ar é o princípio de funcionamento do rádio. O aparelho de rádio convencional basicamente capta o sinal do ar (que é um campo magnético) e converte em corrente elétrica audível. Este sinal, por sua vez, é um campo magnético gerado de uma grande fonte de energia proveniente da emissora. Nem todo sistema elétrico/eletrônico funciona com o intuito de receber ou enviar sinal pelo ar, mas mesmo assim irá gerar e receber campos magnéticos devido ao fenômeno físico citado anteriormente. É aí que surge a necessidade do estudo sobre problemas relacionados à compatibilidade eletromagnética. Caso não sejam prevenidos, os problema de EMC poderão afetar negativamente no funcionamento do sistema. A compatibilidade eletromagnética é um conceito associado a dois ou mais sistemas serem eletromagneticamente compatíveis ou não. Dentro desse conceito destacam-se duas análises: o quanto o sistema emite ruído e o quanto o sistema é susceptível à ruídos. Esses ruídos podem se propagar pela própria conexão elétrica (ruído conduzido) ou pelo ar (ruído irradiado). O ruído conduzido pode surgir de diversos fatores como chaveamentos em alta frequência, motores, elementos de alta potência, etc. O grau do ruído também pode variar pela quantidade de elementos que constituem o sistema. Há diversas análises e estudos que podem ser efetuados para resolver/prevenir problemas envolvendo compatibilidade eletromagnética, por exemplo montagem do motor, enrolamento de cabos e fios (como por exemplo par trançado), modos de aterramento, modos de roteamento de placas eletrônicas, blindagem, filtros e etc). Ou seja, há muitos cuidados a serem tomados para que o sistema não sofra problemas com interferências internas ou externas. Individualmente, os elementos das aplicações envolvendo produtos da Ageon, são fabricados/montados usando técnicas específicas para evitar problemas de EMC. Compatibilidade Eletromagnética em controladores de temperatura e inversores de frequência Se tratando de controladores de temperatura e inversores de frequência, há alguns cuidados que devem ser tomados na hora de instalar os produtos para que os ruídos da parte de potência do sistema (motor, resistência elétrica, rede elétrica e etc) não interfira no funcionamento dos elementos de comunicação e baixa potência (sensores/sondas, interface homem-máquina (IHM), ArcSys, cabos de rede e etc) e vice-versa. Ou seja, na hora da instalação e manuseio do produto, poderão haver problemas de EMC caso o sistema seja instalado sem alguns cuidados básicos específicos. Estes cuidados são os seguintes: Deve-se separar fisicamente os cabos de alta potência (motores, resistência elétrica, alimentação e etc) dos cabos/fios de comunicação (sensores, cabos de rede e cabos da IHM);Não deixar os elementos muito próximos um ao outro, por exemplo, respeitar uma certa distância entre o motor e o inversor e etc;Se tratando da precisão de temperatura, não é recomendado que o sensor fique próximo de alguma fonte de ruído como uma resistência elétrica, uma bomba d’água, motor, ventoinha e etc;Aterramento adequado e respeitando a norma NBR 5410. Os cuidados citados anteriormente sobre os fios e cabos valem para qualquer cenário de instalação, seja ele através de canaletas, fixados na parede/chão, pela tubulação e etc. E vale tanto para inversores de frequência quanto para controladores de temperatura. Entre os diversos problemas gerados por incompatibilidade eletromagnética, os que mais se destacam são: erros na leitura, imprecisão (controlador indicando uma temperatura consideravelmente errada), falha total na comunicação (por exemplo problema de comunicação entre IHM e inversor) e etc. Porém, problemas de EMC podem ocorrer de forma aleatória (sem padrão de comportamento) e muitas vezes não duram muito tempo. Quando há um descuido consideravelmente grande, poderá ocasionar uma falha que irá persistir até que o problema seja solucionado. Salientamos que os problemas de EMC existem, mas o seu grau depende de diversos fatores e, na maioria das vezes, não irão afetar no funcionamento do sistema. Os cuidados ao produto final instalado são poucos e se forem respeitados não irão causar nenhum problema. Caso você tenha alguma dúvida entre em contato com a Ageon, estamos sempre disponíveis para ajudar você a solucionar problemas relacionados a instalação do seu produto.

Monitoramento de temperatura com o ArcSys Cloud: Cadastro Gratuito

23/01/2019 - Como Configurar, Controladores de Temperatura
O ArcSys Cloud é a forma mais prática e segura de monitorar a temperatura dos seus controladores Ageon. Já citamos aqui no blog as principais novidades deste sistema. Neste post você verá como se registrar gratuitamente no ArcSys Cloud e realizar o primeiro acesso na plataforma. Itens necessários Em primeiro lugar é necessário verificar se você possui os itens necessários para começar a utilizar o ArcSys Cloud. Você precisará de pelo menos um dispositivo ArcSys ligado à sua rede de internet local. Se além de monitorar você também deseja controlar a temperatura de algum equipamento, também será necessário um controlador Web da Ageon ligado ao dispositivo ArcSys. Realizando o cadastro no ArcSys Cloud No vídeo abaixo você verá como se cadastrar na plataforma e começar a monitorar seus equipamentos. O cadastro é rápido e em poucos minutos você já poderá usufruir de todas as vantagens que um sistema de monitoramento de temperatura pode oferecer. Preços e planos O ArcSys Cloud está disponível em três planos distintos. O primeiro deles é o plano gratuito, que permite o monitoramento de temperatura em tempo real, a configuração de alarmes e a geração de relatórios dos últimos 3 meses. Além de todos os recursos acima, o plano Standard ainda possui recursos adicionais, como o compartilhamento dos dados. Ou seja, é possível criar novos usuários em sua conta para que sua equipe também possa acessar o sistema de monitoramento. Outra vantagem desse plano é que ele permite a geração de relatórios dos últimos 6 meses. Já o plano Premium é o plano mais completo. Ele possui todos os recursos dos planos anteriores. Além disso, ainda permite alterar os parâmetros dos controladores através do ArcSys Cloud. A geração de relatórios neste plano pode ser feita com dados dos últimos 24 meses. Que tal monitorar a temperatura dos seus equipamentos e acessar essas informações pelo celular ou computador? E o melhor, tudo isso sem a necessidade de configurar seu modem ou de conhecimentos avançados em informática. Com o ArcSyS Cloud qualquer um pode monitorar a temperatura de forma fácil e rápida.

Qual o melhor termostato para tanque resfriador de leite?

16/01/2019 - Controladores de Temperatura, Refrigeração
O mercado de termostatos tem se desenvolvido muito nos últimos anos e o número de modelos disponíveis tem aumentado. Ao mesmo tempo em que essa variedade pode trazer benefícios para o consumidor, isso também pode confundir e dificultar a escolha. Neste post vamos citar os principais aspectos que devem ser analisados antes de comprar o termostato para o seu tanque de leite. Por onde começar? Antes de mais nada é importante ter em mente quais as funções que o termostato irá realizar. Geralmente os termostatos para tanques resfriadores de leite fazem mais do que o simples controle da temperatura. Na maioria dos casos o controlador também é responsável pelo acionamento do agitador. Dessa forma, é importante que o termostato possua pelo menos duas saídas, sendo uma para temperatura e outra para o agitador. Identifique a tensão da rede elétrica É importante identificar a tensão da rede elétrica e a alimentação do tanque resfriador de leite. Alguns modelos de termostatos são alimentados apenas com 110V, enquanto outros possuem somente alimentação 220V (como o modelo G104). Também existem modelos que podem ser utilizados em ambas as tensões, de acordo com sua ligação elétrica (modelo G103). Ainda existem opções com a chamada "alimentação universal", ou seja, termostatos que podem ser alimentados com qualquer tensão entre 85V e 300V (modelo H104). Termostato retangular ou termostato redondo? A maioria dos termostatos para tanques resfriadores de leite se divide em dois formatos principais: retangular ou redondo. Mais do que uma questão estética, o formato do termostato influencia diretamente na instalação do aparelho. O modelo G104, por exemplo, possui formato retangular. Para instalar este aparelho no tanque de leite é necessário que haja um recorte de 71x29mm. O controlador é então colocado no tanque e duas presilhas fazem a fixação pela parte traseira. Já o modelo H104 possui formato redondo. Diferente do modelo anterior, este aparelho possui mais de uma forma de fixação. A primeira delas é a superfície plana, ou seja , o termostato pode ser fixado através de parafusos diretamente em uma superfície sem a necessidade de recortes. A segunda forma de fixação é através de um furo Ø60mm, em que o controlador fica embutido no tanque e somente seu frontal fica visível. Ainda existe a possibilidade de fixar o controlador em um trilho DIN, utilizado principalmente quando há um quadro de comando no tanque de leite. Monitor de tensão: proteção para o tanque de leite Flutuações na rede elétrica podem prejudicar o equipamento. Seja devido à incidência de raios ou mesmo pela estrutura da rede elétrica, o fato é que as oscilações de tensão podem danificar permanentemente seu tanque. Por este motivo existem termostatos digitais para tanques de leite com uma proteção adicional: o monitor de tensão. Os termostatos com este recurso desativam o compressor e o agitador quando a tensão da rede está fora de um limite especificado. Se você deseja proteger seus equipamentos de flutuações na rede, utilize um termostato com monitor de tensão, como os modelos H104 e G104. Esta dica é importante principalmente para regiões com alto índice de raios ou com rede elétrica pouco estável. Seguindo os passos acima você poderá escolher o melhor termostato para o seu tanque resfriador de leite. Se você possui alguma dúvida ou sugestão sobre este artigo, deixe seu comentário abaixo.

Tudo sobre os inversores de frequência XF Standard

09/01/2019 - Como Configurar, Inversores de Frequência, Vídeos
Os inversores de frequência XF Standard foram desenvolvidos pela Ageon para controlar a velocidade de motores trifásicos. Elem podem ser utilizados em motores de até 2CV e se destacam principalmente pela sua facilidade de instalação e programação. Nesse post apresentamos vídeos das principais dúvidas relacionadas aos inversores XF Standard. Aqui você verá desde a ligação elétrica do aparelho até a resolução de erros na sua aplicação. Como instalar o inversor de frequência XF Standard?Ajustando as rampas de aceleração e desaceleraçãoConfigurando a função do relé auxiliarCorrigindo o erro E03Corrigindo o erro E09Corrigindo o erro Sub A Ageon recomenda que a instalação do produto seja realizada por um profissional qualificado e de acordo com as normas técnicas vigentes. Como instalar o inversor de frequência XF Standard? Primeiramente vamos demonstrar no vídeo abaixo como ligar seu inversor de frequência XF Standard à rede elétrica e também ao motor. Principais ajustes do inversor XF Standard Geralmente os inversores de frequência possuem uma lista numerosa de parâmetros para ajustes. No entanto, os inversores XF Standard possuem uma quantidade reduzida de parâmetros, simplificando sua configuração e otimizando o tempo dos técnicos e instaladores. Nos vídeos abaixo você verá como configurar dois dos principais recursos dos inversores XF Standard. Ajustando as rampas de aceleração e desaceleração As rampas de aceleração e desaceleração já foram tema de posts aqui no Blog Ageon. Esses recursos servem para evitar acionamentos bruscos do motor, por exemplo. Dessa forma a vida útil do equipamento tende a aumentar. Além disso, a utilização de rampas ainda traz outros benefícios, como maior segurança para os usuários da máquina e diminuição do pico de corrente no acionamento do motor. Configurando a função do relé auxiliar Os inversores da linha XF Standard possuem uma saída a relé que pode ser utilizada em diversos processos de automação. Esta saída auxiliar pode ser acionada sempre que o motor estiver acionado, por exemplo, ou sempre que a frequência de saída do inversor ultrapassar um determinado valor. No vídeo a seguir você pode ver todos os diferentes modos de funcionamento da saída auxiliar e como configurar seu inversor em cada uma delas. Solucionando erros no inversor de frequência Durante a instalação e utilização de um inversor de frequência podem ocorrer alguns erros. Essas falhas podem ter as mais variadas causas, como problemas na rede elétrica ou defeito no motor, por exemplo. Os inversores de frequência XF Standard possuem códigos que auxiliam na identificação destes erros, facilitando o diagnóstico e resolução do problema. Nos vídeos abaixo listamos as causas e soluções dos principais erros relacionados à utilização dos inversores de frequência. Corrigindo o erro E03 Corrigindo o erro E09 Corrigindo o erro Sub O que você achou deste post? Deixe seu comentário abaixo.

Vantagens do AutomaSol para instaladores de Aquecimento Solar

12/12/2018 - Aquecimento Solar, Controladores de Temperatura
Os controladores AutomaSol são utilizados para automatizar sistemas de aquecimento solar tanto para banho quanto para piscinas. Eles possuem diversas vantagens para os usuários, como a facilidade de utilização. Neste post, no entanto, vamos falar sobre as vantagens deste modelo para os técnicos e instaladores. Se você trabalha com aquecimento solar, este post é especialmente para você. Economize seu tempo com a fixação fácil Em primeiro lugar vamos falar de uma das principais características do controladores AutomaSol: seu sistema de fixação. Diferente de outros formatos de controladores no mercado, o AutomaSol pode ser fixado diretamente em caixas 4x2. Além disso, o aparelho possui áreas destacáveis em sua parte traseira, facilitando ainda mais a passagem dos fios no caso de instalações de sobrepor. Também é possível fixar os controladores AutomaSol em uma superfície plana, como uma parede, por exemplo. O controlador possui áreas destacáveis para canaletas na sua parte inferior. A vantagem da alimentação bivolt na instalação elétrica Além da fixação fácil, a instalação elétrica dos controladores AutomaSol também é bastante simples. Uma característica bastante útil destes controladores é a alimentação bivolt (85V a 265V). Ou seja, independente se a tensão da sua rede é 110V ou 220V, a ligação elétrica do AutomaSol é exatamente a mesma. https://www.youtube.com/watch?v=HJlO3HLs7Hw Outra vantagem da alimentação bivolt é a unificação do seu estoque. Se sua área de atuação abrange localidades com tensão 110V e 220V, você não precisa de estoques separados para cada área. O mesmo produto atenderá a todos os seus clientes e será instalado exatamente da mesma forma. Teste o sistema rapidamente com o AutomaSol Você instalou todo o sistema de aquecimento solar e precisa testar o funcionamento da bomba? Ou quem sabe testar o acionamento do apoio? Com os controladores AutomaSol isso é muito prático. Esses controladores possuem teclas que permitem o acionamento automático ou manual dos equipamentos. Dessa forma você pode testar todo o sistema rapidamente pressionando poucas teclas, economizando o tempo de instalação. Dois modelos para várias aplicações em aquecimento solar A linha AutomaSol está disponível em dois modelos: AutomaSol TDI e AutomaSol TDA. Cada um deles pode ser utilizado em diversos sistemas de aquecimento solar, de acordo com a necessidade. O AutomaSol TDI é indicado principalmente para aquecimento de piscinas. Ele possui uma saída a relé para acionamento da bomba (de até 2HP) de acordo com a diferença de temperatura entre os coletores e a piscina. Já o AutomaSol TDA é mais  indicado para sistemas de aquecimento solar para banho ou residências de forma geral, ou para piscinas que possuem sistema de apoio ou filtragem. Ele possui todas as características dos modelo anterior, porém com dois recursos extras muito úteis. Um desses recursos é a segunda saída a relé, que pode ser utilizada para acionamento do apoio ou filtragem. O segundo recurso extra é a agenda de eventos, que permite o acionamento das saídas em horários programados. Agilize suas instalações de sistemas de aquecimento solar com os controladores AutomaSol e deixe seu comentário abaixo sobre este post.

Como ligar um motor trifásico em alimentação 220V?

06/12/2018 - Inversores de Frequência
A alimentação de um motor trifásico de 6 terminais ou mais é configurável. Dependendo do número de terminais (também conhecidos como pontas ou bornes), o motor pode ser configurado para alimentação em tensão 220V ou 380V, por exemplo. Neste post vamos apresentar as diferentes ligações que um motor trifásico pode ter para alimentação em 220V, de acordo com seu número de terminais.   Configurando o motor trifásico para tensão 220V Como citado anteriormente, os motores elétricos trifásicos podem ser alimentados com diferentes valores de tensão dependendo do seu número de terminais. Essa diversidade de configurações do motor não influencia na velocidade de rotação, mas influencia no torque. Quanto maior a tensão de alimentação, mais torque terá o motor. Já a velocidade de rotação do motor depende de outros fatores, como a frequência, por exemplo. Entre os motores trifásicos mais comuns estão os motores de 6 terminais. Esses motores podem ser configurados para alimentação em 380V ou 220V. Na imagem abaixo é possível visualizar um exemplo de como alterar a ligação elétrica do motor de 380V (modo estrela) para 220V (modo triângulo). [caption id="attachment_6962" align="aligncenter" width="780"] A forma de ligação pode variar de acordo com o fabricante do motor. Os motores geralmente possuem uma placa de indicação fixada na carcaça com as ligações explicadas acima. Faça as ligações respeitando a configuração demonstrada pelo fabricante.[/caption] Essa configuração da alimentação do motor trifásico é possível graças às diferentes formas de ligação das bobinas. Cada uma dessas ligações cria uma intensidade de campo magnético girante diferente durante o funcionamento do motor. Caso seu motor apresente número de terminais diferente do citado neste post, recomendamos entrar em contato com o fabricante do motor para verificar como ligá-lo em 220V.   Velocidade de um motor trifásico O controle da velocidade de um motor trifásico pode ser realizado de diversas formas. Entre as mais indicadas está a variação de frequência do motor, realizada através de um inversor de frequência. A Ageon fabrica inversores de frequência para motores trifásicos de até 5CV. Os inversores de frequência Ageon possuem alimentação 220V (monofásica ou trifásica, de acordo com o modelo) e saída 220V. Os principais modelos de inversores Ageon são a Série XF, com formato compacto, e a Série YF, com IHM destacável e potenciômetro incorporado. *** O que você achou deste post? Deixe seu cometário.

Por que utilizar Resistor de Frenagem com um Inversor de Frequência?

28/11/2018 - Inversores de Frequência
Você sabe o que é um resistor de frenagem? Esses dispositivos são utilizados em diversas aplicações junto ao inversor de frequência. Neste post você vai descobrir o que é e qual a importância de um resistor de frenagem.   O que é um Resistor de Frenagem? É um dispositivo elétrico passivo que pode ser utilizado em conjunto com o inversor de frequência para reduzir a velocidade do motor sem prejuízo aos equipamentos. Antes de apresentar sua importância, primeiramente vamos compreender melhor o que ocorre quando um motor é desacelerado. Imagine uma esteira transportadora que possui um motor acionado por um inversor de frequência. Em alguns casos essa esteira precisa parar em um período de tempo bastante curto, como 0,2 segundos, por exemplo. Para desacelerar o motor nesse tempo basta ajustar a rampa de desaceleração do inversor em um valor relativamente baixo. No entanto, a inércia da esteira (que possivelmente possui outros motores) faz com que o motor continue girando e consequentemente atue como uma fonte de energia, gerando corrente reversa no inversor. Esta é a chamada força contra eletromotriz. A força contra eletromotriz pode ser prejudicial para o inversor, podendo queimar componentes no circuito de conversão de energia ou até mesmo queimar o inversor em definitivo. Para evitar este tipo de problema, alguns modelos de inversores de frequência permitem a utilização de um resistor de frenagem. Este resistor tem a função de converter a força contra eletromotriz em calor, protegendo o inversor.   Como identificar o Resistor de Frenagem ideal? Existem diversos tipos e modelos de resistores de frenagem. O resistor ideal para cada aplicação vai variar de acordo com alguns fatores, como a potência do motor, a inércia da carga, o tempo de parada, o número de ciclos de parada, entre outros. Ou seja, são diversos fatores que interferem no funcionamento correto do sistema e que são característicos de cada situação. A Ageon recomenda a contratação de um profissional qualificado para verificar as grandezas físicas da sua aplicação e dimensione corretamente o seu resistor de frenagem. Após dimensionado o resistor, o mesmo pode ser ligado no inversor nos terminais B1 e B2 (para os modelos que possuem o mesmo).   Resistores de Frenagem em Inversores de Frequência Ageon Alguns modelos de inversores de frequência Ageon são compatíveis com resistores de frenagem. São os inversores YF Standard com potência de 3CV e 5CV. Esses inversores se destacam pela facilidade na instalação e configuração. Além disso, possuem IHM destacável e potenciômetro incorporado. *** O que você achou deste post? Deixe seu comentário abaixo.

Aterramento do inversor de frequência: como fazer?

21/11/2018 - Inversores de Frequência
O aterramento é uma medida de segurança essencial para inversores de frequência e motores elétricos. É um procedimento obrigatório e deve ser realizado de acordo com as normas técnicas vigentes. Neste post vamos ensinar a forma correta de aterrar o inversor de frequência.   Por que fazer o aterramento do inversor de frequência? Conforme citamos acima, o principal motivo para aterrar seus equipamento é a segurança dos utilizadores. O contato direto com partes metálicas de sistemas mal aterrados podem ocasionar descargas elétricas ao usuário. O cuidado deve ser redobrado quando se trata de sistemas com alimentação ou motores trifásicos, pois a descarga elétrica pode ser nociva ao corpo, levando em conta que motores geram muito ruído devido ao seu campo magnético gerado no seu funcionamento. Um dispositivo aterrado possui menor risco de choques elétricos. O aterramento facilita o funcionamento dos dispositivos de proteção, como fusíveis e disjuntores, quando há aumento de corrente. Além disso, auxilia na dissipação da corrente de fuga vinda do motor.   Como aterrar o inversor? O aterramento do inversor de frequência e do motor elétrico deve ser feito de forma separada, para que a corrente de fuga de um equipamento não interfira no funcionamento do outro. Os motores costumam possuir um terminal específico para aterramento, que é ligado à sua carcaça. Não é recomendado ligar o terra do inversor ao motor. Cada equipamento deve ter contato com o aterramento individualmente. Caso o terra do motor esteja ligado ao terra do inversor e não haja conexão com o aterramento do local, todo o ruído gerado pelo motor irá para o inversor, prejudicando seu funcionamento. Para aterrar o inversor de frequência existem diferentes maneiras de acordo com o modelo de inversor. Em alguns modelos o aterramento é feito através de parafusos em sua carcaça. Este é o caso dos inversores da Série XF, por exemplo. Esses inversores possuem dois parafusos para aterramento, conforme imagem abaixo. Já os inversores da Série YF possuem bornes específicos para conexão com o Terra de Proteção (TP). Os modelos da Série YF com alimentação monofásica possuem dois bornes para aterramento, enquanto os modelos com alimentação trifásica possuem um borne de conexão com o Terra de Proteção. Antes de instalar o inversor de frequência, atente-se aos seguintes itens: Certifique-se que o local da instalação possua estrutura para aterramento; Atente-se às normas técnicas para realizar a instalação elétrica; Contrate um profissional qualificado para instalar e configurar seu inversor de frequência. *** Este post foi útil? Deixe seu comentário abaixo.