Tudo sobre controladores de temperatura e inversores de frequência

No Blog da Ageon você encontra dicas, vídeos e diversos artigos sobre controladores eletrônicios para automação, aquecimento, refrigeração e climatização

Quiz da Refrigeração: Quanto você sabe sobre termostatos digitais?

17/04/2019 - Controladores de Temperatura, Refrigeração
Você trabalha com refrigeração comercial ou industrial? Se a resposta para essa pergunta for positiva, provavelmente você trabalha com termostatos digitais, certo? Esses dispositivos vêm evoluindo muito nos últimos anos e é preciso estar atento para não se tornar um profissional desatualizado. Estar em contato com outros profissionais, participar de seminários e cursos são algumas das formas de se manter atualizado no mercado. Além disso, consumir conteúdos de qualidade que apresentam as novidades e tendências também é uma ótima forma de se atualizar. O Blog Ageon, por exemplo, traz postagens semanais sobre diversos mercados, incluindo refrigeração. Mas será que você está por dentro das novidades? Quanto você sabe sobre termostatos digitais? O quiz abaixo possui 10 perguntas relacionadas a termostatos digitais e refrigeração. Será que você consegue acertar todas? Quiz da Refrigeração: Termostatos Digitais 1. Qual é a sequência correta de um ciclo de refrigeração comum? Refrigeração > Atraso dos Ventiladores > Degelo > Drenagem > Refrigeração Refrigeração > Drenagem > Degelo > Atraso dos Ventiladores > Refrigeração Refrigeração > Drenagem > Atraso dos ventiladores > Degelo > Refrigeração Refrigeração > Degelo > Drenagem > Atraso dos Ventiladores > Refrigeração 2. O que é a histerese do compressor? É a calibração do sensor do compressor É a diferença de temperatura entre acionamento e desacionamento do compressor com base no Setpoint e temperatura ambiente É a temperatura máxima na qual o compressor deve operar durante o ciclo de refrigeração É o tempo máximo em que o compressor deve permanecer ligado 3. Caso o controlador possua saída para degelo por resistência elétrica, onde o sensor de degelo deve ser posicionado? Na saída do evaporador Colado na resistência elétrica Fora do ambiente a ser refrigerado Junto com os produtos 4. Suponha que o usuário precise que o seu refrigerador varie a temperatura entre 5 °C e 9 °C aproximadamente. Quais devem ser os valores de Setpoint e Histerese do controlador para que essa variação aconteça? Setpoint em 9°C e Histerese em 5°C Setpoint em 5°C e Histerese em 9°C Setpoint em 9°C e Histerese em 4°C Setpoint em 5°C e Histerese em 4°C 5. A maioria dos controladores de refrigeração possuem função de retardo na inicialização do aparelho. Para que serve essa função? Para economizar energia e manter o equipamento desligado por mais tempo Para que o usuário possa configurar o aparelho Para evitar picos de corrente na rede elétrica e preservar a vida útil do compressor Para que, nesse tempo, o usuário conecte as cargas (compressor, ventilador e degelo, por exemplo) 6. Para que serve o atraso/desligamento dos ventiladores após o ciclo de drenagem e degelo? Para derreter o gelo acumulado no evaporador Para que o ar quente não se espalhe pelo sistema Para economizar energia Para evitar picos de energia no compressor 7. Qual o intuito do ciclo de degelo em um sistema de refrigeração? Evitar que a temperatura dos produtos abaixe demasiadamente Evitar que o compressor permaneça ligado por muito tempo Evitar congelamento na saída do evaporador Evitar o consumo excessivo de energia elétrica pelo compressor 8. Qual dessas formas possui melhor custo-benefício para evitar a perda de mercadorias em caso de falha no sistema de refrigeração? Realização de rondas periódicas para verificação do sistema Utilização de um sistema de monitoramento de temperatura online Aquisição de um gerador à diesel, um sistema de câmeras e instalação de alarmes sonoros em todas as aberturas Utilizar um segundo sistema de refrigeração completo para backup 9. Durante o degelo natural, qual o comportamento do controlador de temperatura? Desativa os ventiladores e mantém o compressor acionado por tempo determinado Ativa uma saída para acionamento da resistência elétrica Desativa a saída do compressor por tempo determinado, independente da temperatura ambiente Ativa o compressor, desde que a temperatura do ambiente esteja acima do Setpoint 10. O compressor pode ser ligado diretamente no controlador de temperatura? Sim, desde que a corrente exigida esteja abaixo do limite da saída do controlador Sim, desde que a alimentação seja 220V e a potência do compressor seja menor que 2HP Sim, sempre é possível ligar o compressor diretamente no controlador Não, sempre é necessário utilizar um contator Enviar Respostas × Compartilhe o Quiz da Refrigeração com seus colegas: $('#confirm-quiz').click(function(){ var points = 0; $("input[type=radio]").each(function(){ if(($(this).is(':checked')) && ($(this).val() == '1')){ points++; } }); // $("input:checked").each(function(){ // var sum = parseInt($(this).val()); // points = points + sum; // }); //IF POINTS < 6 if(points == 10){ var img = "http://blog.ageon.com.br/wp-content/uploads/2019/04/QuizRefrigeração-01.png"; var title = "Você é FERA!"; var content = "Incrível! 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Dica de instalação: posição do inversor de frequência no Climatizador

10/04/2019 - Climatizadores, Inversores de Frequência
Você sabia que a posição do inversor de frequência no climatizador interfere no seu funcionamento? Dependendo de como o dispositivo é instalado, pode ser mais ou menos provável que hajam problemas relacionados a superaquecimento ou oxidação. Por isso reunimos neste post as principais dicas de posicionamento do inversor de frequência no climatizador. Você vai ver como instalar o inversor de forma correta para evitar problemas e aumentar sua vida útil. Sobre o inversor de frequênciaA ventilação do inversor de frequênciaCuidados com a umidade no interior do climatizadorProximidade com o motor e com o reservatórioComo posicionar o inversor corretamente? Sobre o inversor de frequência As características do inversor de frequência determinam como sua instalação deve ser realizada. O design do inversor pode ser projetado para que a instalação seja realizada dentro ou fora do climatizador, por exemplo. Neste post vamos falar sobre a instalação do inversor IRX Pro, da Ageon. Como este produto foi desenvolvido especialmente para climatizadores, toda a sua estrutura foi otimizada para esta aplicação. Desde o design até a forma como as conexões são realizadas foram pensados para a máxima eficiência no climatizador. Por este motivo as dicas abaixo mostram como, mesmo um produto otimizado, pode ter sua performance melhorada de acordo com a instalação. A ventilação do inversor de frequência O funcionamento normal de um inversor de frequência gera calor. Por isso muitos modelos de inversores possuem ventoinhas que dissipam o calor gerado. O problema nestes casos é que, como há fluxo de ar no interior do aparelho, é impossível a instalação dentro climatizador. Como esses inversores não possuem nenhum tipo de vedação, a entrada de umidade causaria oxidação no equipamento. O inversor IRX Pro não possui ventoinhas e por isso seu gabinete é vedado para dificultar a entrada de umidade. Dessa forma o inversor pode ser instalado no interior do climatizador sem que haja risco de oxidação. No entanto, pode surgir a dúvida: se o inversor não possui ventoinhas e é vedado, como o calor é dissipado? A resposta para essa pergunta é simples. O inversor IRX Pro utiliza a ventilação do próprio climatizador para dissipar o calor. O aparelho possui um dissipador de alumínio projetado para ser resfriado rapidamente pelo fluxo de ar proveniente das hélices. Assim, é possível instalar o inversor no interior do climatizador evitando-se problemas como umidade ou calor excessivo. O cuidado fica por conta do posicionamento do inversor no climatizador. O IRX Pro deve ser instalado de forma que o fluxo de ar passe através do dissipador de alumínio. Por isso, ele deve ficar posicionado com uma lateral voltada para o painel evaporativo e outra lateral voltada para as hélices. Cuidados com a umidade no interior do climatizador O ambiente no interior do climatizador é úmido devido ao seu próprio funcionamento. Por isso, quando o inversor é instalado dentro do climatizador ele deve ser muito bem vedado. Como se trata de um dispositivo eletrônico, a entrada de umidade causa danos ao produto devido à oxidação. O inversor IRX Pro possui gabinete com vedação justamente para resistir à umidade no interior do climatizador. O gabinete não possui entradas de ar e até mesmo as saídas dos fios possuem passa-cabos de borracha para evitar a entrada de água. Para que a proteção do inversor seja eficiente, ele deve ser instalado na vertical. Isso porque o design do IRX Pro foi projetado para que a água escorra pelo produto naturalmente devido à ação da gravidade. Caso o inversor seja utilizado na horizontal pode haver acúmulo de água e então basta uma falha no passa-cabos para que a água se infiltre no aparelho. Se o inversor estiver na vertical, com sua base voltada para baixo, essa infiltração dificilmente aconteceria. Proximidade com o motor e com o reservatório Um outro cuidado que deve ser tomado ao instalar o inversor de frequência no climatizador é a proximidade com o motor e com o reservatório. Recomenda-se que o inversor seja fixado a pelo menos 10 centímetros de distância do motor. Isso porque o motor aquece durante o funcionamento, podendo superaquecer o inversor. Em relação ao reservatório também é recomendada uma distância de segurança para o inversor de frequência. Muitos climatizadores evaporativos possuem o reservatório em toda a sua base. Como a água no reservatório pode se agitar em todas as direções, é recomendado que o inversor seja posicionado a uma distância segura, ainda que possua vedação. Como posicionar o inversor corretamente? Nos tópicos acima listamos as principais razões pelas quais é importante se atentar ao posicionamento do inversor. Já as imagens abaixo listamos as principais dicas de como instalar o inversor de frequência IRX Pro dentro do climatizador evaporativo. Para mais informações sobre a instalação dos inversores IRX Pro, acesse este post e veja o vídeo de instalação. Deixe seu comentário sobre este post no formulários abaixo.

Internet das coisas (IoT) em sistemas Aquecimento Solar

03/04/2019 - Aquecimento Solar, Controladores de Temperatura, Dicas Ageon
A tecnologia vem avançando em todos os setores do mercado e isso é indiscutível. No segmento de aquecimento solar, por exemplo, a cada dia são lançados coletores mais eficientes, materiais mais avançados e controladores mais inteligentes. Uma tendência que ganha força é a internet das coisas (IoT). Se você é técnico ou instalador de sistemas de aquecimento solar, a internet das coisas pode ser um ótimo diferencial para o seu trabalho. O que é a Internet das Coisas? Em primeiro lugar é necessário esclarecer este conceito. A internet das coisas (do inglês Internet of Things, ou IoT) está diretamente relacionada à conectividade de dispositivos à internet. No entanto, não se tratam apenas dos dispositivos comuns, como computadores e celulares. A conectividade se estende a outros equipamentos, como por exemplo geladeiras, lâmpadas, TVs, entre outros. São os chamados "dispositivos inteligentes". Além da possibilidade de controlar esses dispositivos remotamente, ou seja, através de outros dispositivos online, a IoT ainda traz diversos benefícios. Um deles é a possibilidade de coletar informações, permitindo a tomada de decisões mais inteligentes. Muitos dispositivos IoT possuem sensores que coletam dados. Esses dados posteriormente são tratados e permitem uma compreensão maior do cenário em que o dispositivo está inserido. Alguns exemplos disso são geladeiras que alertam sobre a falta de determinado produto, relógios que monitoram o sono do usuário, etc. IoT em sistemas de Aquecimento Solar Como esses dispositivos inteligentes podem contribuir para o segmento de aquecimento solar? A resposta é bastante ampla. Imagine que você é um instalador e determinado cliente não possui confiança em sistemas de aquecimento solar como uma forma de economia de energia. Com seu celular, você acessa em tempo real uma instalação e mostra para o cliente a temperatura da água no reservatório. Depois disso você abre um relatório dos últimos 30 dias e mostra para o cliente a temperatura da água ao longo do tempo e quantas vezes o apoio elétrico foi acionado. Dessa forma fica muito mais fácil convencer o cliente da eficiência do aquecimento solar. Em outro cenário, imagine que você fez uma instalação em um local distante. Dentro de alguns dias o cliente entra em contato por telefone relatando problemas. Você acessa o dispositivo do cliente enquanto atende a ligação e analisa as informações. De acordo com os dados coletados, você chega à conclusão de que é necessário um ajuste de parâmetro no controlador. Você resolve o problema do cliente diretamente por telefone, sem necessidade de deslocamento até a instalação. Existem diversas outras utilidades para aliar internet das coisas e sistemas de aquecimento solar. Com acesso fácil às informações, técnicos e instaladores ganham uma ferramenta poderosa para provar a eficiência do sistema e para diagnosticar problemas. Além disso, o próprio cliente pode ter acesso ao sistema. Enquanto está no trabalho, por exemplo, o cliente pode verificar a temperatura da água da piscina e planejar seu lazer depois do expediente. Tudo isso faz com que o cliente valorize muito mais o sistema de aquecimento solar e o serviço prestado pelo instalador. Isso facilita a venda e reduz o número de visitas em campo, aumentando o lucro. Como aplicar a IoT em sistemas de Aquecimento Solar? Se você percebe todas as vantagens da internet das coisas e deseja aplicá-la em suas instalações, a Ageon pode ajudar. O ArcSys é um sistema de monitoramento de temperatura online. Com ele é possível acompanhar a temperatura em tempo real, gerar relatórios, configurar alarmes, entre outras funções. Tudo isso a partir de um celular ou computador conectado à internet. Os três sensores de temperatura que acompanham o ArcSys podem ser utilizados para monitorar o coletor, o reservatório e o apoio. Dessa forma é possível visualizar as variações de temperatura ao longo do tempo, em forma de gráficos ou tabelas. O ArcSys também pode ser conectado ao controlador G108 Web. Este controlador automatiza o acionamento da bomba e do apoio. Em conjunto com o ArcSys, todas as informações do controlador podem ser visualizadas remotamente. Até mesmo a alteração de parâmetros pode ser feita através de um celular. Instaladores e técnicos podem ter o controle total do aparelho na palma de suas mãos. Saiba mais sobre o ArcSys e valorize suas instalações de aquecimento solar. Deixe seu comentário sobre este artigo no formulário abaixo.

A importância da manutenção preventiva nas esteiras ergométricas

28/03/2019 - Esteiras Ergométricas, Inversores de Frequência
As esteiras ergométricas estão entre os equipamentos mais disputados da academia. É justamente por isso que os componentes da esteira podem sofrer desgastes e alterações normais de uso. Para evitar problemas na utilização e conservação do aparelho é altamente recomendado realizar manutenções preventivas periodicamente. Por que realizar manutenções preventivas na esteira ergométrica? Uma esteira ergométrica é composta de várias partes que trabalham em conjunto. É o caso, por exemplo, do motor, do inversor de frequência, do painel, da lona, entre outros. De acordo com a intensidade de utilização, estas partes podem apresentar algumas alterações e desgastes. No decorrer do tempo estas alterações podem se acumular, prejudicando a estrutura da esteira ergométrica. Além de danificar o equipamento, isso pode resultar em danos para os usuários. Dessa forma, as manutenções preventivas servem para evitar problemas na esteira ergométrica, mantendo seu funcionamento correto e garantindo a segurança dos usuários. Cuidados diários com a esteira ergométrica Antes mesmo de realizar a manutenção preventiva, alguns cuidados diários podem aumentar a vida útil da esteira ergométrica. O suor e a poeira, por exemplo, podem danificar os componentes eletrônicos da esteira. Por isso é recomendado limpar o painel todos os dias após o uso. Da mesma forma, a limpeza da lona e dos estribos laterais também é importante. Estas áreas acumulam sujeira, suor e oleosidade que podem atingir partes sensíveis da esteira, como o motor e o inversor de frequência. Até mesmo o excesso de lubrificação na lona, por exemplo, pode resultar em curto-circuito no inversor de frequência. Hora da manutenção preventiva: melhor chamar um técnico Apesar de alguns cuidados simples serem indicados para realização diária na academia, existem alguns procedimentos que exigem certo nível de conhecimento técnico. Por esse motivo é muito importante ter um técnico de confiança para fazer a manutenção preventiva da esteira ergométrica. A periodicidade da manutenção preventiva pode variar de acordo com intensidade de uso da esteira ergométrica e também das condições ambientais. Fatores como a temperatura e a umidade do ambiente podem interferir diretamente no acúmulo de resíduos no interior da esteira, causando problemas relacionados à oxidação, corrosão, curto-circuitos, entre outros. Através de uma análise, o técnico de manutenção poderá avaliar o estado da esteira e tomar ações para evitar que tais problemas ocorram. O técnico de manutenção irá verificar toda a estrutura da esteira, se atentando para diversos detalhes. O plug de conexão na tomada, por exemplo, não deve possuir nenhum tipo de deformação causada por aquecimento. A esteira deve estar em uma superfície plana e nivelada, evitando o acúmulo de lubrificação em determinadas áreas da esteira. Os parafusos e porcas devem ser reapertados em caso de afrouxamento. As carenagens e chassis devem ser limpos, retirando todos os resíduos sólidos e líquidos que possam chegar até o conjunto do motor e inversor de frequência. Antes de tudo, utilize equipamentos de qualidade Uma forma de evitar problemas com a esteira e reduzir a frequência das manutenções preventivas é utilizar equipamentos de qualidade. Quando se trata de inversores para esteiras ergométricas, a Ageon tem a solução certa para você: a linha IEX70. Os inversores IEX70 possuem gabinete de proteção que dificulta a entrada de resíduos e aumenta sua vida útil. Além disso, possuem proteção contra sobrecorrente, desativando o equipamento caso a corrente solicitada pelo motor seja maior do que o limite suportado. Outra vantagem dos inversores IEX70 é a facilidade de instalação e configuração. Não é a toa que seu slogan é "instalou, ligou". Todas as configurações desses inversores são realizadas diretamente em uma chave DIP e em poucos minutos já é possível ver a esteira em funcionamento. A linha IEX70 é indicada para esteiras ergométricas com motores de até 8,5A. Sua alimentação é bivolt (110V/220V) e são compatíveis com os principais painéis do mercado. Que tal saber mais sobre a linha IEX70? Deixe seu comentário, crítica ou sugestão sobre o post no formulário abaixo.

Aquecimento solar por tubo a vácuo: quais as vantagens?

20/03/2019 - Aquecimento Solar, Controladores de Temperatura, Dicas Ageon
Sistemas de aquecimento solar são muito buscados, tanto pela economia de energia elétrica quanto pelo apelo ambiental. O sistema mais comum no Brasil hoje é o sistema de coletores com placas planas, porém outro tipo de tecnologia vem ganhando espaço: o aquecimento solar por coletores tubo a vácuo. Apesar de não ser algo tão recente, os sistemas de aquecimento a vácuo ainda não são maioria nos telhados de casas e estabelecimentos. No entanto, essa tecnologia possui diversas vantagens em comparação com o sistema tradicional. Neste post você vai conhecer algumas destas vantagens. Isolamento térmico A primeira e principal vantagem dos coletores a vácuo é o isolamento térmico. De acordo com as leis da termodinâmica, o vácuo impede a perda de calor através da condução e da convecção. Assim, os tubos de vidro que compõem os coletores a vácuo são muito mais eficientes na absorção do calor do Sol, com menor perda para o ambiente. Em outras palavras, depois que a água é aquecida nos coletores, ela permanece quente por mais tempo mesmo que a incidência de Sol diminua. Como a água fica mais tempo aquecida, a utilização do apoio elétrico ou a gás diminui, resultando em economia de energia. Altas temperaturas Justamente por manter o calor por mais tempo, os coletores por tubo a vácuo atingem temperatura mais elevadas. Enquanto os coletores planos chegam a temperaturas em torno de 60°C, os coletores a vácuo podem atingir temperaturas acima de 100°C. Dessa forma, além do aquecimento para banho e piscinas, o aquecimento por tubo a vácuo pode ser utilizado para aquecimento de ambiente e também para processos industriais. Mais rendimento, menos consumo de energia Muitos sistemas de aquecimento solar dependem exclusivamente do calor do Sol para aquecer a água. No entanto, muitos outros possuem um sistema de apoio, que aquece a água do reservatório caso a incidência de Sol seja insuficiente. A maioria dos sistemas utiliza apoio elétrico ou a gás. Acontece que geralmente o apoio consome mais energia do que a bomba de circulação. Conforme citamos acima, os coletores a vácuo mantêm a temperatura da água por mais tempo. Isso significa que utilizar coletores tubo a vácuo diminui a quantidade de vezes que o apoio é acionado. Quanto menos acionamentos, menor o consumo de energia e maior a economia. Coletor congelando? Não com tubo a vácuo A estrutura dos coletores a vácuo é mais resistente ao frio. Isso é uma vantagem principalmente para regiões onde a temperatura chega a valores abaixo de 0°C. Apesar desta resistência, ainda assim é recomendada a utilização de um controlador com sistema anti-congelamento. Esses aparelhos acionam a bomba automaticamente quando a temperatura dos coletores fica abaixo de determinado valor. Isso evita o congelamento da água dentro dos coletores. Maior vida útil Coletores por tubo a vácuo possuem uma estrutura física mais robusta e complexa (com vidro). Isso requer maior cuidado tanto na instalação quanto na utilização. Entretanto, caso seja projetado corretamente, o sistema a vácuo tende a ter uma vida útil maior comparada a coletores planos. Os coletores por tubo a vácuo possuem diversas vantagens e trazem muitos benefícios para um sistema de aquecimento solar. Porém, existem alguns cuidados extras que devem ser tomados no projeto. Sua estrutura trabalha com pressões maiores comparadas a outros coletores e um problema relacionado à pressão poderá trincar ou romper completamente a tubulação de vidro. Outro fator que pode ocasionar dano ao vidro é choque térmico decorrente da passagem abrupta de água fria na tubulação quente ou vice-versa. Controladores de temperatura para aquecimento solar com tubo a vácuo Um fator muito importante para a eficiência de um sistema de aquecimento solar é o controlador de temperatura. É ele que controla os elementos do sistema, como a bomba e o apoio, por exemplo.A Ageon possui diversos modelos de controladores de temperatura para aquecimento solar. São modelos com acionamento automático da bomba e opções com acionamento de apoio, agenda de eventos, entre outros recursos. Conheça o controlador ideal para seu sistema de aquecimento solar. Para sistemas com tubo a vácuo, recomendamos os controladores AutomaSol TDA para aplicações em que o coletor atinge até 100°C e os controladores SolarTouch, para coletores que atingem temperaturas até 200°C. Qual a sua opinião sobre o post acima? Deixe seu comentário.

Chocadeira com lâmpada ou resistência: qual a melhor opção?

13/03/2019 - Chocadeiras, Controladores de Temperatura
Que o controle de temperatura é essencial para a eficiência da chocadeira já é sabido de todos. A temperatura no interior da chocadeira deve se manter o mais estável possível para que a taxa de eclosão seja satisfatória. Por isso esses equipamentos costumam utilizar um termostato digital para acionar um sistema de aquecimento. Geralmente são utilizados um destes dois tipos de aquecimento: lâmpada ou resistência elétrica. Neste post vamos apresentar as características de ambos para que você possa escolher a melhor opção. Saída a relé ou Saída TRIAC? Antes de explicarmos as diferenças de utilizar lâmpada ou resistência elétrica na sua chocadeira, é importante esclarecermos uma informação sobre os controladores de temperatura. Geralmente os controladores destinados ao mercado de chocadeiras possuem uma saída específica para o controle de temperatura e saídas extras para outras funções (viragem dos ovos, controle de umidade, entre outras). As saídas para temperatura costumam se dividir em dois grupos: relé ou TRIAC. A saída a relé funciona como um interruptor automático e é a mais comum. Ela irá acionar o sistema de aquecimento quando a temperatura estiver muito baixa e manterá acionado até que o setpoint seja atingido. A partir daí o liga e desliga do controlador é comandado pela histerese (diferença entre temperatura ambiente e setpoint). Já a saída TRIAC funciona de forma diferente e geralmente está associada ao controle PID. Ela aciona o sistema de aquecimento através de pulsos elétricos intermitentes que tendem a diminuir conforme a temperatura da chocadeira se aproxima do setpoint. Isso garante muito mais precisão e estabilidade no controle de temperatura da chocadeira, aumentando sua eficiência. Uma lâmpada ligada à saída TRIAC de um controlador pode ficar piscando repetidamente. Este comportamento é completamente normal e se deve aos pulsos elétricos emitidos pelo controlador. A mesma coisa ocorre quando são utilizadas resistências. No entanto, como estas não emitem luz, os pulsos elétricos não podem ser vistos. Lâmpada ou resistência elétrica: qual a melhor para a chocadeira? Os controladores de temperatura para chocadeiras geralmente podem acionar tanto lâmpadas quanto resistências elétricas. Veja abaixo as principais características de ambas as alternativas e escolha a melhor de acordo com a sua necessidade. Chocadeiras com aquecimento por lâmpadas As chocadeiras com lâmpadas foram extremamente comuns no mercado há alguns anos, mas vêm perdendo espaço. Em sua maior parte são chocadeiras caseiras, ou seja, fabricadas pelos próprios utilizadores. Geralmente são equipamentos com custo reduzido e para um número baixo de ovos. Chocadeiras que são aquecidas por lâmpadas tendem a possuir uma menor capacidade de troca de calor, mesmo que possuam um cooler para circulação do ar. Isso ocorre porque o calor está limitado à incidência luminosa das lâmpadas, ou seja, os ovos que não estiverem com tanta incidência de luz tendem a aquecer menos, gerando um desequilíbrio no tempo de chocagem de cada ovo. Este é um dos motivos pelo qual o aquecimento por lâmpadas não costuma ser utilizado para chocadeiras maiores. Apesar de o custo inicial ser menor comparado às resistências elétricas, o uso de lâmpadas gera um custo maior a longo prazo. Isso porque a vida útil das lâmpadas é menor, ou seja, será necessário substituí-las com certa frequência. É importante citar que nem todas as lâmpadas são adequadas ao uso em chocadeiras. Lâmpadas fluorescentes, por exemplo, não geram calor suficiente para aquecer os ovos a uma temperatura adequada. Se você optar por utilizar lâmpadas em sua chocadeira, certifique-se de que ela atinge a temperatura necessária antes de realizar a primeira chocagem. Chocadeiras com aquecimento por resistências elétricas As resistências elétricas possuem diversas vantagens em relação às lâmpadas para aquecimento da chocadeira. Por isso, a maioria dos fabricantes de chocadeiras utiliza resistências como sistema de aquecimento. As resistências elétricas utilizadas em chocadeiras foram desenvolvidas justamente para aquecer um ambiente. Por este motivo, alcançam maiores temperaturas. Caso a chocadeira tenha um cooler corretamente dimensionado, a troca de calor no ambiente será maior e consequentemente a chocagem será mais eficiente comparada a utilização de lâmpadas. Sendo assim a chocadeira será capaz de chocar mais ovos numa mesma leva, permitindo a construção de chocadeiras maiores. Apesar de possuir maior custo inicial comparado às lâmpadas, o uso de resistências gera economia a longo prazo. Isso porque a durabilidade das resistências é muito maior do que a de lâmpadas. Além disso, as resistências são mais eficientes na conversão de energia elétrica em calor. E agora, qual opção escolher? Depois de conhecer mais sobre as duas opções, chega a hora de escolher: lâmpada ou resistência? A verdade é que para a grande maioria dos casos a utilização de resistências elétricas será mais vantajosa. No entanto, devido ao custo inicial mais baixo, a utilização de lâmpadas incandescentes ainda pode ser vista em chocadeiras de menor porte. Independente da escolha, o fato é que para que a temperatura da chocadeira se mantenha estável é necessário um controlador de qualidade. E é neste ponto que a Ageon pode ajudar. Oferecemos diversos modelos de controladores de temperatura para chocadeiras, desde modelos básicos até modelos com controle de umidade. Os modelos G103 Color e K103, por exemplo, possuem uma saída a relé para controle de temperatura e uma saída a relé com temporização para viragem dos ovos. Já os modelos G103 PID e K103 PID possuem controle PID de temperatura, ou seja, garantem muito mais precisão e estabilidade térmica. Também possuem uma saída a relé temporizada para viragem dos ovos. Existe ainda o modelo K103 PID U, que além de todos os recursos do controlador K103 PID ainda possui controle de umidade para que sua chocadeira trabalhe em máxima eficiência. O que você achou deste post? Deixe seu comentário abaixo.

Configurando temperatura e umidade com o controlador K103 PID U

06/03/2019 - Chocadeiras, Como Configurar, Controladores de Temperatura, Dicas Ageon
O controle de temperatura e umidade é utilizado em diversas aplicações, desde chocadeiras até câmaras de maturação para charcutaria, por exemplo. Neste post vamos demonstrar passo a passo como ajustar a temperatura e a umidade com o controlador K103 PID U. K103 PID U - Controle de temperatura e umidade Depois que seu controlador estiver devidamente instalado, é hora de configurar os setpoints de temperatura e umidade. No passo a passo abaixo descrevemos como ajustar esses dois parâmetros: Com o controlador na tela principal, pressione a tecla CIMA uma vez. O visor irá exibir "ST1", ou seja, o setpoint de temperatura. Pressione a tecla SET e a mantenha pressionada. O visor irá exibir o setpoint de temperatura atual. Ainda com a tecla SET pressionada, utilize as teclas CIMA e BAIXO para alterar o setpoint de temperatura. Depois de alcançar o valor de temperatura desejada, solte todas as teclas. O visor irá exibir novamente "ST1". Pressione a tecla CIMA outra vez. O visor irá exibir "ST2", ou seja, o setpoint de umidade. Pressione a tecla SET e a mantenha pressionada. O visor irá exibir o setpoint de umidade atual. Ainda com a tecla SET pressionada, utilize as teclas CIMA e BAIXO para alterar o setpoint de umidade. Depois de alcançar o valor de umidade desejada, solte todas as teclas. Pronto! As configurações de temperatura e umidade foram realizadas. Depois de alguns segundos sem pressionar nenhuma tecla o controlador voltará a exibir a temperatura e a umidade medidas pelo sensor. Saiba mais sobre o controlador K103 PID U Os controladores de temperatura e umidade K103 PID U foram desenvolvido especialmente para trazer mais eficiência no controle de temperatura e umidade. Por isso esse modelo possui três saídas: uma para temperatura, uma para umidade e uma saída auxiliar. A saída de temperatura possui controle PID, ou seja, aciona uma resistência de forma proporcional à necessidade. Isso garante muito mais precisão e estabilidade no controle térmico. Porém, esta saída também pode ser utilizada para refrigeração. Dessa forma ela pode acionar um compressor, por exemplo, atuando como controlador on-off. A saída de umidade é uma saída a relé que pode ser ligada a um umidificador ou desumidificador, por exemplo. No caso de chocadeiras, é comum ser ligado a uma resistência submersa. Se você deseja saber como controlar a umidade dentro da chocadeira, este post pode ser útil. Já a saída auxiliar do controlador K103 PID U possui diversas funções. Embora geralmente seja utilizada para acionamento do motor de viragem dos ovos em chocadeiras, essa saída permite também a configuração de um segundo estágio de temperatura ou umidade. Deixe sua dúvida, sugestão ou opinião nos comentários abaixo. .schema-how-to-step-text{text-align:center} .schema-how-to-step-text img{max-width:200px !important;}

Testando a saída a relé de um controlador de temperatura

27/02/2019 - Como Configurar, Controladores de Temperatura, Dicas Ageon
Você instala um controlador de temperatura tomando todos os cuidados e seguindo as orientações do manual técnico, mas a carga não aciona. O que fazer? Neste post vamos dar dicas de como testar a saída a relé do controlador e resolver o seu problema. Itens necessários para o teste das saídas a relé Em primeiro lugar é importante ter em mãos um multímetro de qualidade. Essa ferramenta permitirá medir a tensão nas saídas do controlador e identificar a origem do problema. Como testar a saída a relé do controlador de temperatura? Para a realização do teste, estamos considerando que o controlador está instalado conforme seu respectivo manual técnico. Acesse esta página para ter acesso aos manuais técnicos dos controladores de temperatura Ageon. Desligue seu equipamento e remova a carga Antes de mais nada é necessário remover a ligação da carga no controlador. Para isso, desligue seu equipamento e remova as conexões da carga nos bornes correspondentes.É importante se atentar à forma que a saída a relé do controlador é alimentada. Alguns modelos possuem saídas com contato seco, ou seja, precisam de um jumper entre dois bornes para que o relé seja alimentado. Nesses casos remova apenas a ligação da carga, mantendo o jumper conforme o esquema presente no manual.Após a remoção da carga, energize o aparelho. Verifique o funcionamento dos LEDs Os controladores de temperatura Ageon possuem LEDs que indicam o funcionamento das saídas. Para realizar o teste da saída a relé é necessário que o LED correspondente esteja aceso.Se o LED indicativo da saída a relé estiver apagado é preciso forçar seu acionamento. Cada modelo de controlador de temperatura possui uma forma de acionamento forçado, seja através de uma tecla ou de um conjunto de teclas. Consulte o manual técnico do produto para ter acesso a esta informação. Ajuste o multímetro para medição de tensão Com o controlador energizado e o LED indicativo aceso é hora de utilizar o multímetro para verificar a tensão de saída (voltagem). Para isso, o multímetro deve ser ajustado para medição de tensão alternada.É importante informar que dependendo do modelo de multímetro o ajuste de tensão alternada pode possuir diversas nomenclaturas. Entre as mais comuns estão V, Ṽ, ACV, VAC e Voltage, por exemplo.Outra questão importante é a escala. Alguns multímetros possuem escalas de medição de tensão, que deve estar de acordo com o valor de tensão a ser medido. Em um multímetro com escalas de 0 a 200V ou 200V a 750V, por exemplo, a primeira escala deve ser utilizada para redes de 110V, enquanto a segunda escala deve ser utilizada para redes 220V. Conecte o multímetro nos terminais do controlador Com o multímetro devidamente ajustado, encoste as ponteiras nos terminais referentes à carga no controlador de temperatura. Se o controlador estiver energizado e com o LED indicativo aceso, a tela do multímetro deve apresentar a tensão entre os dois pontos. Diagnosticando problemas de acionamento Ao realizar o teste acima, o multímetro deve apresentar valores próximos a 110V ou 220V, de acordo com a tensão da alimentação. Se seu teste resultou em valores como este significa que o controlador está funcionando corretamente. Verifique se a carga (resistência ou compressor, por exemplo), está apresentando mau funcionamento. Se ao realizar o teste acima o multímetro apresentar valor zero, é necessário realizar algumas verificações: Certifique-se de que a instalação elétrica está correta e de acordo com o manual do produto;Nos controladores cuja a saída a relé é alimentada por um jumper, verifique se o mesmo está bem conectado aos terminais;Verifique se o LED indicativo da saída a relé está aceso. Caso o LED esteja apagado, revise as configurações do controlador. Este post foi útil? Deixe seu comentário abaixo.

O que fazer para evitar a queima do inversor de frequência?

22/02/2019 - Dicas Ageon, Inversores de Frequência
Um inversor de frequência pode queimar por diversos motivos. Em muitos casos a queima é causada por natureza externa, ou seja, por fatores que não são relacionados a defeitos de fabricação do inversor. Nesses casos, é de extrema importância identificar o motivo da queima antes de adquirir um novo inversor. Neste post vamos falar sobre os defeitos no inversor de frequência causados por natureza externa e como evitá-los. Queima do inversor por defeitos de natureza externa Quando um inversor de frequência queima devido a problemas de natureza externa não basta substituí-lo. A simples substituição pode até resolver o problema por um tempo, mas a probabilidade de o inversor substituto queimar é bastante grande. Por esse motivo, é importante identificar a causa da queima do aparelho. Listamos abaixo alguns dos principais motivos para a queima do inversor e como evitá-los. Sobretensão na rede de alimentação Por mais que o inversor possua seu próprio sistema de proteção contra subtensões e sobretensões, uma sobretensão abrupta (pico de tensão em curto período de tempo) pode causar danos citados acima, ou mesmo a queima do inversor. É importante que os usuários de inversores monitorem constantemente a rede de alimentação durante o uso do aparelho com sua carga padrão, para que seja detectado uma não conformidade no nível de tensão. Caso o inversor aponte constantemente o erro de sobretensão no circuito intermediário (E02 nos inversores Ageon), verifique o comportamento da sua rede de alimentação. Curto-circuito entre fases ou terra do motor Outra possibilidade de não conformidade relacionada a queima desses elementos é a de curto-circuito entre fases do motor. Mesmo que, aparentemente, as conexões do motor ao inversor estejam corretas, deve-se monitorar as pontas do motor (na própria carcaça do motor) e verificar se há alguma anomalia. Um curto-circuito entre fases do motor, mesmo que por pouco tempo, pode causar a queima de um módulo de potência. Excesso de umidade e presença de água também podem ser os causadores desses curtos-circuitos entre fases. É extremamente importante garantir que a área de instalação do motor seja livre de umidade excessiva e que não haja presença de elementos que jorram/pingam água. A umidade pode prejudicar o motor tanto a curto prazo (presença de água no contato do motor) quanto a longo prazo (oxidação das partes metálicas, que futuramente irão apresentar falhas no funcionamento). Também deve-se garantir que o aterramento do sistema não tenha nenhum contato com uma fase, seja do motor ou da rede de alimentação. É extremamente necessário garantir a integridade física dos terminais do motor pois,  caso os danos nos inversores sejam causados pelo motor, o mesmo irá danificar todos os inversores que forem conectados a ele até que seja feita a troca do motor ou que suas conexões sejam reforçadas. Sobretemperatura Uma temperatura elevada pode causar dano aos módulos de potência. A faixa de temperatura de operação do inversor deve ser respeitada. Nos inversores de frequência Ageon essa faixa é de 0 a 50 °C. Caso o inversor indique sobretemperatura (erro E04 nos inversores Ageon), verifique se o ambiente onde o inversor está instalado apresenta uma temperatura acima do normal. Não é recomendado que o inversor permaneça em um ambiente excessivamente quente pois o funcionamento do inversor em si eleva sua temperatura interna de operação, principalmente se o mesmo possui um motor com uma carga próxima da máxima permitida. Um fator que influencia diretamente na temperatura de operação é a frequência de chaveamento dos IGBT. Nos inversores de frequência Ageon (com exceção do modelo IEX70) é possível ajustar a frequência de chaveamento no parâmetro P43. São disponíveis três valores para este parâmetro: 5 kHz, 10 kHz e 15 kHz. Quanto maior a frequência de chaveamento, menor será o ruído emitido pelo motor, porém, maior será a temperatura presente nos IGBTs. Portanto, ajuste a frequência de chaveamento conforme a sua necessidade. Inércia de carga elevada Quando o motor possui uma carga elevada, há um consumo excessivo de corrente na partida, o que pode prejudicar os módulos de potência. Para proteger os IGBT, garanta que o inversor esteja programado com uma rampa de aceleração proporcional à sua carga. Os inversores Ageon possuem sistemas de proteção de sobrecorrente (E05 para corrente em função do tempo e E09 para sobrecorrente por hardware). No entanto, um pico de corrente muito abrupto na partida poderá danificar permanentemente os módulos de potência. Recomenda-se então que, na homologação do sistema, sejam feitas medições de corrente com ferramentas apropriadas e verificados os valores máximos de corrente no manual. Programe rampas de maiores durações conforme a necessidade. Outros Defeitos Além dos cuidados acima, deve-se garantir que as conexões estejam corretas, tanto da parte de potência (entrada, saída do motor e relé) quanto das de baixa potência (entradas digitais e analógicas). Outra causa de problemas com o inversor de frequência é o curto-circuito nas fases da alimentação. Neste caso o defeito é fácil de ser identificado pois, na maioria das vezes, há a presença de carbonização (queima) nos terminais. Além disso, nessa situação a placa principal do inversor é danificada permanentemente, inviabilizando seu conserto. Caso você possua um inversor de frequência queimado, é importante identificar o motivo da queima antes de substituí-lo. Em muitos casos a queima do inversor está relacionada a um dos motivos citados acima. Ao substituir o dispositivo sem corrigir a causa raiz, é provável que o novo inversor seja danificado da mesma forma que o anterior . Deixe seu comentário sobre este post no formulário abaixo.

Por que utilizar um sensor de porta aberta no expositor de bebidas?

13/02/2019 - Controladores de Temperatura, Refrigeração
Você já ouviu falar em sensor de porta aberta? Como o nome sugere, este dispositivo identifica se a porta do equipamento encontra-se aberta ou fechada. Apesar do seu funcionamento simples, o sensor pode ser utilizado para uma série de automações. Neste post vamos citar alguns recursos que o sensor de porta aberta pode trazer para geladeiras e expositores de bebidas. Como funciona um sensor de porta aberta? Em primeiro lugar vamos conhecer o funcionamento deste dispositivo. O sensor de porta funciona como um interruptor acionado e desacionado automaticamente pelo contato da porta com o equipamento. Existem diferentes tipos de sensores de porta no mercado, como os modelos normalmente abertos (NA) ou normalmente fechados (NF), por exemplo. Quando um dispositivo (como por exemplo um controlador) está configurado para efetuar a leitura de um sensor normalmente aberto (NA), será considerado que a porta está aberta quando for detectado um contato fechado. No caso do controlador configurado em normalmente fechado (NF), a porta estará aberta quando um contato aberto for detectado. Ou seja, o dispositivo de controle e o sensor devem estar configurados corretamente para que o estado da porta não seja monitorado de maneira equivocada. Quais as vantagens de utilizar o sensor de porta no expositor de bebidas? Utilizar este dispositivo pode gerar benefícios bastante úteis para os expositores de bebidas. Listamos abaixo alguns desses recursos: Alarme de porta aberta Como o expositor de bebidas funciona com base em um um sistema de refrigeração, é imprescindível que haja a menor troca de calor possível com o ambiente externo. Uma função importante do sensor de porta é justamente essa. Sempre que a porta estiver aberta por um tempo acima do valor ajustado, um alarme informa o ocorrido, permitindo que o usuário efetue o fechamento da porta. Isso evita a troca de calor com o ambiente, que pode prejudicar o armazenamento das mercadorias e também elevar o consumo de energia elétrica. Desligamento automático do ventilador Outra vantagem de utilizar o sensor de porta é a opção de realizar o desligamento automático dos ventiladores sempre que a porta for aberta. Os ventiladores são utilizados para forçar a circulação do ar frio por todo o interior do expositor. No entanto, quando a porta está aberta, os ventiladores podem forçar o ar frio para fora do equipamento, facilitando a entrada de ar quente do exterior. Dessa forma, ao desligar o ventilador quando a porta estiver aberta, a troca de calor com o ambiente externo será menor, resultando em uma maior economia de energia. Acionamento automático do modo econômico Muitos expositores de bebidas possuem um modo econômico para reduzir o consumo de energia elétrica. De modo geral, este recurso é utilizado em momentos em que a porta se mantém fechada por bastante tempo, reduzindo a necessidade de acionamento do compressor. Dessa forma é possível configurar um tempo acima do qual o expositor entra em modo econômico automaticamente. É importante ressaltar que todos esses recursos não são proporcionados apenas pelo sensor de porta. Geralmente é preciso ligar o sensor a um controlador de temperatura que possua essas funções. K116 BigDisplay: o controlador para expositores de bebidas Se você deseja ter acesso a todos esses recursos, você precisa de um bom controlador de temperatura. O controlador K116 BigDisplay da Ageon foi desenvolvido especialmente para expositores de bebidas. Além de todas as funções citadas anteriormente, ele possui gerenciamento de degelo e monitor de tensão para proteção do equipamento. Outra vantagem deste controlador é a configuração de receitas, ou seja, é possível configurar até 4 receitas que podem ser alternadas facilmente, sem a necessidade de reconfigurar o aparelho. O que achou deste post? Deixe o seu comentário abaixo.