Tudo sobre controladores de temperatura e inversores de frequência

No Blog da Ageon você encontra dicas, vídeos e diversos artigos sobre controladores eletrônicios para automação, aquecimento, refrigeração e climatização

Por que utilizar um sistema de monitoramento de temperatura na nuvem?

08/05/2019 - Controladores de Temperatura, Dicas Ageon, Refrigeração
Você sabe o que é um sistema de monitoramento de temperatura na nuvem? Neste post vamos falar sobre como esses sistemas dão tranquilidade e comodidade para técnicos, instaladores e também para proprietários de estabelecimentos. O que é o monitoramento de temperatura na nuvem? Sistemas de monitoramento de temperatura estão no mercado há alguns anos. De modo geral, esses sistemas permitem a supervisão online de controladores de temperatura, ou seja, é possível visualizar a temperatura dos seus equipamentos utilizando um dispositivo conectado à internet. No entanto, muitos sistemas como estes possuem uma instalação complexa e exigem conhecimentos avançados em informática. Recentemente surgiram no mercado os sistemas de monitoramento de temperatura na nuvem. É o caso do ArcSys Cloud, por exemplo. Utilizar um sistema na nuvem é muito mais prático e seguro do que os sistemas tradicionais. Mas o que é um sistema na nuvem? O conceito de "nuvem" está diretamente ligado à internet das coisas (IoT). Um serviço na nuvem não precisa da instalação de aplicativos e nem mesmo de armazenamento de dados. Isso ocorre porque são utilizados servidores remotos, localizados em centros de processamento de dados. Por isso seu acesso é muito mais fácil e rápido, além de agilizar o trabalho dos técnicos durante a instalação. Sistemas de monitoramento de temperatura: Tradicional vs. Nuvem De modo geral as plataformas na nuvem possuem diversas vantagens em relação às plataformas tradicionais. Nos itens abaixo você verá a comparação do ArcSys Cloud com sistemas de monitoramento tradicionais encontrados no mercado. Sobre a estrutura Os sistemas de monitoramento de temperatura disponíveis no mercado geralmente exigem uma estrutura para funcionar. Em muitos casos é necessário um computador ligado 24 horas por dia e também a instalação de um programa específico. Sempre que um usuário deseja monitorar a temperatura do equipamento, na verdade ele estará acessando as informações salvas neste computador. Isso significa maior custo de instalação e consumo de energia mais elevado devido à exigência do computador. Enquanto isso, um sistema como o ArcSys Cloud funciona em servidores na nuvem, ou seja, não é preciso instalar nenhum programa e nem mesmo um computador dedicado. Para acessar as informações, basta um celular conectado à internet. O ArcSys Cloud é acessado diretamente do navegador (como o Google Chrome, Safari, entre outros) através do endereço http://arcsys.cloud. Isso significa menor custo inicial e mais economia ao longo do tempo. Segurança das informações As informações salvas por um sistema de monitoramento devem ficar armazenadas em algum local. Nos sistemas tradicionais esse local costuma ser o computador citado no item acima, enquanto nos sistemas na nuvem as informações ficam salvas online e possuem backup de segurança. Na prática, isso significa que nos sistemas tradicionais as informações estão suscetíveis a roubos, incêndios e outros riscos. Qualquer um destes incidentes resultaria na perda total de todos os dados registrados. Já em um sistema na nuvem, como o ArcSys Cloud, a informação está armazenada em um grande servidor. Mesmo que um incidente ocorra e o servidor seja destruído, as informações possuem cópia de segurança que tornam praticamente impossível a perda dos dados. Quantidade de pontos de monitoramento A maior parte dos sistemas de monitoramento tradicionais permite um número limitado de pontos de monitoramento. Isso ocorre por diversos motivos, mas principalmente por limitações técnicas dos equipamentos. Já os sistemas de monitoramento na nuvem possuem sistemas mais robustos, pois estão baseados em servidores poderosos. Isso permite um maior número de pontos de monitoramento em uma mesma tela. O ArcSys Cloud, por exemplo, pode exibir um número virtualmente ilimitado de pontos de monitoramento em uma mesma tela. Isso é muito útil para técnicos e instaladores que oferecem o serviço de monitoramento para os seus clientes e também para empresas que possuem várias filiais. Configuração de alarmes Ambos os sistemas de monitoramento, tanto os tradicionais quanto os na nuvem, permitem a configuração de alarmes por e-mail. No entanto, os sistemas tradicionais costumam alertar os usuários apenas caso a temperatura dos equipamentos saia de uma faixa programada. Já os sistemas na nuvem possuem outras formas de alertar os usuários de que algo de errado ocorreu. Além dos alertas de temperatura, o ArcSys Cloud informa os contatos cadastrados sempre que houver uma queda na energia elétrica ou problemas na internet. Entre outros benefícios, isso pode evitar grandes prejuízos com perda de mercadorias. Desejo mais informações sobre essa tecnologia. E agora? Se você acha que um sistema de monitoramento de temperatura na nuvem pode ser útil para você, a Ageon pode ajudar. Se você é um técnico ou instalador, oferecer um serviço de monitoramento para os seus clientes pode ser um diferencial no mercado. Se você possui um estabelecimento e precisa de monitoramento da sua mercadoria, um sistema na nuvem pode ser a solução ideal para você. A Ageon possui o ArcSys Cloud que foi feito especialmente para estes casos. Com ele é possível monitorar os equipamentos em tempo real, gerar relatórios e configurar alarmes. Tudo isso com alguns poucos toques na tela do seu celular. Que tal saber mais sobre esta tecnologia? Acesse a página o ArcSys Cloud e fique por dentro.

Principais erros em inversores de frequência para esteiras ergométricas

03/05/2019 - Esteiras Ergométricas, Inversores de Frequência
Se você trabalha com conserto e manutenção de esteiras ergométricas provavelmente já se deparou com um inversor com problemas. Apesar de a primeira reação ser substituir o aparelho ou entrar em contato com o fabricante, em muitos casos a solução é muito mais simples. Neste post vamos apresentar os principais erros em inversores de frequência para esteiras ergométricas e como solucioná-los. LEDs indicativos do inversor IEX70 Para exemplificar os possíveis erros do inversor, vamos utilizar como exemplo o modelo IEX70, da Ageon. Este inversor de frequência foi desenvolvido especialmente para esteiras ergométricas e possui LEDs que auxiliam a identificar se o aparelho está em seu funcionamento normal ou se algum erro está ocorrendo. Os inversores IEX70 possuem dois LEDs. Um deles é relacionado ao funcionamento do motor. O outro LED é relacionado à indicação de falhas e erros na placa de controle. Quando o inversor identifica um erro, este LED pisca determinado número de vezes. A quantidade de vezes que o LED pisca varia de acordo com o erro identificado. LED piscando 2 vezes - Sobretensão Este erro ocorre quando a tensão de alimentação do inversor está acima do recomendado no manual. Utilize um multímetro para medir a tensão de entrada do inversor e, caso o valor não esteja de acordo com as informações do manual, revise sua instalação. É provável que haja um problema na rede elétrica ou nas instalações do estabelecimento. LED piscando 3 vezes - Subtensão Este erro é o oposto do erro listado acima. Ele ocorre quando a tensão de alimentação do inversor está abaixo do recomendado no manual. Com um multímetro é possível medir a tensão de entrada e verificar se o valor está de acordo com o esperado. LED piscando 4 vezes - Sobretemperatura Este erro é apresentado sempre que o módulo de potência (IGBT) no interior do aparelho está superaquecido. Geralmente isso ocorre quando a temperatura do ambiente está alta e o inversor está com uma carga elevada, mesmo que dentro do permitido. Dessa forma, recomenda-se verificar se as entradas de ar do inversor IEX70 não estão obstruídas, permitindo a ventilação. LED piscando 5 vezes - Sobrecarga A sobrecarga ocorre sempre que o inversor é submetido a uma carga acima do recomendado em seu manual. Para corrigir este problema, verifique se a esteira apresenta problemas mecânicos, como falta de lubrificação ou problemas no motor, por exemplo. Também é importante verificar se as especificações do motor e do inversor de frequência são compatíveis. LED piscando 6 vezes - Sobrecorrente por hardware Quando o inversor identifica uma corrente muito elevada em um curto período de tempo. Isso pode ocorrer por dois motivos principais: problemas no motor da esteira ou uma carga com inércia muito elevada. Em primeiro lugar verifique se há curto-circuito entre as fases da alimentação ou do motor. Caso nada seja identificado, remova a carga e teste o inversor novamente. LED piscando 7 vezes - Falha de comunicação Este erro será apresentado sempre que a comunicação entre o inversor de frequência e o painel for comprometida. Verifique as conexões entre o inversor e o painel e também se a chave de configuração está de acordo com o modo de operação do painel. Também é recomendado verificar a integridade do cabo de comunicação, ou seja, se existem sinais de rompimento, emendas mal realizadas, entre outros. LED piscando 8 vezes - Falha de hardware Uma falha de hardware pode ocorrer por diversos motivos. Na maior parte dos casos este erro ocorre após um curto-circuito no aparelho. A primeira ação a ser tomada é remover as ligações do motor e testar o inversor. Caso o erro permaneça significa que um componente interno do inversor foi danificado e é preciso enviá-lo para a assistência técnica. Agora você já conhece e sabe como resolver os principais erros em inversores de frequência para esteiras ergométricas. Que tal deixar um comentário abaixo?

O que faz e como funciona a função multispeed no inversor de frequência?

26/04/2019 - Como Configurar, Inversores de Frequência
Se você está precisando configurar uma multispeed ou até mesmo está estudando o assunto e ainda está com dúvidas, este post é para você. Ao final do post foi montado um passo a passo para um teste que ajudará você a fazer essa primeira parametrização. Os inversores de frequência são utilizados para controle e variação da velocidade dos motores de indução trifásicos. Isso já foi tema de diversos posts no Blog Ageon. No entanto, a forma de controlar a velocidade pode variar. De acordo com cada aplicação a velocidade pode ser controlada por meio de teclas da interface homem-máquina (IHM), potenciômetros e outros recursos como entradas digitais. No post de hoje vamos falar sobre uma função do inversor de frequência para velocidades predeterminadas: a função multispeed. O que é a função Multispeed? Conforme citado acima, a função multispeed é utilizada para que o motor trabalhe em velocidades predeterminadas. Nos inversores Ageon, por exemplo, é possível configurar até 8 velocidades diferentes. Dessa forma, são definidas as frequências em que o motor deve trabalhar em cada velocidade. Como citamos anteriormente, a função multispeed geralmente é comandada via entradas digitais afim de não utilizar sinais analógicos ou potenciômetros. Na maior parte dos manuais de inversores de frequência a função multispeed é acompanhada de uma tabela, igual ou similar a figura abaixo: É possível observar na tabela que são utilizadas somente duas entradas digitais (S3 e S4) para até 4 velocidades. Já para aplicações de 8 velocidades é necessário ativar também via parâmetros a entrada S2. Diferença da função entre os inversores Os inversores Ageon XF Standard e YF Standard possuem a função multispeed. No entanto existe uma pequena diferença entre os dois modelos. Resumidamente, no XF Standard a função é comandada somente via entrada digital. Já no YF Standard, além da entrada digital, é possível fazer a seleção da referência nas setas de cima e baixo da IHM. Neste último caso deve-se estar no P01 no momento da seleção. Função Multispeed no inversor XF Standard Na série XF a função multispeed é comandada somente via entrada digital, conforme esquema de ligação em conjunto com a tabela de combinação lógica. Exemplo de parametrização: P11 e P12 – Rampas de aceleração e desaceleração.P23 e P24 – Frequência máxima e mínima.P51 – Corrente de sobrecarga do motor (geralmente está na placa em %).P61 até P69 – Referencias de velocidade multispeed 1, 2, 3 ... 8.P71 – Seleção de referência da frequência, que neste caso será o valor 3 (multispeed pelas entradas digitais).P72 – Seleção do comando (quem irá mandar partir o motor? Via botão da IHM = 0, ou via entrada digital?) Com esse exemplo, já é possível testar a multispeed em seu motor. Função Multispeed no inversor YF Standard Os inversores da série YF podem receber a referência via entrada digital, ou selecionada via tecla da IHM no parâmetro P01. Desta forma, cada aperto no botão na seta para cima ou para baixo faz o programa buscar pela próxima referência em sua lista (P61 a 69). O esquema de ligação continua o mesmo, conforme figura abaixo. A diferença está na programação, onde está sublinhado: P11 e P12 – Rampas de aceleração e desaceleração.P23 e P24 – Frequência máxima e mínima.P51 – Corrente de sobrecarga do motor (geralmente está na placa em %).P52 – Corrente máxima.P60 – Modo de funcionamento de Multispeed (aqui você deve selecionar se serão utilizadas 4 ou 8 velocidades).P61 até P69 – Referencias de velocidade multispeed 1, 2, 3 ... 8.P71 – Seleção de referência da frequência, que neste caso, poderá ser pelas entradas digitais= 4 ou através da seleção da velocidade seta de cima e baixo na IHM=5 (sendo que para selecionar a velocidade na opção 5, o operador deverá estar no P01 durante o funcionamento do motor).P72 – Seleção do comando (quem irá mandar partir o motor? Via botão da IHM = 0, ou via entrada digital?) O que achou do post? Deixe seu comentário abaixo.

Quiz da Refrigeração: Quanto você sabe sobre termostatos digitais?

17/04/2019 - Controladores de Temperatura, Refrigeração
Você trabalha com refrigeração comercial ou industrial? Se a resposta para essa pergunta for positiva, provavelmente você trabalha com termostatos digitais, certo? Esses dispositivos vêm evoluindo muito nos últimos anos e é preciso estar atento para não se tornar um profissional desatualizado. Estar em contato com outros profissionais, participar de seminários e cursos são algumas das formas de se manter atualizado no mercado. Além disso, consumir conteúdos de qualidade que apresentam as novidades e tendências também é uma ótima forma de se atualizar. O Blog Ageon, por exemplo, traz postagens semanais sobre diversos mercados, incluindo refrigeração. Mas será que você está por dentro das novidades? Quanto você sabe sobre termostatos digitais? O quiz abaixo possui 10 perguntas relacionadas a termostatos digitais e refrigeração. Será que você consegue acertar todas? Quiz da Refrigeração: Termostatos Digitais 1. Qual é a sequência correta de um ciclo de refrigeração comum? Refrigeração > Atraso dos Ventiladores > Degelo > Drenagem > Refrigeração Refrigeração > Drenagem > Degelo > Atraso dos Ventiladores > Refrigeração Refrigeração > Drenagem > Atraso dos ventiladores > Degelo > Refrigeração Refrigeração > Degelo > Drenagem > Atraso dos Ventiladores > Refrigeração 2. O que é a histerese do compressor? É a calibração do sensor do compressor É a diferença de temperatura entre acionamento e desacionamento do compressor com base no Setpoint e temperatura ambiente É a temperatura máxima na qual o compressor deve operar durante o ciclo de refrigeração É o tempo máximo em que o compressor deve permanecer ligado 3. Caso o controlador possua saída para degelo por resistência elétrica, onde o sensor de degelo deve ser posicionado? Na saída do evaporador Colado na resistência elétrica Fora do ambiente a ser refrigerado Junto com os produtos 4. Suponha que o usuário precise que o seu refrigerador varie a temperatura entre 5 °C e 9 °C aproximadamente. Quais devem ser os valores de Setpoint e Histerese do controlador para que essa variação aconteça? Setpoint em 9°C e Histerese em 5°C Setpoint em 5°C e Histerese em 9°C Setpoint em 9°C e Histerese em 4°C Setpoint em 5°C e Histerese em 4°C 5. A maioria dos controladores de refrigeração possuem função de retardo na inicialização do aparelho. Para que serve essa função? Para economizar energia e manter o equipamento desligado por mais tempo Para que o usuário possa configurar o aparelho Para evitar picos de corrente na rede elétrica e preservar a vida útil do compressor Para que, nesse tempo, o usuário conecte as cargas (compressor, ventilador e degelo, por exemplo) 6. Para que serve o atraso/desligamento dos ventiladores após o ciclo de drenagem e degelo? Para derreter o gelo acumulado no evaporador Para que o ar quente não se espalhe pelo sistema Para economizar energia Para evitar picos de energia no compressor 7. Qual o intuito do ciclo de degelo em um sistema de refrigeração? Evitar que a temperatura dos produtos abaixe demasiadamente Evitar que o compressor permaneça ligado por muito tempo Evitar congelamento na saída do evaporador Evitar o consumo excessivo de energia elétrica pelo compressor 8. Qual dessas formas possui melhor custo-benefício para evitar a perda de mercadorias em caso de falha no sistema de refrigeração? Realização de rondas periódicas para verificação do sistema Utilização de um sistema de monitoramento de temperatura online Aquisição de um gerador à diesel, um sistema de câmeras e instalação de alarmes sonoros em todas as aberturas Utilizar um segundo sistema de refrigeração completo para backup 9. Durante o degelo natural, qual o comportamento do controlador de temperatura? Desativa os ventiladores e mantém o compressor acionado por tempo determinado Ativa uma saída para acionamento da resistência elétrica Desativa a saída do compressor por tempo determinado, independente da temperatura ambiente Ativa o compressor, desde que a temperatura do ambiente esteja acima do Setpoint 10. O compressor pode ser ligado diretamente no controlador de temperatura? Sim, desde que a corrente exigida esteja abaixo do limite da saída do controlador Sim, desde que a alimentação seja 220V e a potência do compressor seja menor que 2HP Sim, sempre é possível ligar o compressor diretamente no controlador Não, sempre é necessário utilizar um contator Enviar Respostas × Compartilhe o Quiz da Refrigeração com seus colegas: $('#confirm-quiz').click(function(){ var points = 0; $("input[type=radio]").each(function(){ if(($(this).is(':checked')) && ($(this).val() == '1')){ points++; } }); // $("input:checked").each(function(){ // var sum = parseInt($(this).val()); // points = points + sum; // }); //IF POINTS < 6 if(points == 10){ var img = "http://blog.ageon.com.br/wp-content/uploads/2019/04/QuizRefrigeração-01.png"; var title = "Você é FERA!"; var content = "Incrível! 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Dica de instalação: posição do inversor de frequência no Climatizador

10/04/2019 - Climatizadores, Inversores de Frequência
Você sabia que a posição do inversor de frequência no climatizador interfere no seu funcionamento? Dependendo de como o dispositivo é instalado, pode ser mais ou menos provável que hajam problemas relacionados a superaquecimento ou oxidação. Por isso reunimos neste post as principais dicas de posicionamento do inversor de frequência no climatizador. Você vai ver como instalar o inversor de forma correta para evitar problemas e aumentar sua vida útil. Sobre o inversor de frequênciaA ventilação do inversor de frequênciaCuidados com a umidade no interior do climatizadorProximidade com o motor e com o reservatórioComo posicionar o inversor corretamente? Sobre o inversor de frequência As características do inversor de frequência determinam como sua instalação deve ser realizada. O design do inversor pode ser projetado para que a instalação seja realizada dentro ou fora do climatizador, por exemplo. Neste post vamos falar sobre a instalação do inversor IRX Pro, da Ageon. Como este produto foi desenvolvido especialmente para climatizadores, toda a sua estrutura foi otimizada para esta aplicação. Desde o design até a forma como as conexões são realizadas foram pensados para a máxima eficiência no climatizador. Por este motivo as dicas abaixo mostram como, mesmo um produto otimizado, pode ter sua performance melhorada de acordo com a instalação. A ventilação do inversor de frequência O funcionamento normal de um inversor de frequência gera calor. Por isso muitos modelos de inversores possuem ventoinhas que dissipam o calor gerado. O problema nestes casos é que, como há fluxo de ar no interior do aparelho, é impossível a instalação dentro climatizador. Como esses inversores não possuem nenhum tipo de vedação, a entrada de umidade causaria oxidação no equipamento. O inversor IRX Pro não possui ventoinhas e por isso seu gabinete é vedado para dificultar a entrada de umidade. Dessa forma o inversor pode ser instalado no interior do climatizador sem que haja risco de oxidação. No entanto, pode surgir a dúvida: se o inversor não possui ventoinhas e é vedado, como o calor é dissipado? A resposta para essa pergunta é simples. O inversor IRX Pro utiliza a ventilação do próprio climatizador para dissipar o calor. O aparelho possui um dissipador de alumínio projetado para ser resfriado rapidamente pelo fluxo de ar proveniente das hélices. Assim, é possível instalar o inversor no interior do climatizador evitando-se problemas como umidade ou calor excessivo. O cuidado fica por conta do posicionamento do inversor no climatizador. O IRX Pro deve ser instalado de forma que o fluxo de ar passe através do dissipador de alumínio. Por isso, ele deve ficar posicionado com uma lateral voltada para o painel evaporativo e outra lateral voltada para as hélices. Cuidados com a umidade no interior do climatizador O ambiente no interior do climatizador é úmido devido ao seu próprio funcionamento. Por isso, quando o inversor é instalado dentro do climatizador ele deve ser muito bem vedado. Como se trata de um dispositivo eletrônico, a entrada de umidade causa danos ao produto devido à oxidação. O inversor IRX Pro possui gabinete com vedação justamente para resistir à umidade no interior do climatizador. O gabinete não possui entradas de ar e até mesmo as saídas dos fios possuem passa-cabos de borracha para evitar a entrada de água. Para que a proteção do inversor seja eficiente, ele deve ser instalado na vertical. Isso porque o design do IRX Pro foi projetado para que a água escorra pelo produto naturalmente devido à ação da gravidade. Caso o inversor seja utilizado na horizontal pode haver acúmulo de água e então basta uma falha no passa-cabos para que a água se infiltre no aparelho. Se o inversor estiver na vertical, com sua base voltada para baixo, essa infiltração dificilmente aconteceria. Proximidade com o motor e com o reservatório Um outro cuidado que deve ser tomado ao instalar o inversor de frequência no climatizador é a proximidade com o motor e com o reservatório. Recomenda-se que o inversor seja fixado a pelo menos 10 centímetros de distância do motor. Isso porque o motor aquece durante o funcionamento, podendo superaquecer o inversor. Em relação ao reservatório também é recomendada uma distância de segurança para o inversor de frequência. Muitos climatizadores evaporativos possuem o reservatório em toda a sua base. Como a água no reservatório pode se agitar em todas as direções, é recomendado que o inversor seja posicionado a uma distância segura, ainda que possua vedação. Como posicionar o inversor corretamente? Nos tópicos acima listamos as principais razões pelas quais é importante se atentar ao posicionamento do inversor. Já as imagens abaixo listamos as principais dicas de como instalar o inversor de frequência IRX Pro dentro do climatizador evaporativo. Para mais informações sobre a instalação dos inversores IRX Pro, acesse este post e veja o vídeo de instalação. Deixe seu comentário sobre este post no formulários abaixo.

Internet das coisas (IoT) em sistemas Aquecimento Solar

03/04/2019 - Aquecimento Solar, Controladores de Temperatura, Dicas Ageon
A tecnologia vem avançando em todos os setores do mercado e isso é indiscutível. No segmento de aquecimento solar, por exemplo, a cada dia são lançados coletores mais eficientes, materiais mais avançados e controladores mais inteligentes. Uma tendência que ganha força é a internet das coisas (IoT). Se você é técnico ou instalador de sistemas de aquecimento solar, a internet das coisas pode ser um ótimo diferencial para o seu trabalho. O que é a Internet das Coisas? Em primeiro lugar é necessário esclarecer este conceito. A internet das coisas (do inglês Internet of Things, ou IoT) está diretamente relacionada à conectividade de dispositivos à internet. No entanto, não se tratam apenas dos dispositivos comuns, como computadores e celulares. A conectividade se estende a outros equipamentos, como por exemplo geladeiras, lâmpadas, TVs, entre outros. São os chamados "dispositivos inteligentes". Além da possibilidade de controlar esses dispositivos remotamente, ou seja, através de outros dispositivos online, a IoT ainda traz diversos benefícios. Um deles é a possibilidade de coletar informações, permitindo a tomada de decisões mais inteligentes. Muitos dispositivos IoT possuem sensores que coletam dados. Esses dados posteriormente são tratados e permitem uma compreensão maior do cenário em que o dispositivo está inserido. Alguns exemplos disso são geladeiras que alertam sobre a falta de determinado produto, relógios que monitoram o sono do usuário, etc. IoT em sistemas de Aquecimento Solar Como esses dispositivos inteligentes podem contribuir para o segmento de aquecimento solar? A resposta é bastante ampla. Imagine que você é um instalador e determinado cliente não possui confiança em sistemas de aquecimento solar como uma forma de economia de energia. Com seu celular, você acessa em tempo real uma instalação e mostra para o cliente a temperatura da água no reservatório. Depois disso você abre um relatório dos últimos 30 dias e mostra para o cliente a temperatura da água ao longo do tempo e quantas vezes o apoio elétrico foi acionado. Dessa forma fica muito mais fácil convencer o cliente da eficiência do aquecimento solar. Em outro cenário, imagine que você fez uma instalação em um local distante. Dentro de alguns dias o cliente entra em contato por telefone relatando problemas. Você acessa o dispositivo do cliente enquanto atende a ligação e analisa as informações. De acordo com os dados coletados, você chega à conclusão de que é necessário um ajuste de parâmetro no controlador. Você resolve o problema do cliente diretamente por telefone, sem necessidade de deslocamento até a instalação. Existem diversas outras utilidades para aliar internet das coisas e sistemas de aquecimento solar. Com acesso fácil às informações, técnicos e instaladores ganham uma ferramenta poderosa para provar a eficiência do sistema e para diagnosticar problemas. Além disso, o próprio cliente pode ter acesso ao sistema. Enquanto está no trabalho, por exemplo, o cliente pode verificar a temperatura da água da piscina e planejar seu lazer depois do expediente. Tudo isso faz com que o cliente valorize muito mais o sistema de aquecimento solar e o serviço prestado pelo instalador. Isso facilita a venda e reduz o número de visitas em campo, aumentando o lucro. Como aplicar a IoT em sistemas de Aquecimento Solar? Se você percebe todas as vantagens da internet das coisas e deseja aplicá-la em suas instalações, a Ageon pode ajudar. O ArcSys é um sistema de monitoramento de temperatura online. Com ele é possível acompanhar a temperatura em tempo real, gerar relatórios, configurar alarmes, entre outras funções. Tudo isso a partir de um celular ou computador conectado à internet. Os três sensores de temperatura que acompanham o ArcSys podem ser utilizados para monitorar o coletor, o reservatório e o apoio. Dessa forma é possível visualizar as variações de temperatura ao longo do tempo, em forma de gráficos ou tabelas. O ArcSys também pode ser conectado ao controlador G108 Web. Este controlador automatiza o acionamento da bomba e do apoio. Em conjunto com o ArcSys, todas as informações do controlador podem ser visualizadas remotamente. Até mesmo a alteração de parâmetros pode ser feita através de um celular. Instaladores e técnicos podem ter o controle total do aparelho na palma de suas mãos. Saiba mais sobre o ArcSys e valorize suas instalações de aquecimento solar. Deixe seu comentário sobre este artigo no formulário abaixo.

A importância da manutenção preventiva nas esteiras ergométricas

28/03/2019 - Esteiras Ergométricas, Inversores de Frequência
As esteiras ergométricas estão entre os equipamentos mais disputados da academia. É justamente por isso que os componentes da esteira podem sofrer desgastes e alterações normais de uso. Para evitar problemas na utilização e conservação do aparelho é altamente recomendado realizar manutenções preventivas periodicamente. Por que realizar manutenções preventivas na esteira ergométrica? Uma esteira ergométrica é composta de várias partes que trabalham em conjunto. É o caso, por exemplo, do motor, do inversor de frequência, do painel, da lona, entre outros. De acordo com a intensidade de utilização, estas partes podem apresentar algumas alterações e desgastes. No decorrer do tempo estas alterações podem se acumular, prejudicando a estrutura da esteira ergométrica. Além de danificar o equipamento, isso pode resultar em danos para os usuários. Dessa forma, as manutenções preventivas servem para evitar problemas na esteira ergométrica, mantendo seu funcionamento correto e garantindo a segurança dos usuários. Cuidados diários com a esteira ergométrica Antes mesmo de realizar a manutenção preventiva, alguns cuidados diários podem aumentar a vida útil da esteira ergométrica. O suor e a poeira, por exemplo, podem danificar os componentes eletrônicos da esteira. Por isso é recomendado limpar o painel todos os dias após o uso. Da mesma forma, a limpeza da lona e dos estribos laterais também é importante. Estas áreas acumulam sujeira, suor e oleosidade que podem atingir partes sensíveis da esteira, como o motor e o inversor de frequência. Até mesmo o excesso de lubrificação na lona, por exemplo, pode resultar em curto-circuito no inversor de frequência. Hora da manutenção preventiva: melhor chamar um técnico Apesar de alguns cuidados simples serem indicados para realização diária na academia, existem alguns procedimentos que exigem certo nível de conhecimento técnico. Por esse motivo é muito importante ter um técnico de confiança para fazer a manutenção preventiva da esteira ergométrica. A periodicidade da manutenção preventiva pode variar de acordo com intensidade de uso da esteira ergométrica e também das condições ambientais. Fatores como a temperatura e a umidade do ambiente podem interferir diretamente no acúmulo de resíduos no interior da esteira, causando problemas relacionados à oxidação, corrosão, curto-circuitos, entre outros. Através de uma análise, o técnico de manutenção poderá avaliar o estado da esteira e tomar ações para evitar que tais problemas ocorram. O técnico de manutenção irá verificar toda a estrutura da esteira, se atentando para diversos detalhes. O plug de conexão na tomada, por exemplo, não deve possuir nenhum tipo de deformação causada por aquecimento. A esteira deve estar em uma superfície plana e nivelada, evitando o acúmulo de lubrificação em determinadas áreas da esteira. Os parafusos e porcas devem ser reapertados em caso de afrouxamento. As carenagens e chassis devem ser limpos, retirando todos os resíduos sólidos e líquidos que possam chegar até o conjunto do motor e inversor de frequência. Antes de tudo, utilize equipamentos de qualidade Uma forma de evitar problemas com a esteira e reduzir a frequência das manutenções preventivas é utilizar equipamentos de qualidade. Quando se trata de inversores para esteiras ergométricas, a Ageon tem a solução certa para você: a linha IEX70. Os inversores IEX70 possuem gabinete de proteção que dificulta a entrada de resíduos e aumenta sua vida útil. Além disso, possuem proteção contra sobrecorrente, desativando o equipamento caso a corrente solicitada pelo motor seja maior do que o limite suportado. Outra vantagem dos inversores IEX70 é a facilidade de instalação e configuração. Não é a toa que seu slogan é "instalou, ligou". Todas as configurações desses inversores são realizadas diretamente em uma chave DIP e em poucos minutos já é possível ver a esteira em funcionamento. A linha IEX70 é indicada para esteiras ergométricas com motores de até 8,5A. Sua alimentação é bivolt (110V/220V) e são compatíveis com os principais painéis do mercado. Que tal saber mais sobre a linha IEX70? Deixe seu comentário, crítica ou sugestão sobre o post no formulário abaixo.

Aquecimento solar por tubo a vácuo: quais as vantagens?

20/03/2019 - Aquecimento Solar, Controladores de Temperatura, Dicas Ageon
Sistemas de aquecimento solar são muito buscados, tanto pela economia de energia elétrica quanto pelo apelo ambiental. O sistema mais comum no Brasil hoje é o sistema de coletores com placas planas, porém outro tipo de tecnologia vem ganhando espaço: o aquecimento solar por coletores tubo a vácuo. Apesar de não ser algo tão recente, os sistemas de aquecimento a vácuo ainda não são maioria nos telhados de casas e estabelecimentos. No entanto, essa tecnologia possui diversas vantagens em comparação com o sistema tradicional. Neste post você vai conhecer algumas destas vantagens. Isolamento térmico A primeira e principal vantagem dos coletores a vácuo é o isolamento térmico. De acordo com as leis da termodinâmica, o vácuo impede a perda de calor através da condução e da convecção. Assim, os tubos de vidro que compõem os coletores a vácuo são muito mais eficientes na absorção do calor do Sol, com menor perda para o ambiente. Em outras palavras, depois que a água é aquecida nos coletores, ela permanece quente por mais tempo mesmo que a incidência de Sol diminua. Como a água fica mais tempo aquecida, a utilização do apoio elétrico ou a gás diminui, resultando em economia de energia. Altas temperaturas Justamente por manter o calor por mais tempo, os coletores por tubo a vácuo atingem temperatura mais elevadas. Enquanto os coletores planos chegam a temperaturas em torno de 60°C, os coletores a vácuo podem atingir temperaturas acima de 100°C. Dessa forma, além do aquecimento para banho e piscinas, o aquecimento por tubo a vácuo pode ser utilizado para aquecimento de ambiente e também para processos industriais. Mais rendimento, menos consumo de energia Muitos sistemas de aquecimento solar dependem exclusivamente do calor do Sol para aquecer a água. No entanto, muitos outros possuem um sistema de apoio, que aquece a água do reservatório caso a incidência de Sol seja insuficiente. A maioria dos sistemas utiliza apoio elétrico ou a gás. Acontece que geralmente o apoio consome mais energia do que a bomba de circulação. Conforme citamos acima, os coletores a vácuo mantêm a temperatura da água por mais tempo. Isso significa que utilizar coletores tubo a vácuo diminui a quantidade de vezes que o apoio é acionado. Quanto menos acionamentos, menor o consumo de energia e maior a economia. Coletor congelando? Não com tubo a vácuo A estrutura dos coletores a vácuo é mais resistente ao frio. Isso é uma vantagem principalmente para regiões onde a temperatura chega a valores abaixo de 0°C. Apesar desta resistência, ainda assim é recomendada a utilização de um controlador com sistema anti-congelamento. Esses aparelhos acionam a bomba automaticamente quando a temperatura dos coletores fica abaixo de determinado valor. Isso evita o congelamento da água dentro dos coletores. Maior vida útil Coletores por tubo a vácuo possuem uma estrutura física mais robusta e complexa (com vidro). Isso requer maior cuidado tanto na instalação quanto na utilização. Entretanto, caso seja projetado corretamente, o sistema a vácuo tende a ter uma vida útil maior comparada a coletores planos. Os coletores por tubo a vácuo possuem diversas vantagens e trazem muitos benefícios para um sistema de aquecimento solar. Porém, existem alguns cuidados extras que devem ser tomados no projeto. Sua estrutura trabalha com pressões maiores comparadas a outros coletores e um problema relacionado à pressão poderá trincar ou romper completamente a tubulação de vidro. Outro fator que pode ocasionar dano ao vidro é choque térmico decorrente da passagem abrupta de água fria na tubulação quente ou vice-versa. Controladores de temperatura para aquecimento solar com tubo a vácuo Um fator muito importante para a eficiência de um sistema de aquecimento solar é o controlador de temperatura. É ele que controla os elementos do sistema, como a bomba e o apoio, por exemplo.A Ageon possui diversos modelos de controladores de temperatura para aquecimento solar. São modelos com acionamento automático da bomba e opções com acionamento de apoio, agenda de eventos, entre outros recursos. Conheça o controlador ideal para seu sistema de aquecimento solar. Para sistemas com tubo a vácuo, recomendamos os controladores AutomaSol TDA para aplicações em que o coletor atinge até 100°C e os controladores SolarTouch, para coletores que atingem temperaturas até 200°C. Qual a sua opinião sobre o post acima? Deixe seu comentário.

Chocadeira com lâmpada ou resistência: qual a melhor opção?

13/03/2019 - Chocadeiras, Controladores de Temperatura
Que o controle de temperatura é essencial para a eficiência da chocadeira já é sabido de todos. A temperatura no interior da chocadeira deve se manter o mais estável possível para que a taxa de eclosão seja satisfatória. Por isso esses equipamentos costumam utilizar um termostato digital para acionar um sistema de aquecimento. Geralmente são utilizados um destes dois tipos de aquecimento: lâmpada ou resistência elétrica. Neste post vamos apresentar as características de ambos para que você possa escolher a melhor opção. Saída a relé ou Saída TRIAC? Antes de explicarmos as diferenças de utilizar lâmpada ou resistência elétrica na sua chocadeira, é importante esclarecermos uma informação sobre os controladores de temperatura. Geralmente os controladores destinados ao mercado de chocadeiras possuem uma saída específica para o controle de temperatura e saídas extras para outras funções (viragem dos ovos, controle de umidade, entre outras). As saídas para temperatura costumam se dividir em dois grupos: relé ou TRIAC. A saída a relé funciona como um interruptor automático e é a mais comum. Ela irá acionar o sistema de aquecimento quando a temperatura estiver muito baixa e manterá acionado até que o setpoint seja atingido. A partir daí o liga e desliga do controlador é comandado pela histerese (diferença entre temperatura ambiente e setpoint). Já a saída TRIAC funciona de forma diferente e geralmente está associada ao controle PID. Ela aciona o sistema de aquecimento através de pulsos elétricos intermitentes que tendem a diminuir conforme a temperatura da chocadeira se aproxima do setpoint. Isso garante muito mais precisão e estabilidade no controle de temperatura da chocadeira, aumentando sua eficiência. Uma lâmpada ligada à saída TRIAC de um controlador pode ficar piscando repetidamente. Este comportamento é completamente normal e se deve aos pulsos elétricos emitidos pelo controlador. A mesma coisa ocorre quando são utilizadas resistências. No entanto, como estas não emitem luz, os pulsos elétricos não podem ser vistos. Lâmpada ou resistência elétrica: qual a melhor para a chocadeira? Os controladores de temperatura para chocadeiras geralmente podem acionar tanto lâmpadas quanto resistências elétricas. Veja abaixo as principais características de ambas as alternativas e escolha a melhor de acordo com a sua necessidade. Chocadeiras com aquecimento por lâmpadas As chocadeiras com lâmpadas foram extremamente comuns no mercado há alguns anos, mas vêm perdendo espaço. Em sua maior parte são chocadeiras caseiras, ou seja, fabricadas pelos próprios utilizadores. Geralmente são equipamentos com custo reduzido e para um número baixo de ovos. Chocadeiras que são aquecidas por lâmpadas tendem a possuir uma menor capacidade de troca de calor, mesmo que possuam um cooler para circulação do ar. Isso ocorre porque o calor está limitado à incidência luminosa das lâmpadas, ou seja, os ovos que não estiverem com tanta incidência de luz tendem a aquecer menos, gerando um desequilíbrio no tempo de chocagem de cada ovo. Este é um dos motivos pelo qual o aquecimento por lâmpadas não costuma ser utilizado para chocadeiras maiores. Apesar de o custo inicial ser menor comparado às resistências elétricas, o uso de lâmpadas gera um custo maior a longo prazo. Isso porque a vida útil das lâmpadas é menor, ou seja, será necessário substituí-las com certa frequência. É importante citar que nem todas as lâmpadas são adequadas ao uso em chocadeiras. Lâmpadas fluorescentes, por exemplo, não geram calor suficiente para aquecer os ovos a uma temperatura adequada. Se você optar por utilizar lâmpadas em sua chocadeira, certifique-se de que ela atinge a temperatura necessária antes de realizar a primeira chocagem. Chocadeiras com aquecimento por resistências elétricas As resistências elétricas possuem diversas vantagens em relação às lâmpadas para aquecimento da chocadeira. Por isso, a maioria dos fabricantes de chocadeiras utiliza resistências como sistema de aquecimento. As resistências elétricas utilizadas em chocadeiras foram desenvolvidas justamente para aquecer um ambiente. Por este motivo, alcançam maiores temperaturas. Caso a chocadeira tenha um cooler corretamente dimensionado, a troca de calor no ambiente será maior e consequentemente a chocagem será mais eficiente comparada a utilização de lâmpadas. Sendo assim a chocadeira será capaz de chocar mais ovos numa mesma leva, permitindo a construção de chocadeiras maiores. Apesar de possuir maior custo inicial comparado às lâmpadas, o uso de resistências gera economia a longo prazo. Isso porque a durabilidade das resistências é muito maior do que a de lâmpadas. Além disso, as resistências são mais eficientes na conversão de energia elétrica em calor. E agora, qual opção escolher? Depois de conhecer mais sobre as duas opções, chega a hora de escolher: lâmpada ou resistência? A verdade é que para a grande maioria dos casos a utilização de resistências elétricas será mais vantajosa. No entanto, devido ao custo inicial mais baixo, a utilização de lâmpadas incandescentes ainda pode ser vista em chocadeiras de menor porte. Independente da escolha, o fato é que para que a temperatura da chocadeira se mantenha estável é necessário um controlador de qualidade. E é neste ponto que a Ageon pode ajudar. Oferecemos diversos modelos de controladores de temperatura para chocadeiras, desde modelos básicos até modelos com controle de umidade. Os modelos G103 Color e K103, por exemplo, possuem uma saída a relé para controle de temperatura e uma saída a relé com temporização para viragem dos ovos. Já os modelos G103 PID e K103 PID possuem controle PID de temperatura, ou seja, garantem muito mais precisão e estabilidade térmica. Também possuem uma saída a relé temporizada para viragem dos ovos. Existe ainda o modelo K103 PID U, que além de todos os recursos do controlador K103 PID ainda possui controle de umidade para que sua chocadeira trabalhe em máxima eficiência. O que você achou deste post? Deixe seu comentário abaixo.

Configurando temperatura e umidade com o controlador K103 PID U

06/03/2019 - Chocadeiras, Como Configurar, Controladores de Temperatura, Dicas Ageon
O controle de temperatura e umidade é utilizado em diversas aplicações, desde chocadeiras até câmaras de maturação para charcutaria, por exemplo. Neste post vamos demonstrar passo a passo como ajustar a temperatura e a umidade com o controlador K103 PID U. K103 PID U - Controle de temperatura e umidade Depois que seu controlador estiver devidamente instalado, é hora de configurar os setpoints de temperatura e umidade. No passo a passo abaixo descrevemos como ajustar esses dois parâmetros: Com o controlador na tela principal, pressione a tecla CIMA uma vez. O visor irá exibir "ST1", ou seja, o setpoint de temperatura. Pressione a tecla SET e a mantenha pressionada. O visor irá exibir o setpoint de temperatura atual. Ainda com a tecla SET pressionada, utilize as teclas CIMA e BAIXO para alterar o setpoint de temperatura. Depois de alcançar o valor de temperatura desejada, solte todas as teclas. O visor irá exibir novamente "ST1". Pressione a tecla CIMA outra vez. O visor irá exibir "ST2", ou seja, o setpoint de umidade. Pressione a tecla SET e a mantenha pressionada. O visor irá exibir o setpoint de umidade atual. Ainda com a tecla SET pressionada, utilize as teclas CIMA e BAIXO para alterar o setpoint de umidade. Depois de alcançar o valor de umidade desejada, solte todas as teclas. Pronto! As configurações de temperatura e umidade foram realizadas. Depois de alguns segundos sem pressionar nenhuma tecla o controlador voltará a exibir a temperatura e a umidade medidas pelo sensor. Saiba mais sobre o controlador K103 PID U Os controladores de temperatura e umidade K103 PID U foram desenvolvido especialmente para trazer mais eficiência no controle de temperatura e umidade. Por isso esse modelo possui três saídas: uma para temperatura, uma para umidade e uma saída auxiliar. A saída de temperatura possui controle PID, ou seja, aciona uma resistência de forma proporcional à necessidade. Isso garante muito mais precisão e estabilidade no controle térmico. Porém, esta saída também pode ser utilizada para refrigeração. Dessa forma ela pode acionar um compressor, por exemplo, atuando como controlador on-off. A saída de umidade é uma saída a relé que pode ser ligada a um umidificador ou desumidificador, por exemplo. No caso de chocadeiras, é comum ser ligado a uma resistência submersa. Se você deseja saber como controlar a umidade dentro da chocadeira, este post pode ser útil. Já a saída auxiliar do controlador K103 PID U possui diversas funções. Embora geralmente seja utilizada para acionamento do motor de viragem dos ovos em chocadeiras, essa saída permite também a configuração de um segundo estágio de temperatura ou umidade. Deixe sua dúvida, sugestão ou opinião nos comentários abaixo. .schema-how-to-step-text{text-align:center} .schema-how-to-step-text img{max-width:200px !important;}