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Reduzindo o tempo e o custo de suporte aos seus clientes com o ArcSys

19/06/2019 - Aquecimento Solar, Controladores de Temperatura, Dicas Ageon, Refrigeração
Se você trabalha com controladores de temperatura e presta suporte aos seus clientes, este post é para você. Independente do mercado que você trabalhe, seja aquecimento solar, refrigeração comercial ou câmaras frigoríficas, por exemplo, sempre é necessário prestar suporte aos clientes. Por mais que precauções sejam tomadas, imprevistos acontecem e muitas vezes é necessário se deslocar até o cliente para resolver possíveis problemas. No entanto, esse custo de suporte nem sempre é compensado. Além disso, o tempo e o deslocamento para resolver essas situações podem tornar o suporte ao cliente algo bastante caro. Diminua o tempo e o custo de suporte com o ArcSys Você sabia que um sistema de monitoramento de temperatura online pode ajudar a resolver estas situações? Imagine que um cliente entre em contato relatando um problema e que, em poucos minutos, você consiga resolver a situação diretamente pelo seu celular. Parece ótimo, certo? É justamente isso que vamos apresentar a seguir. Veja como as ferramentas disponíveis no ArcSys podem auxiliar na prestação de suporte remoto. Resolvendo problemas remotamente com o ArcSys Nos tópicos abaixo demonstramos solicitações comuns que podem ser resolvidas com o sistema de monitoramento ArcSys sem a necessidade de deslocamento. Veja as dúvidas que os clientes podem lhe encaminhar e o que você pode fazer diretamente pelo seu celular para resolver a situação. O compressor ou resistência não acionaGeladeira ou expositor com formação de geloIdentificação de manutenção preventivaAlerta de falhas O compressor ou resistência não aciona Caso o cliente relate que uma das saídas do controlador não está sendo acionada é preciso identificar a origem do problema. Geralmente isso pode ocorrer por três motivos: configuração incorreta, problema na ligação ou defeito na carga (compressor, resistência, entre outros). Ao acessar o ArcSys do cliente, você pode verificar a listagem de parâmetros do controlador em questão. É comum que a carga não seja acionada devido a um parâmetro de temporização, por exemplo. Se isso for identificado, altere os parâmetros diretamente pelo ArcSys e verifique se o problema for resolvido. Caso os parâmetros estejam corretamente configurados, você pode verificar se o controlador enviou o comando para acionar a carga. Isso é possível através da página de relatórios, que indica quais cargas foram acionadas em cada período de tempo. Se não houver nenhum acionamento registrado na coluna "Estado", revise os parâmetros. É possível que o Setpoint esteja mal configurado, por exemplo, ou que algum outro parâmetro esteja impedindo o acionamento. Caso a carga esteja acionada no relatório e o cliente relate que ela continua desligada, provavelmente há algum problema na instalação. Nesse caso será necessário se deslocar ao cliente para verificar a ligação elétrica e o estado da carga. Geladeira ou expositor com formação de gelo Se um cliente relatar a formação de gelo no equipamento, isso pode ser facilmente resolvido com o ArcSys. Na maioria dos casos esse problema ocorre quando as configurações de degelo estão configuradas de forma incorreta. Nesse caso, você pode acessar os parâmetros do controlador no ArcSys e alterar a duração e o intervalo de degelo. Dessa forma, o degelo pode acontecer em uma frequência maior ou ter uma duração maior. Assim é possível configurar o degelo de acordo com a necessidade do cliente sem que seja preciso se deslocar ao local nenhuma vez. Identificação de manutenção preventiva Outra vantagem de utilizar um sistema de monitoramento online é identificar a necessidade de manutenção preventiva. Acessando os relatórios gráficos do ArcSys é possível verificar o desempenho do equipamento durante um período de tempo específico. Na figura abaixo é possível observar uma anomalia na temperatura do refrigerador, e baseado nesse gráfico é possível entender que está havendo congelamento no evaporador, permitindo tomar a ação de alteração do tempo de degelo, ou manutenção da resistência em caso de degelo elétrico. Alerta de falhas Sem dúvidas, um dos principais recursos do ArcSys é o envio de alarmes caso a temperatura do equipamento saia de uma faixa programada. Em primeiro lugar esse sistema permite que seus clientes tomem uma ação paliativa para evitar a perda de mercadoria. No entanto esses alarmes também são úteis para o técnico ou instalador. Isso porque, caso também receba o e-mail de alerta, este profissional pode se adiantar para entrar em contato com o cliente e verificar se algum equipamento está apresentando defeito. Vale ressaltar que o sistema de alarme via e-mail é dependente de uma boa conexão de internet. Entretanto existe uma saída digital para acionamento de um sinaleiro ou sirene com intuito de avisar o cliente que está ocorrendo alguma anomalia. Que tal saber mais sobre como o ArcSys pode reduzir seu custo de suporte aos clientes? Deixe seu comentário abaixo.

Análise termográfica: como a ligação incorreta pode torrar seu termostato

05/06/2019 - Controladores de Temperatura, Dicas Ageon
Um problema muito comum em termostatos digitais é a sobretemperatura no terminal, ou seja, o borne de ligação fica a uma temperatura acima da especificação do produto. Além de prejudicar o equipamento, isto põe em risco a segurança da instalação e das pessoas próximas. Veja neste post como ligação incorreta pode ser responsável por este problema e como evitá-lo realizando uma ligação elétrica segura. Ligação elétrica incorreta prejudicando o aparelho Não é anormal vermos controladores ligados conforme a foto abaixo, onde geralmente a fase entra para alimentar o comum do relé, e ao mesmo tempo, aproveita-se para fazer a emenda do cabo. No entanto, esta NÃO É A FORMA IDEAL DE LIGAR O TERMOSTATO. Muitas vezes os aparelhos estão com vários cabos conectados em um mesmo borne. Além da conexão elétrica e mecânica não estarem firmes e com os terminais corretos, estes cabos são amarrados uns aos outros com abraçadeiras aumentando o peso no cabo e puxando-o para fora do borne, piorando mais ainda a situação. A figura abaixo é a foto térmica do termostato acima. A emenda foi feita sem terminal e com o parafuso do borne levemente frouxo, simulando a utilização de uma chave inadequada. E o que podemos ver? A análise termográfica permite notar um aquecimento elevado na conexão e no borne, dissipando temperatura para o termostato e prejudicando as características físicas do equipamento. Podemos ver também que na seção longitudinal do cabo também há aquecimento, ou seja, com o tempo pode ocorrer problema no isolamento deste cabo. Como realizar a ligação elétrica do termostato corretamente O ideal é sempre utilizar conector apropriado para uma boa conexão elétrica e mecânica. De acordo com o que podemos ver nas fotos abaixo, um cabo 2,5mm² foi conectado ao termostato utilizando o conector adequado. Pode-se observar a consequência da montagem correta através da análise termográfica gerada durante o ensaio. O ponto de conexão não passou de 34ºC, sendo que o cabo utilizado é de PVC para 70ºC. Pode-se observar que a conexão é o ponto aonde há maior calor, enquanto no comprimento longitudinal do cabo a coloração é amarelo-esverdeada. Isso demonstra que o cabo está mais frio que a conexão, o que é muito bom! Mas como fazer quando é preciso juntar dois cabos para ligar ao borne? Sempre tenho que trazer do disjuntor ou do barramento? Para estes casos existem conectores duplos que são preparados para receber dois cabos e fazer a conexão entre eles e o borne. Contudo, vale ressaltar que ele deve ser crimpado com o alicate correto e na pressão correta para garantir o funcionamento. Na figura abaixo é demonstrado um exemplo: Podemos ver através da imagem da câmera termográfica um leve aquecimento. Esse aquecimento é proveniente da conexão elétrica e também da corrente que abastece outro equipamento, situação que não existia no exemplo anterior. A figura abaixo é uma exemplificação disto. No primeiro controlador, além da corrente que a carga dele consome, também passa a corrente para alimentação dos outros dois controladores. Logo, aquele ponto tende a ter um maior aquecimento. É necessário verificar se o borne comporta o pino duplo, pois em alguns casos o borne possui um tamanho reduzido proposital para que não se utilize desta forma. É importante que a somatória das correntes das cargas não seja maior que a corrente nominal do cabo. Este tipo de emenda no conector é mais difundido para comandos, onde geralmente a corrente é muito baixa. Deve-se evitar a utilização deste tipo de emenda para potências maiores, como resistências de aquecimento solar, utilizando desta forma a ligação com o cabo único, conforme figura abaixo. O que achou deste artigo? Deixe seu comentário abaixo.

Que tal receber o quadro de comando pronto para instalar na câmara fria?

29/05/2019 - Como Configurar, Controladores de Temperatura, Refrigeração
A instalação de um quadro de comando na câmara fria pode ser algo complexo. São diversos dispositivos trabalhando em conjunto, como termostato, fusíveis e contatores, por exemplo. Como cada câmara possui suas características próprias, cada instalação exigirá um quadro de diferente. Menos tempo, mais lucro Pensando nisso, a Ageon desenvolveu uma solução completa que facilita o trabalho de técnicos e instaladores: o SmartSet Max. Os quadros de comando SmartSet Max podem ser personalizados de acordo com a necessidade de cada instalação. Dessa forma, ao invés de levar horas para montar um quadro completo, o instalador pode apenas informar o que precisa e receber um quadro com todas as especificações necessárias, economizando tempo de instalação e agilizando seu trabalho. Assim é possível realizar mais instalações em um menor período de tempo, além de padronizar todas as câmaras com um quadro de comando de qualidade, bonito e eficiente. Monte seu quadro de comando online em apenas 2 minutos Veja abaixo como é simples montar seu quadro de comando SmartSet Max. Defina as características do quadro e preencha suas informações. Simples assim. Dentro de pouco tempo nossa equipe entrará em contato para identificar o quadro ideal para sua necessidade e apresentar uma proposta. /* The switch - the box around the slider */ .switch { position: relative; display: inline-block; width: 60px; height: 34px; } /* Hide default HTML checkbox */ .switch input { opacity: 0; width: 0; height: 0; } /* The slider */ .slider { position: absolute; cursor: pointer; top: 0; left: 0; right: 0; bottom: 0; background-color: #C8282D; -webkit-transition: .4s; transition: .4s; } .slider:before { position: absolute; content: ""; height: 26px; width: 26px; left: 4px; bottom: 4px; background-color: white; -webkit-transition: .4s; transition: .4s; } input:checked + .slider { background-color: #C8282D; } input:focus + .slider { box-shadow: 0 0 1px #C8282D; } input:checked + .slider:before { -webkit-transform: translateX(26px); -ms-transform: translateX(26px); transform: translateX(26px); } /* Rounded sliders */ .slider.round { border-radius: 34px; } .slider.round:before { border-radius: 50%; } .enabled{ color: #000000; background-color: #c7ebff; } .disabled{ color: #999999; background-color: azure; } .col1,.col3,.potenciaBox{ cursor: pointer; transition: color 1s ease-in-out, background-color 1s ease-in-out; } .box{ border-bottom: 5px solid #c7ebff; } .slidecontainer { width: 100%; } .sliderRange { -webkit-appearance: none; appearance: none; width: 100%; height: 33px; background: #C8282D; outline: none; -webkit-transition: .2s; border-radius: 50px; padding: 5px; } .sliderRange:hover { opacity: 1; } .sliderRange::-webkit-slider-thumb { -webkit-appearance: none; appearance: none; width: 25px; height: 25px; background: #FFFFFF; border-radius: 50%; cursor: pointer; } .sliderRange::-moz-range-thumb { width: 25px; height: 25px; background: #FFFFFF; border-radius: 50%; cursor: pointer; } .containerCheck { display: inline; position: relative; padding-left: 35px; cursor: pointer; font-size: 22px; -webkit-user-select: none; -moz-user-select: none; -ms-user-select: none; user-select: none; } /* Hide the browser's default checkbox */ .containerCheck input { position: absolute; opacity: 0; cursor: pointer; height: 0; width: 0; } /* Create a custom checkbox */ .checkmarkCheck { position: absolute; top: 0; left: 0; height: 25px; width: 25px; background-color: #eee; } .containerCheck input:checked ~ .checkmarkCheck { background-color: #C8282D; } .checkmarkCheck:after { content: ""; position: absolute; display: none; } .containerCheck input:checked ~ .checkmarkCheck:after { display: block; } .containerCheck .checkmarkCheck:after{ left: 9px; top: 5px; width: 5px; height: 10px; border: solid white; border-width: 0 3px 3px 0; -webkit-transform: rotate(45deg); -ms-transform: rotate(45deg); transform: rotate(45deg); } Monte seu quadro SmartSet Max Online Tipo de quadro SmartSet Max Básico • Controlador de temperatura • Gerenciamento de degelo (elétrico ou gás) • Monitor de tensão incorporado SmartSet Max Completo • Controlador de temperatura • Gerenciamento de degelo (elétrico ou gás) • Monitor de tensão incorporado • Disjuntor geral • Contatores • Relé térmico • Fusíveis Acompanha Controlador de temperatura Gerenciamento de degelo Monitor de tensão incorporado Relé térmico Disjuntor geral Contatores Fusíveis Potência 1CV 2CV 3CV 4CV 5CV Alimentação Monofásica Trifásica Tensão 220V 380V Tipo de câmara Câmara de resfriados • 1 Contator Câmara de congelados • 2 Contatores Seus dados Nome: Telefone: E-mail: Empresa: CNPJ (somente números): Inscrição Estadual (somente números): Quero meu quadro SmartSet Max! $('#potencia1').click(function(){$('#inputPotencia').val(1);$('#inputPotencia').trigger('change')}); $('#potencia2').click(function(){$('#inputPotencia').val(2);$('#inputPotencia').trigger('change')}); $('#potencia3').click(function(){$('#inputPotencia').val(3);$('#inputPotencia').trigger('change')}); $('#potencia4').click(function(){$('#inputPotencia').val(4);$('#inputPotencia').trigger('change')}); $('#potencia5').click(function(){$('#inputPotencia').val(5);$('#inputPotencia').trigger('change')}); $('#inputPotencia').change(function(){ var valor = $(this).val(); if(valor > 3){ if($('#inputAlimentacao').is(':checked')){ } else { alert("Potências acima de 3CV estão disponíveis apenas para redes trifásicas"); $('#inputAlimentacao').prop( "checked", true); $('#alimentacao .col1').addClass('disabled'); $('#alimentacao .col1').removeClass('enabled'); $('#alimentacao .col3').addClass('enabled'); $('#alimentacao .col3').removeClass('disabled'); } } $('#potencia1').removeClass('enabled'); $('#potencia2').removeClass('enabled'); $('#potencia3').removeClass('enabled'); $('#potencia4').removeClass('enabled'); $('#potencia5').removeClass('enabled'); $('#potencia1').addClass('disabled'); $('#potencia2').addClass('disabled'); $('#potencia3').addClass('disabled'); $('#potencia4').addClass('disabled'); $('#potencia5').addClass('disabled'); $('#potencia'+valor).removeClass('disabled'); $('#potencia'+valor).addClass('enabled'); }); $('.col1,.col3').click(function(){ var input = $(this).attr('data-click'); $('#'+input).click(); }); $('input[type=checkbox]').each(function(){ $(this).change(function(){ switchOption($(this)); }) }); function switchOption(input){ var div = input.attr('data-div'); if($(input).attr('id') == "inputAlimentacao"){ if($('#inputTensao').is(':checked')){ alert("Alientação 380V disponível apenas para redes trifásicas"); } if($('#inputPotencia').val() > 3){ alert("Potências acima de 3CV estão disponíveis apenas para redes trifásicas"); $('#inputPotencia').val(3); $('#potencia1').removeClass('enabled'); $('#potencia2').removeClass('enabled'); $('#potencia3').removeClass('disabled'); $('#potencia4').removeClass('enabled'); $('#potencia5').removeClass('enabled'); $('#potencia1').addClass('disabled'); $('#potencia2').addClass('disabled'); $('#potencia3').addClass('enabled'); $('#potencia4').addClass('disabled'); $('#potencia5').addClass('disabled'); } } if($('#inputTensao').is(':checked')){ $('#inputAlimentacao').prop( "checked", true); $('#alimentacao .col1').addClass('disabled'); $('#alimentacao .col1').removeClass('enabled'); $('#alimentacao .col3').addClass('enabled'); $('#alimentacao .col3').removeClass('disabled'); } if(input.is(':checked')){ $('#'+div+" .col1").addClass('disabled'); $('#'+div+" .col1").removeClass('enabled'); $('#'+div+" .col3").addClass('enabled'); $('#'+div+" .col3").removeClass('disabled'); if($(input).attr('id') == "inputTipo"){ $('#componentes').toggle("slow"); } } else { $('#'+div+" .col3").addClass('disabled'); $('#'+div+" .col3").removeClass('enabled'); $('#'+div+" .col1").addClass('enabled'); $('#'+div+" .col1").removeClass('disabled'); if($(input).attr('id') == "inputTipo"){ $('#componentes').toggle("slow"); } } } // ENVIO $('#formSmartSetMax').submit(function(){ var tipo = "SmartSet Max Básico"; var potencia = 1; var alimentacao = "Monofásico"; var tensao = 220; var contatores = 1; var nome = $('#formArticleNome').val(); var telefone = $('#formArticlePhone').val(); var email = $('#formArticleEmail').val(); var empresa = $('#formArticleEmpresa').val(); var cnpj = $('#formArticleCNPJ').val(); var ie = $('#formArticleInscricao').val(); if($('#inputTipo').is(':checked')){ tipo = "SmartSet Max Completo"; potencia = $('#inputPotencia').val(); if($('#inputAlimentacao').is(':checked')){ alimentacao = "Trifásico"; } if($('#inputTensao').is(':checked')){ tensao = 380; } if($('#inputCamara').is(':checked')){ contatores = 2; } } var param = { tipo: tipo, potencia: potencia, alimentacao: alimentacao, tensao: tensao, contatores: contatores, nome: nome, telefone: telefone, email: email, empresa: empresa, cnpj: cnpj, ie: ie }; enviaContato(param); return false; }); function enviaContato(param){ var url = "http://blog.ageon.com.br/wp-content/themes/blogAgeon/ajax/smartsetmax.php"; $.get(url, param, function(data,status){ var result = new Function(data); gtag('event', 'Interação Blog', {'event_category':'SmartSet Max', 'event_label':'Post - Solicitação SmartSet Max'}); return(result()); }); } O que achou deste post? 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Instalação do controlador K116 BigDisplay em expositores de bebidas

15/05/2019 - Controladores de Temperatura, Refrigeração
O controlador K116 BigDisplay é uma solução completa para expositores de bebidas, pois controla a temperatura, degelo, ventilador e iluminação em um único aparelho. Tudo isso reunido em um produto com design que traz elegância à geladeira, além de funções que reduzem o consumo de energia. Neste post, você verá que além de completo, o K116 BigDisplay também é bastante fácil de instalar. Fixando o K116 BigDisplay no expositor de bebidas Em primeiro lugar vamos apresentar a fixação do controlador de temperatura K116 BigDisplay. A estrutura deste modelo é bipartida, ou seja, possui um módulo display e um módulo de potência. O módulo display fica visível na geladeira expositora. É através dele que o usuário visualiza a temperatura e configura o controlador. Por isso seu perfil é compacto, permitindo a instalação diretamente na porta do equipamento. O módulo display deve ser fixado em um recorte 90x45mm, conforme a imagem abaixo. Já o módulo de potência é responsável por todas as funções do controlador. Ele não precisa ficar visível, por isso muitos instaladores fixam este módulo na parte superior da geladeira. O módulo de potência possui duas formas de fixação: através de parafusos ou trilho DIN. Ligação elétrica do controlador K116 BigDisplay Vamos dividir a ligação elétrica do controlador em duas etapas: módulo display e módulo de potência. No módulo inversor são ligados os sensores de porta e de temperatura, enquanto no módulo de potência estão as conexões com a rede elétrica e com os periféricos (refrigeração, degelo, ventiladores e iluminação). Os dois módulos são ligados entre si via cabo RJ45, fornecido junto ao produto. O controlador K116 BigDisplay possui entrada para dois sensores de temperatura, sendo um sensor para refrigeração e outro para degelo. Ambos acompanham o produto. Além disso, ainda possui uma entrada para sensor de porta, que entre outros benefícios proporciona economia de energia. A ligação dos sensores de temperatura e de porta pode ser feita seguindo a imagem abaixo. É válido lembrar que nestes sensores não há polarização, ou seja, a ordem dos terminais não interfere no funcionamento do produto. Já a ligação elétrica do módulo de potência é feita através de um conector Mate-N-Lock de 6 vias. Dos 6 terminais do conector, dois são destinados à ligação da rede elétrica (fase e neutro) e 4 terminais são destinados aos periféricos. A sequência dos terminais deve seguir a imagem abaixo: É importante se atentar à imagem acima. Diversos modelos de controladores no mercado utilizam o mesmo conector, porém com uma sequência de ligação diferente. Ao substituir outro controlador pelo modelo K116 BigDisplay, certifique-se de que a ligação segue o modelo acima. O que você achou deste post? Deixe seu comentário abaixo.

O que faz e como funciona a função multispeed no inversor de frequência?

26/04/2019 - Como Configurar, Inversores de Frequência
Se você está precisando configurar uma multispeed ou até mesmo está estudando o assunto e ainda está com dúvidas, este post é para você. Ao final do post foi montado um passo a passo para um teste que ajudará você a fazer essa primeira parametrização. Os inversores de frequência são utilizados para controle e variação da velocidade dos motores de indução trifásicos. Isso já foi tema de diversos posts no Blog Ageon. No entanto, a forma de controlar a velocidade pode variar. De acordo com cada aplicação a velocidade pode ser controlada por meio de teclas da interface homem-máquina (IHM), potenciômetros e outros recursos como entradas digitais. No post de hoje vamos falar sobre uma função do inversor de frequência para velocidades predeterminadas: a função multispeed. O que é a função Multispeed? Conforme citado acima, a função multispeed é utilizada para que o motor trabalhe em velocidades predeterminadas. Nos inversores Ageon, por exemplo, é possível configurar até 8 velocidades diferentes. Dessa forma, são definidas as frequências em que o motor deve trabalhar em cada velocidade. Como citamos anteriormente, a função multispeed geralmente é comandada via entradas digitais afim de não utilizar sinais analógicos ou potenciômetros. Na maior parte dos manuais de inversores de frequência a função multispeed é acompanhada de uma tabela, igual ou similar a figura abaixo: É possível observar na tabela que são utilizadas somente duas entradas digitais (S3 e S4) para até 4 velocidades. Já para aplicações de 8 velocidades é necessário ativar também via parâmetros a entrada S2. Diferença da função entre os inversores Os inversores Ageon XF Standard e YF Standard possuem a função multispeed. No entanto existe uma pequena diferença entre os dois modelos. Resumidamente, no XF Standard a função é comandada somente via entrada digital. Já no YF Standard, além da entrada digital, é possível fazer a seleção da referência nas setas de cima e baixo da IHM. Neste último caso deve-se estar no P01 no momento da seleção. Função Multispeed no inversor XF Standard Na série XF a função multispeed é comandada somente via entrada digital, conforme esquema de ligação em conjunto com a tabela de combinação lógica. Exemplo de parametrização: P11 e P12 – Rampas de aceleração e desaceleração.P23 e P24 – Frequência máxima e mínima.P51 – Corrente de sobrecarga do motor (geralmente está na placa em %).P61 até P69 – Referencias de velocidade multispeed 1, 2, 3 ... 8.P71 – Seleção de referência da frequência, que neste caso será o valor 3 (multispeed pelas entradas digitais).P72 – Seleção do comando (quem irá mandar partir o motor? Via botão da IHM = 0, ou via entrada digital?) Com esse exemplo, já é possível testar a multispeed em seu motor. Função Multispeed no inversor YF Standard Os inversores da série YF podem receber a referência via entrada digital, ou selecionada via tecla da IHM no parâmetro P01. Desta forma, cada aperto no botão na seta para cima ou para baixo faz o programa buscar pela próxima referência em sua lista (P61 a 69). O esquema de ligação continua o mesmo, conforme figura abaixo. A diferença está na programação, onde está sublinhado: P11 e P12 – Rampas de aceleração e desaceleração.P23 e P24 – Frequência máxima e mínima.P51 – Corrente de sobrecarga do motor (geralmente está na placa em %).P52 – Corrente máxima.P60 – Modo de funcionamento de Multispeed (aqui você deve selecionar se serão utilizadas 4 ou 8 velocidades).P61 até P69 – Referencias de velocidade multispeed 1, 2, 3 ... 8.P71 – Seleção de referência da frequência, que neste caso, poderá ser pelas entradas digitais= 4 ou através da seleção da velocidade seta de cima e baixo na IHM=5 (sendo que para selecionar a velocidade na opção 5, o operador deverá estar no P01 durante o funcionamento do motor).P72 – Seleção do comando (quem irá mandar partir o motor? Via botão da IHM = 0, ou via entrada digital?) O que achou do post? Deixe seu comentário abaixo.

Dica de instalação: posição do inversor de frequência no Climatizador

10/04/2019 - Climatizadores, Inversores de Frequência
Você sabia que a posição do inversor de frequência no climatizador interfere no seu funcionamento? Dependendo de como o dispositivo é instalado, pode ser mais ou menos provável que hajam problemas relacionados a superaquecimento ou oxidação. Por isso reunimos neste post as principais dicas de posicionamento do inversor de frequência no climatizador. Você vai ver como instalar o inversor de forma correta para evitar problemas e aumentar sua vida útil. Sobre o inversor de frequênciaA ventilação do inversor de frequênciaCuidados com a umidade no interior do climatizadorProximidade com o motor e com o reservatórioComo posicionar o inversor corretamente? Sobre o inversor de frequência As características do inversor de frequência determinam como sua instalação deve ser realizada. O design do inversor pode ser projetado para que a instalação seja realizada dentro ou fora do climatizador, por exemplo. Neste post vamos falar sobre a instalação do inversor IRX Pro, da Ageon. Como este produto foi desenvolvido especialmente para climatizadores, toda a sua estrutura foi otimizada para esta aplicação. Desde o design até a forma como as conexões são realizadas foram pensados para a máxima eficiência no climatizador. Por este motivo as dicas abaixo mostram como, mesmo um produto otimizado, pode ter sua performance melhorada de acordo com a instalação. A ventilação do inversor de frequência O funcionamento normal de um inversor de frequência gera calor. Por isso muitos modelos de inversores possuem ventoinhas que dissipam o calor gerado. O problema nestes casos é que, como há fluxo de ar no interior do aparelho, é impossível a instalação dentro climatizador. Como esses inversores não possuem nenhum tipo de vedação, a entrada de umidade causaria oxidação no equipamento. O inversor IRX Pro não possui ventoinhas e por isso seu gabinete é vedado para dificultar a entrada de umidade. Dessa forma o inversor pode ser instalado no interior do climatizador sem que haja risco de oxidação. No entanto, pode surgir a dúvida: se o inversor não possui ventoinhas e é vedado, como o calor é dissipado? A resposta para essa pergunta é simples. O inversor IRX Pro utiliza a ventilação do próprio climatizador para dissipar o calor. O aparelho possui um dissipador de alumínio projetado para ser resfriado rapidamente pelo fluxo de ar proveniente das hélices. Assim, é possível instalar o inversor no interior do climatizador evitando-se problemas como umidade ou calor excessivo. O cuidado fica por conta do posicionamento do inversor no climatizador. O IRX Pro deve ser instalado de forma que o fluxo de ar passe através do dissipador de alumínio. Por isso, ele deve ficar posicionado com uma lateral voltada para o painel evaporativo e outra lateral voltada para as hélices. Cuidados com a umidade no interior do climatizador O ambiente no interior do climatizador é úmido devido ao seu próprio funcionamento. Por isso, quando o inversor é instalado dentro do climatizador ele deve ser muito bem vedado. Como se trata de um dispositivo eletrônico, a entrada de umidade causa danos ao produto devido à oxidação. O inversor IRX Pro possui gabinete com vedação justamente para resistir à umidade no interior do climatizador. O gabinete não possui entradas de ar e até mesmo as saídas dos fios possuem passa-cabos de borracha para evitar a entrada de água. Para que a proteção do inversor seja eficiente, ele deve ser instalado na vertical. Isso porque o design do IRX Pro foi projetado para que a água escorra pelo produto naturalmente devido à ação da gravidade. Caso o inversor seja utilizado na horizontal pode haver acúmulo de água e então basta uma falha no passa-cabos para que a água se infiltre no aparelho. Se o inversor estiver na vertical, com sua base voltada para baixo, essa infiltração dificilmente aconteceria. Proximidade com o motor e com o reservatório Um outro cuidado que deve ser tomado ao instalar o inversor de frequência no climatizador é a proximidade com o motor e com o reservatório. Recomenda-se que o inversor seja fixado a pelo menos 10 centímetros de distância do motor. Isso porque o motor aquece durante o funcionamento, podendo superaquecer o inversor. Em relação ao reservatório também é recomendada uma distância de segurança para o inversor de frequência. Muitos climatizadores evaporativos possuem o reservatório em toda a sua base. Como a água no reservatório pode se agitar em todas as direções, é recomendado que o inversor seja posicionado a uma distância segura, ainda que possua vedação. Como posicionar o inversor corretamente? Nos tópicos acima listamos as principais razões pelas quais é importante se atentar ao posicionamento do inversor. Já as imagens abaixo listamos as principais dicas de como instalar o inversor de frequência IRX Pro dentro do climatizador evaporativo. Para mais informações sobre a instalação dos inversores IRX Pro, acesse este post e veja o vídeo de instalação. Deixe seu comentário sobre este post no formulários abaixo.

Chocadeira com lâmpada ou resistência: qual a melhor opção?

13/03/2019 - Chocadeiras, Controladores de Temperatura
Que o controle de temperatura é essencial para a eficiência da chocadeira já é sabido de todos. A temperatura no interior da chocadeira deve se manter o mais estável possível para que a taxa de eclosão seja satisfatória. Por isso esses equipamentos costumam utilizar um termostato digital para acionar um sistema de aquecimento. Geralmente são utilizados um destes dois tipos de aquecimento: lâmpada ou resistência elétrica. Neste post vamos apresentar as características de ambos para que você possa escolher a melhor opção. Saída a relé ou Saída TRIAC? Antes de explicarmos as diferenças de utilizar lâmpada ou resistência elétrica na sua chocadeira, é importante esclarecermos uma informação sobre os controladores de temperatura. Geralmente os controladores destinados ao mercado de chocadeiras possuem uma saída específica para o controle de temperatura e saídas extras para outras funções (viragem dos ovos, controle de umidade, entre outras). As saídas para temperatura costumam se dividir em dois grupos: relé ou TRIAC. A saída a relé funciona como um interruptor automático e é a mais comum. Ela irá acionar o sistema de aquecimento quando a temperatura estiver muito baixa e manterá acionado até que o setpoint seja atingido. A partir daí o liga e desliga do controlador é comandado pela histerese (diferença entre temperatura ambiente e setpoint). Já a saída TRIAC funciona de forma diferente e geralmente está associada ao controle PID. Ela aciona o sistema de aquecimento através de pulsos elétricos intermitentes que tendem a diminuir conforme a temperatura da chocadeira se aproxima do setpoint. Isso garante muito mais precisão e estabilidade no controle de temperatura da chocadeira, aumentando sua eficiência. Uma lâmpada ligada à saída TRIAC de um controlador pode ficar piscando repetidamente. Este comportamento é completamente normal e se deve aos pulsos elétricos emitidos pelo controlador. A mesma coisa ocorre quando são utilizadas resistências. No entanto, como estas não emitem luz, os pulsos elétricos não podem ser vistos. Lâmpada ou resistência elétrica: qual a melhor para a chocadeira? Os controladores de temperatura para chocadeiras geralmente podem acionar tanto lâmpadas quanto resistências elétricas. Veja abaixo as principais características de ambas as alternativas e escolha a melhor de acordo com a sua necessidade. Chocadeiras com aquecimento por lâmpadas As chocadeiras com lâmpadas foram extremamente comuns no mercado há alguns anos, mas vêm perdendo espaço. Em sua maior parte são chocadeiras caseiras, ou seja, fabricadas pelos próprios utilizadores. Geralmente são equipamentos com custo reduzido e para um número baixo de ovos. Chocadeiras que são aquecidas por lâmpadas tendem a possuir uma menor capacidade de troca de calor, mesmo que possuam um cooler para circulação do ar. Isso ocorre porque o calor está limitado à incidência luminosa das lâmpadas, ou seja, os ovos que não estiverem com tanta incidência de luz tendem a aquecer menos, gerando um desequilíbrio no tempo de chocagem de cada ovo. Este é um dos motivos pelo qual o aquecimento por lâmpadas não costuma ser utilizado para chocadeiras maiores. Apesar de o custo inicial ser menor comparado às resistências elétricas, o uso de lâmpadas gera um custo maior a longo prazo. Isso porque a vida útil das lâmpadas é menor, ou seja, será necessário substituí-las com certa frequência. É importante citar que nem todas as lâmpadas são adequadas ao uso em chocadeiras. Lâmpadas fluorescentes, por exemplo, não geram calor suficiente para aquecer os ovos a uma temperatura adequada. Se você optar por utilizar lâmpadas em sua chocadeira, certifique-se de que ela atinge a temperatura necessária antes de realizar a primeira chocagem. Chocadeiras com aquecimento por resistências elétricas As resistências elétricas possuem diversas vantagens em relação às lâmpadas para aquecimento da chocadeira. Por isso, a maioria dos fabricantes de chocadeiras utiliza resistências como sistema de aquecimento. As resistências elétricas utilizadas em chocadeiras foram desenvolvidas justamente para aquecer um ambiente. Por este motivo, alcançam maiores temperaturas. Caso a chocadeira tenha um cooler corretamente dimensionado, a troca de calor no ambiente será maior e consequentemente a chocagem será mais eficiente comparada a utilização de lâmpadas. Sendo assim a chocadeira será capaz de chocar mais ovos numa mesma leva, permitindo a construção de chocadeiras maiores. Apesar de possuir maior custo inicial comparado às lâmpadas, o uso de resistências gera economia a longo prazo. Isso porque a durabilidade das resistências é muito maior do que a de lâmpadas. Além disso, as resistências são mais eficientes na conversão de energia elétrica em calor. E agora, qual opção escolher? Depois de conhecer mais sobre as duas opções, chega a hora de escolher: lâmpada ou resistência? A verdade é que para a grande maioria dos casos a utilização de resistências elétricas será mais vantajosa. No entanto, devido ao custo inicial mais baixo, a utilização de lâmpadas incandescentes ainda pode ser vista em chocadeiras de menor porte. Independente da escolha, o fato é que para que a temperatura da chocadeira se mantenha estável é necessário um controlador de qualidade. E é neste ponto que a Ageon pode ajudar. Oferecemos diversos modelos de controladores de temperatura para chocadeiras, desde modelos básicos até modelos com controle de umidade. Os modelos G103 Color e K103, por exemplo, possuem uma saída a relé para controle de temperatura e uma saída a relé com temporização para viragem dos ovos. Já os modelos G103 PID e K103 PID possuem controle PID de temperatura, ou seja, garantem muito mais precisão e estabilidade térmica. Também possuem uma saída a relé temporizada para viragem dos ovos. Existe ainda o modelo K103 PID U, que além de todos os recursos do controlador K103 PID ainda possui controle de umidade para que sua chocadeira trabalhe em máxima eficiência. O que você achou deste post? Deixe seu comentário abaixo.

O que fazer para evitar a queima do inversor de frequência?

22/02/2019 - Dicas Ageon, Inversores de Frequência
Um inversor de frequência pode queimar por diversos motivos. Em muitos casos a queima é causada por natureza externa, ou seja, por fatores que não são relacionados a defeitos de fabricação do inversor. Nesses casos, é de extrema importância identificar o motivo da queima antes de adquirir um novo inversor. Neste post vamos falar sobre os defeitos no inversor de frequência causados por natureza externa e como evitá-los. Queima do inversor por defeitos de natureza externa Quando um inversor de frequência queima devido a problemas de natureza externa não basta substituí-lo. A simples substituição pode até resolver o problema por um tempo, mas a probabilidade de o inversor substituto queimar é bastante grande. Por esse motivo, é importante identificar a causa da queima do aparelho. Listamos abaixo alguns dos principais motivos para a queima do inversor e como evitá-los. Sobretensão na rede de alimentação Por mais que o inversor possua seu próprio sistema de proteção contra subtensões e sobretensões, uma sobretensão abrupta (pico de tensão em curto período de tempo) pode causar danos citados acima, ou mesmo a queima do inversor. É importante que os usuários de inversores monitorem constantemente a rede de alimentação durante o uso do aparelho com sua carga padrão, para que seja detectado uma não conformidade no nível de tensão. Caso o inversor aponte constantemente o erro de sobretensão no circuito intermediário (E02 nos inversores Ageon), verifique o comportamento da sua rede de alimentação. Curto-circuito entre fases ou terra do motor Outra possibilidade de não conformidade relacionada a queima desses elementos é a de curto-circuito entre fases do motor. Mesmo que, aparentemente, as conexões do motor ao inversor estejam corretas, deve-se monitorar as pontas do motor (na própria carcaça do motor) e verificar se há alguma anomalia. Um curto-circuito entre fases do motor, mesmo que por pouco tempo, pode causar a queima de um módulo de potência. Excesso de umidade e presença de água também podem ser os causadores desses curtos-circuitos entre fases. É extremamente importante garantir que a área de instalação do motor seja livre de umidade excessiva e que não haja presença de elementos que jorram/pingam água. A umidade pode prejudicar o motor tanto a curto prazo (presença de água no contato do motor) quanto a longo prazo (oxidação das partes metálicas, que futuramente irão apresentar falhas no funcionamento). Também deve-se garantir que o aterramento do sistema não tenha nenhum contato com uma fase, seja do motor ou da rede de alimentação. É extremamente necessário garantir a integridade física dos terminais do motor pois,  caso os danos nos inversores sejam causados pelo motor, o mesmo irá danificar todos os inversores que forem conectados a ele até que seja feita a troca do motor ou que suas conexões sejam reforçadas. Sobretemperatura Uma temperatura elevada pode causar dano aos módulos de potência. A faixa de temperatura de operação do inversor deve ser respeitada. Nos inversores de frequência Ageon essa faixa é de 0 a 50 °C. Caso o inversor indique sobretemperatura (erro E04 nos inversores Ageon), verifique se o ambiente onde o inversor está instalado apresenta uma temperatura acima do normal. Não é recomendado que o inversor permaneça em um ambiente excessivamente quente pois o funcionamento do inversor em si eleva sua temperatura interna de operação, principalmente se o mesmo possui um motor com uma carga próxima da máxima permitida. Um fator que influencia diretamente na temperatura de operação é a frequência de chaveamento dos IGBT. Nos inversores de frequência Ageon (com exceção do modelo IEX70) é possível ajustar a frequência de chaveamento no parâmetro P43. São disponíveis três valores para este parâmetro: 5 kHz, 10 kHz e 15 kHz. Quanto maior a frequência de chaveamento, menor será o ruído emitido pelo motor, porém, maior será a temperatura presente nos IGBTs. Portanto, ajuste a frequência de chaveamento conforme a sua necessidade. Inércia de carga elevada Quando o motor possui uma carga elevada, há um consumo excessivo de corrente na partida, o que pode prejudicar os módulos de potência. Para proteger os IGBT, garanta que o inversor esteja programado com uma rampa de aceleração proporcional à sua carga. Os inversores Ageon possuem sistemas de proteção de sobrecorrente (E05 para corrente em função do tempo e E09 para sobrecorrente por hardware). No entanto, um pico de corrente muito abrupto na partida poderá danificar permanentemente os módulos de potência. Recomenda-se então que, na homologação do sistema, sejam feitas medições de corrente com ferramentas apropriadas e verificados os valores máximos de corrente no manual. Programe rampas de maiores durações conforme a necessidade. Outros Defeitos Além dos cuidados acima, deve-se garantir que as conexões estejam corretas, tanto da parte de potência (entrada, saída do motor e relé) quanto das de baixa potência (entradas digitais e analógicas). Outra causa de problemas com o inversor de frequência é o curto-circuito nas fases da alimentação. Neste caso o defeito é fácil de ser identificado pois, na maioria das vezes, há a presença de carbonização (queima) nos terminais. Além disso, nessa situação a placa principal do inversor é danificada permanentemente, inviabilizando seu conserto. Caso você possua um inversor de frequência queimado, é importante identificar o motivo da queima antes de substituí-lo. Em muitos casos a queima do inversor está relacionada a um dos motivos citados acima. Ao substituir o dispositivo sem corrigir a causa raiz, é provável que o novo inversor seja danificado da mesma forma que o anterior . Deixe seu comentário sobre este post no formulário abaixo.

A importância e os cuidados relacionados à Compatibilidade Eletromagnética

30/01/2019 - Controladores de Temperatura, Dicas Ageon, Inversores de Frequência
O estudo sobre Compatibilidade Eletromagnética (EMC) aborda soluções para problemas relacionados a mau funcionamento de sistemas devido a ruídos. Neste post iremos fazer uma breve explicação sobre este tema e os cuidados que os montadores e instaladores que utilizam nossos produtos devem tomar para que todos os elementos sistema funcionem como deveriam, seja na parte de controladores de temperatura ou inversores de frequência. Primeiramente, para entendermos porquê devemos nos preocupar com campos magnéticos num sistema elétrico/eletrônico, precisamos entender de onde vem esse campo magnético. No final do século XIX o físico e químico Christian Orsted descobriu que um condutor elétrico (fio/cabo) gera campo magnético ao seu redor. Por sua vez, este campo magnético quando variado também gera corrente elétrica quando encontra outro condutor. Ou seja, qualquer elemento condutor de corrente está propenso a gerar e receber campo magnético no meio que está atuando. A imagem abaixo mostra este fenômeno físico: Um exemplo do cotidiano para entendermos o comportamento de campos magnéticos pelo ar é o princípio de funcionamento do rádio. O aparelho de rádio convencional basicamente capta o sinal do ar (que é um campo magnético) e converte em corrente elétrica audível. Este sinal, por sua vez, é um campo magnético gerado de uma grande fonte de energia proveniente da emissora. Nem todo sistema elétrico/eletrônico funciona com o intuito de receber ou enviar sinal pelo ar, mas mesmo assim irá gerar e receber campos magnéticos devido ao fenômeno físico citado anteriormente. É aí que surge a necessidade do estudo sobre problemas relacionados à compatibilidade eletromagnética. Caso não sejam prevenidos, os problema de EMC poderão afetar negativamente no funcionamento do sistema. A compatibilidade eletromagnética é um conceito associado a dois ou mais sistemas serem eletromagneticamente compatíveis ou não. Dentro desse conceito destacam-se duas análises: o quanto o sistema emite ruído e o quanto o sistema é susceptível à ruídos. Esses ruídos podem se propagar pela própria conexão elétrica (ruído conduzido) ou pelo ar (ruído irradiado). O ruído conduzido pode surgir de diversos fatores como chaveamentos em alta frequência, motores, elementos de alta potência, etc. O grau do ruído também pode variar pela quantidade de elementos que constituem o sistema. Há diversas análises e estudos que podem ser efetuados para resolver/prevenir problemas envolvendo compatibilidade eletromagnética, por exemplo montagem do motor, enrolamento de cabos e fios (como por exemplo par trançado), modos de aterramento, modos de roteamento de placas eletrônicas, blindagem, filtros e etc). Ou seja, há muitos cuidados a serem tomados para que o sistema não sofra problemas com interferências internas ou externas. Individualmente, os elementos das aplicações envolvendo produtos da Ageon, são fabricados/montados usando técnicas específicas para evitar problemas de EMC. Compatibilidade Eletromagnética em controladores de temperatura e inversores de frequência Se tratando de controladores de temperatura e inversores de frequência, há alguns cuidados que devem ser tomados na hora de instalar os produtos para que os ruídos da parte de potência do sistema (motor, resistência elétrica, rede elétrica e etc) não interfira no funcionamento dos elementos de comunicação e baixa potência (sensores/sondas, interface homem-máquina (IHM), ArcSys, cabos de rede e etc) e vice-versa. Ou seja, na hora da instalação e manuseio do produto, poderão haver problemas de EMC caso o sistema seja instalado sem alguns cuidados básicos específicos. Estes cuidados são os seguintes: Deve-se separar fisicamente os cabos de alta potência (motores, resistência elétrica, alimentação e etc) dos cabos/fios de comunicação (sensores, cabos de rede e cabos da IHM);Não deixar os elementos muito próximos um ao outro, por exemplo, respeitar uma certa distância entre o motor e o inversor e etc;Se tratando da precisão de temperatura, não é recomendado que o sensor fique próximo de alguma fonte de ruído como uma resistência elétrica, uma bomba d’água, motor, ventoinha e etc;Aterramento adequado e respeitando a norma NBR 5410. Os cuidados citados anteriormente sobre os fios e cabos valem para qualquer cenário de instalação, seja ele através de canaletas, fixados na parede/chão, pela tubulação e etc. E vale tanto para inversores de frequência quanto para controladores de temperatura. Entre os diversos problemas gerados por incompatibilidade eletromagnética, os que mais se destacam são: erros na leitura, imprecisão (controlador indicando uma temperatura consideravelmente errada), falha total na comunicação (por exemplo problema de comunicação entre IHM e inversor) e etc. Porém, problemas de EMC podem ocorrer de forma aleatória (sem padrão de comportamento) e muitas vezes não duram muito tempo. Quando há um descuido consideravelmente grande, poderá ocasionar uma falha que irá persistir até que o problema seja solucionado. Salientamos que os problemas de EMC existem, mas o seu grau depende de diversos fatores e, na maioria das vezes, não irão afetar no funcionamento do sistema. Os cuidados ao produto final instalado são poucos e se forem respeitados não irão causar nenhum problema. Caso você tenha alguma dúvida entre em contato com a Ageon, estamos sempre disponíveis para ajudar você a solucionar problemas relacionados a instalação do seu produto.

Tudo sobre os inversores de frequência XF Standard

09/01/2019 - Como Configurar, Inversores de Frequência, Vídeos
Os inversores de frequência XF Standard foram desenvolvidos pela Ageon para controlar a velocidade de motores trifásicos. Elem podem ser utilizados em motores de até 2CV e se destacam principalmente pela sua facilidade de instalação e programação. Nesse post apresentamos vídeos das principais dúvidas relacionadas aos inversores XF Standard. Aqui você verá desde a ligação elétrica do aparelho até a resolução de erros na sua aplicação. Como instalar o inversor de frequência XF Standard?Ajustando as rampas de aceleração e desaceleraçãoConfigurando a função do relé auxiliarCorrigindo o erro E03Corrigindo o erro E09Corrigindo o erro Sub A Ageon recomenda que a instalação do produto seja realizada por um profissional qualificado e de acordo com as normas técnicas vigentes. Como instalar o inversor de frequência XF Standard? Primeiramente vamos demonstrar no vídeo abaixo como ligar seu inversor de frequência XF Standard à rede elétrica e também ao motor. Principais ajustes do inversor XF Standard Geralmente os inversores de frequência possuem uma lista numerosa de parâmetros para ajustes. No entanto, os inversores XF Standard possuem uma quantidade reduzida de parâmetros, simplificando sua configuração e otimizando o tempo dos técnicos e instaladores. Nos vídeos abaixo você verá como configurar dois dos principais recursos dos inversores XF Standard. Ajustando as rampas de aceleração e desaceleração As rampas de aceleração e desaceleração já foram tema de posts aqui no Blog Ageon. Esses recursos servem para evitar acionamentos bruscos do motor, por exemplo. Dessa forma a vida útil do equipamento tende a aumentar. Além disso, a utilização de rampas ainda traz outros benefícios, como maior segurança para os usuários da máquina e diminuição do pico de corrente no acionamento do motor. Configurando a função do relé auxiliar Os inversores da linha XF Standard possuem uma saída a relé que pode ser utilizada em diversos processos de automação. Esta saída auxiliar pode ser acionada sempre que o motor estiver acionado, por exemplo, ou sempre que a frequência de saída do inversor ultrapassar um determinado valor. No vídeo a seguir você pode ver todos os diferentes modos de funcionamento da saída auxiliar e como configurar seu inversor em cada uma delas. Solucionando erros no inversor de frequência Durante a instalação e utilização de um inversor de frequência podem ocorrer alguns erros. Essas falhas podem ter as mais variadas causas, como problemas na rede elétrica ou defeito no motor, por exemplo. Os inversores de frequência XF Standard possuem códigos que auxiliam na identificação destes erros, facilitando o diagnóstico e resolução do problema. Nos vídeos abaixo listamos as causas e soluções dos principais erros relacionados à utilização dos inversores de frequência. Corrigindo o erro E03 Corrigindo o erro E09 Corrigindo o erro Sub O que você achou deste post? Deixe seu comentário abaixo.