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Reduzindo o tempo e o custo de suporte aos seus clientes com o ArcSys

19/06/2019 - Aquecimento Solar, Controladores de Temperatura, Dicas Ageon, Refrigeração
Se você trabalha com controladores de temperatura e presta suporte aos seus clientes, este post é para você. Independente do mercado que você trabalhe, seja aquecimento solar, refrigeração comercial ou câmaras frigoríficas, por exemplo, sempre é necessário prestar suporte aos clientes. Por mais que precauções sejam tomadas, imprevistos acontecem e muitas vezes é necessário se deslocar até o cliente para resolver possíveis problemas. No entanto, esse custo de suporte nem sempre é compensado. Além disso, o tempo e o deslocamento para resolver essas situações podem tornar o suporte ao cliente algo bastante caro. Diminua o tempo e o custo de suporte com o ArcSys Você sabia que um sistema de monitoramento de temperatura online pode ajudar a resolver estas situações? Imagine que um cliente entre em contato relatando um problema e que, em poucos minutos, você consiga resolver a situação diretamente pelo seu celular. Parece ótimo, certo? É justamente isso que vamos apresentar a seguir. Veja como as ferramentas disponíveis no ArcSys podem auxiliar na prestação de suporte remoto. Resolvendo problemas remotamente com o ArcSys Nos tópicos abaixo demonstramos solicitações comuns que podem ser resolvidas com o sistema de monitoramento ArcSys sem a necessidade de deslocamento. Veja as dúvidas que os clientes podem lhe encaminhar e o que você pode fazer diretamente pelo seu celular para resolver a situação. O compressor ou resistência não acionaGeladeira ou expositor com formação de geloIdentificação de manutenção preventivaAlerta de falhas O compressor ou resistência não aciona Caso o cliente relate que uma das saídas do controlador não está sendo acionada é preciso identificar a origem do problema. Geralmente isso pode ocorrer por três motivos: configuração incorreta, problema na ligação ou defeito na carga (compressor, resistência, entre outros). Ao acessar o ArcSys do cliente, você pode verificar a listagem de parâmetros do controlador em questão. É comum que a carga não seja acionada devido a um parâmetro de temporização, por exemplo. Se isso for identificado, altere os parâmetros diretamente pelo ArcSys e verifique se o problema for resolvido. Caso os parâmetros estejam corretamente configurados, você pode verificar se o controlador enviou o comando para acionar a carga. Isso é possível através da página de relatórios, que indica quais cargas foram acionadas em cada período de tempo. Se não houver nenhum acionamento registrado na coluna "Estado", revise os parâmetros. É possível que o Setpoint esteja mal configurado, por exemplo, ou que algum outro parâmetro esteja impedindo o acionamento. Caso a carga esteja acionada no relatório e o cliente relate que ela continua desligada, provavelmente há algum problema na instalação. Nesse caso será necessário se deslocar ao cliente para verificar a ligação elétrica e o estado da carga. Geladeira ou expositor com formação de gelo Se um cliente relatar a formação de gelo no equipamento, isso pode ser facilmente resolvido com o ArcSys. Na maioria dos casos esse problema ocorre quando as configurações de degelo estão configuradas de forma incorreta. Nesse caso, você pode acessar os parâmetros do controlador no ArcSys e alterar a duração e o intervalo de degelo. Dessa forma, o degelo pode acontecer em uma frequência maior ou ter uma duração maior. Assim é possível configurar o degelo de acordo com a necessidade do cliente sem que seja preciso se deslocar ao local nenhuma vez. Identificação de manutenção preventiva Outra vantagem de utilizar um sistema de monitoramento online é identificar a necessidade de manutenção preventiva. Acessando os relatórios gráficos do ArcSys é possível verificar o desempenho do equipamento durante um período de tempo específico. Na figura abaixo é possível observar uma anomalia na temperatura do refrigerador, e baseado nesse gráfico é possível entender que está havendo congelamento no evaporador, permitindo tomar a ação de alteração do tempo de degelo, ou manutenção da resistência em caso de degelo elétrico. Alerta de falhas Sem dúvidas, um dos principais recursos do ArcSys é o envio de alarmes caso a temperatura do equipamento saia de uma faixa programada. Em primeiro lugar esse sistema permite que seus clientes tomem uma ação paliativa para evitar a perda de mercadoria. No entanto esses alarmes também são úteis para o técnico ou instalador. Isso porque, caso também receba o e-mail de alerta, este profissional pode se adiantar para entrar em contato com o cliente e verificar se algum equipamento está apresentando defeito. Vale ressaltar que o sistema de alarme via e-mail é dependente de uma boa conexão de internet. Entretanto existe uma saída digital para acionamento de um sinaleiro ou sirene com intuito de avisar o cliente que está ocorrendo alguma anomalia. Que tal saber mais sobre como o ArcSys pode reduzir seu custo de suporte aos clientes? Deixe seu comentário abaixo.

Por que utilizar um sistema de monitoramento de temperatura na nuvem?

08/05/2019 - Controladores de Temperatura, Dicas Ageon, Refrigeração
Você sabe o que é um sistema de monitoramento de temperatura na nuvem? Neste post vamos falar sobre como esses sistemas dão tranquilidade e comodidade para técnicos, instaladores e também para proprietários de estabelecimentos. O que é o monitoramento de temperatura na nuvem? Sistemas de monitoramento de temperatura estão no mercado há alguns anos. De modo geral, esses sistemas permitem a supervisão online de controladores de temperatura, ou seja, é possível visualizar a temperatura dos seus equipamentos utilizando um dispositivo conectado à internet. No entanto, muitos sistemas como estes possuem uma instalação complexa e exigem conhecimentos avançados em informática. Recentemente surgiram no mercado os sistemas de monitoramento de temperatura na nuvem. É o caso do ArcSys Cloud, por exemplo. Utilizar um sistema na nuvem é muito mais prático e seguro do que os sistemas tradicionais. Mas o que é um sistema na nuvem? O conceito de "nuvem" está diretamente ligado à internet das coisas (IoT). Um serviço na nuvem não precisa da instalação de aplicativos e nem mesmo de armazenamento de dados. Isso ocorre porque são utilizados servidores remotos, localizados em centros de processamento de dados. Por isso seu acesso é muito mais fácil e rápido, além de agilizar o trabalho dos técnicos durante a instalação. Sistemas de monitoramento de temperatura: Tradicional vs. Nuvem De modo geral as plataformas na nuvem possuem diversas vantagens em relação às plataformas tradicionais. Nos itens abaixo você verá a comparação do ArcSys Cloud com sistemas de monitoramento tradicionais encontrados no mercado. Sobre a estrutura Os sistemas de monitoramento de temperatura disponíveis no mercado geralmente exigem uma estrutura para funcionar. Em muitos casos é necessário um computador ligado 24 horas por dia e também a instalação de um programa específico. Sempre que um usuário deseja monitorar a temperatura do equipamento, na verdade ele estará acessando as informações salvas neste computador. Isso significa maior custo de instalação e consumo de energia mais elevado devido à exigência do computador. Enquanto isso, um sistema como o ArcSys Cloud funciona em servidores na nuvem, ou seja, não é preciso instalar nenhum programa e nem mesmo um computador dedicado. Para acessar as informações, basta um celular conectado à internet. O ArcSys Cloud é acessado diretamente do navegador (como o Google Chrome, Safari, entre outros) através do endereço http://arcsys.cloud. Isso significa menor custo inicial e mais economia ao longo do tempo. Segurança das informações As informações salvas por um sistema de monitoramento devem ficar armazenadas em algum local. Nos sistemas tradicionais esse local costuma ser o computador citado no item acima, enquanto nos sistemas na nuvem as informações ficam salvas online e possuem backup de segurança. Na prática, isso significa que nos sistemas tradicionais as informações estão suscetíveis a roubos, incêndios e outros riscos. Qualquer um destes incidentes resultaria na perda total de todos os dados registrados. Já em um sistema na nuvem, como o ArcSys Cloud, a informação está armazenada em um grande servidor. Mesmo que um incidente ocorra e o servidor seja destruído, as informações possuem cópia de segurança que tornam praticamente impossível a perda dos dados. Quantidade de pontos de monitoramento A maior parte dos sistemas de monitoramento tradicionais permite um número limitado de pontos de monitoramento. Isso ocorre por diversos motivos, mas principalmente por limitações técnicas dos equipamentos. Já os sistemas de monitoramento na nuvem possuem sistemas mais robustos, pois estão baseados em servidores poderosos. Isso permite um maior número de pontos de monitoramento em uma mesma tela. O ArcSys Cloud, por exemplo, pode exibir um número virtualmente ilimitado de pontos de monitoramento em uma mesma tela. Isso é muito útil para técnicos e instaladores que oferecem o serviço de monitoramento para os seus clientes e também para empresas que possuem várias filiais. Configuração de alarmes Ambos os sistemas de monitoramento, tanto os tradicionais quanto os na nuvem, permitem a configuração de alarmes por e-mail. No entanto, os sistemas tradicionais costumam alertar os usuários apenas caso a temperatura dos equipamentos saia de uma faixa programada. Já os sistemas na nuvem possuem outras formas de alertar os usuários de que algo de errado ocorreu. Além dos alertas de temperatura, o ArcSys Cloud informa os contatos cadastrados sempre que houver uma queda na energia elétrica ou problemas na internet. Entre outros benefícios, isso pode evitar grandes prejuízos com perda de mercadorias. Desejo mais informações sobre essa tecnologia. E agora? Se você acha que um sistema de monitoramento de temperatura na nuvem pode ser útil para você, a Ageon pode ajudar. Se você é um técnico ou instalador, oferecer um serviço de monitoramento para os seus clientes pode ser um diferencial no mercado. Se você possui um estabelecimento e precisa de monitoramento da sua mercadoria, um sistema na nuvem pode ser a solução ideal para você. A Ageon possui o ArcSys Cloud que foi feito especialmente para estes casos. Com ele é possível monitorar os equipamentos em tempo real, gerar relatórios e configurar alarmes. Tudo isso com alguns poucos toques na tela do seu celular. Que tal saber mais sobre esta tecnologia? Acesse a página o ArcSys Cloud e fique por dentro.

Internet das coisas (IoT) em sistemas Aquecimento Solar

03/04/2019 - Aquecimento Solar, Controladores de Temperatura, Dicas Ageon
A tecnologia vem avançando em todos os setores do mercado e isso é indiscutível. No segmento de aquecimento solar, por exemplo, a cada dia são lançados coletores mais eficientes, materiais mais avançados e controladores mais inteligentes. Uma tendência que ganha força é a internet das coisas (IoT). Se você é técnico ou instalador de sistemas de aquecimento solar, a internet das coisas pode ser um ótimo diferencial para o seu trabalho. O que é a Internet das Coisas? Em primeiro lugar é necessário esclarecer este conceito. A internet das coisas (do inglês Internet of Things, ou IoT) está diretamente relacionada à conectividade de dispositivos à internet. No entanto, não se tratam apenas dos dispositivos comuns, como computadores e celulares. A conectividade se estende a outros equipamentos, como por exemplo geladeiras, lâmpadas, TVs, entre outros. São os chamados "dispositivos inteligentes". Além da possibilidade de controlar esses dispositivos remotamente, ou seja, através de outros dispositivos online, a IoT ainda traz diversos benefícios. Um deles é a possibilidade de coletar informações, permitindo a tomada de decisões mais inteligentes. Muitos dispositivos IoT possuem sensores que coletam dados. Esses dados posteriormente são tratados e permitem uma compreensão maior do cenário em que o dispositivo está inserido. Alguns exemplos disso são geladeiras que alertam sobre a falta de determinado produto, relógios que monitoram o sono do usuário, etc. IoT em sistemas de Aquecimento Solar Como esses dispositivos inteligentes podem contribuir para o segmento de aquecimento solar? A resposta é bastante ampla. Imagine que você é um instalador e determinado cliente não possui confiança em sistemas de aquecimento solar como uma forma de economia de energia. Com seu celular, você acessa em tempo real uma instalação e mostra para o cliente a temperatura da água no reservatório. Depois disso você abre um relatório dos últimos 30 dias e mostra para o cliente a temperatura da água ao longo do tempo e quantas vezes o apoio elétrico foi acionado. Dessa forma fica muito mais fácil convencer o cliente da eficiência do aquecimento solar. Em outro cenário, imagine que você fez uma instalação em um local distante. Dentro de alguns dias o cliente entra em contato por telefone relatando problemas. Você acessa o dispositivo do cliente enquanto atende a ligação e analisa as informações. De acordo com os dados coletados, você chega à conclusão de que é necessário um ajuste de parâmetro no controlador. Você resolve o problema do cliente diretamente por telefone, sem necessidade de deslocamento até a instalação. Existem diversas outras utilidades para aliar internet das coisas e sistemas de aquecimento solar. Com acesso fácil às informações, técnicos e instaladores ganham uma ferramenta poderosa para provar a eficiência do sistema e para diagnosticar problemas. Além disso, o próprio cliente pode ter acesso ao sistema. Enquanto está no trabalho, por exemplo, o cliente pode verificar a temperatura da água da piscina e planejar seu lazer depois do expediente. Tudo isso faz com que o cliente valorize muito mais o sistema de aquecimento solar e o serviço prestado pelo instalador. Isso facilita a venda e reduz o número de visitas em campo, aumentando o lucro. Como aplicar a IoT em sistemas de Aquecimento Solar? Se você percebe todas as vantagens da internet das coisas e deseja aplicá-la em suas instalações, a Ageon pode ajudar. O ArcSys é um sistema de monitoramento de temperatura online. Com ele é possível acompanhar a temperatura em tempo real, gerar relatórios, configurar alarmes, entre outras funções. Tudo isso a partir de um celular ou computador conectado à internet. Os três sensores de temperatura que acompanham o ArcSys podem ser utilizados para monitorar o coletor, o reservatório e o apoio. Dessa forma é possível visualizar as variações de temperatura ao longo do tempo, em forma de gráficos ou tabelas. O ArcSys também pode ser conectado ao controlador G108 Web. Este controlador automatiza o acionamento da bomba e do apoio. Em conjunto com o ArcSys, todas as informações do controlador podem ser visualizadas remotamente. Até mesmo a alteração de parâmetros pode ser feita através de um celular. Instaladores e técnicos podem ter o controle total do aparelho na palma de suas mãos. Saiba mais sobre o ArcSys e valorize suas instalações de aquecimento solar. Deixe seu comentário sobre este artigo no formulário abaixo.

Aquecimento solar por tubo a vácuo: quais as vantagens?

20/03/2019 - Aquecimento Solar, Controladores de Temperatura, Dicas Ageon
Sistemas de aquecimento solar são muito buscados, tanto pela economia de energia elétrica quanto pelo apelo ambiental. O sistema mais comum no Brasil hoje é o sistema de coletores com placas planas, porém outro tipo de tecnologia vem ganhando espaço: o aquecimento solar por coletores tubo a vácuo. Apesar de não ser algo tão recente, os sistemas de aquecimento a vácuo ainda não são maioria nos telhados de casas e estabelecimentos. No entanto, essa tecnologia possui diversas vantagens em comparação com o sistema tradicional. Neste post você vai conhecer algumas destas vantagens. Isolamento térmico A primeira e principal vantagem dos coletores a vácuo é o isolamento térmico. De acordo com as leis da termodinâmica, o vácuo impede a perda de calor através da condução e da convecção. Assim, os tubos de vidro que compõem os coletores a vácuo são muito mais eficientes na absorção do calor do Sol, com menor perda para o ambiente. Em outras palavras, depois que a água é aquecida nos coletores, ela permanece quente por mais tempo mesmo que a incidência de Sol diminua. Como a água fica mais tempo aquecida, a utilização do apoio elétrico ou a gás diminui, resultando em economia de energia. Altas temperaturas Justamente por manter o calor por mais tempo, os coletores por tubo a vácuo atingem temperatura mais elevadas. Enquanto os coletores planos chegam a temperaturas em torno de 60°C, os coletores a vácuo podem atingir temperaturas acima de 100°C. Dessa forma, além do aquecimento para banho e piscinas, o aquecimento por tubo a vácuo pode ser utilizado para aquecimento de ambiente e também para processos industriais. Mais rendimento, menos consumo de energia Muitos sistemas de aquecimento solar dependem exclusivamente do calor do Sol para aquecer a água. No entanto, muitos outros possuem um sistema de apoio, que aquece a água do reservatório caso a incidência de Sol seja insuficiente. A maioria dos sistemas utiliza apoio elétrico ou a gás. Acontece que geralmente o apoio consome mais energia do que a bomba de circulação. Conforme citamos acima, os coletores a vácuo mantêm a temperatura da água por mais tempo. Isso significa que utilizar coletores tubo a vácuo diminui a quantidade de vezes que o apoio é acionado. Quanto menos acionamentos, menor o consumo de energia e maior a economia. Coletor congelando? Não com tubo a vácuo A estrutura dos coletores a vácuo é mais resistente ao frio. Isso é uma vantagem principalmente para regiões onde a temperatura chega a valores abaixo de 0°C. Apesar desta resistência, ainda assim é recomendada a utilização de um controlador com sistema anti-congelamento. Esses aparelhos acionam a bomba automaticamente quando a temperatura dos coletores fica abaixo de determinado valor. Isso evita o congelamento da água dentro dos coletores. Maior vida útil Coletores por tubo a vácuo possuem uma estrutura física mais robusta e complexa (com vidro). Isso requer maior cuidado tanto na instalação quanto na utilização. Entretanto, caso seja projetado corretamente, o sistema a vácuo tende a ter uma vida útil maior comparada a coletores planos. Os coletores por tubo a vácuo possuem diversas vantagens e trazem muitos benefícios para um sistema de aquecimento solar. Porém, existem alguns cuidados extras que devem ser tomados no projeto. Sua estrutura trabalha com pressões maiores comparadas a outros coletores e um problema relacionado à pressão poderá trincar ou romper completamente a tubulação de vidro. Outro fator que pode ocasionar dano ao vidro é choque térmico decorrente da passagem abrupta de água fria na tubulação quente ou vice-versa. Controladores de temperatura para aquecimento solar com tubo a vácuo Um fator muito importante para a eficiência de um sistema de aquecimento solar é o controlador de temperatura. É ele que controla os elementos do sistema, como a bomba e o apoio, por exemplo.A Ageon possui diversos modelos de controladores de temperatura para aquecimento solar. São modelos com acionamento automático da bomba e opções com acionamento de apoio, agenda de eventos, entre outros recursos. Conheça o controlador ideal para seu sistema de aquecimento solar. Para sistemas com tubo a vácuo, recomendamos os controladores AutomaSol TDA para aplicações em que o coletor atinge até 100°C e os controladores SolarTouch, para coletores que atingem temperaturas até 200°C. Qual a sua opinião sobre o post acima? Deixe seu comentário.

Configurando temperatura e umidade com o controlador K103 PID U

06/03/2019 - Chocadeiras, Como Configurar, Controladores de Temperatura, Dicas Ageon
O controle de temperatura e umidade é utilizado em diversas aplicações, desde chocadeiras até câmaras de maturação para charcutaria, por exemplo. Neste post vamos demonstrar passo a passo como ajustar a temperatura e a umidade com o controlador K103 PID U. K103 PID U - Controle de temperatura e umidade Depois que seu controlador estiver devidamente instalado, é hora de configurar os setpoints de temperatura e umidade. No passo a passo abaixo descrevemos como ajustar esses dois parâmetros: Com o controlador na tela principal, pressione a tecla CIMA uma vez. O visor irá exibir "ST1", ou seja, o setpoint de temperatura. Pressione a tecla SET e a mantenha pressionada. O visor irá exibir o setpoint de temperatura atual. Ainda com a tecla SET pressionada, utilize as teclas CIMA e BAIXO para alterar o setpoint de temperatura. Depois de alcançar o valor de temperatura desejada, solte todas as teclas. O visor irá exibir novamente "ST1". Pressione a tecla CIMA outra vez. O visor irá exibir "ST2", ou seja, o setpoint de umidade. Pressione a tecla SET e a mantenha pressionada. O visor irá exibir o setpoint de umidade atual. Ainda com a tecla SET pressionada, utilize as teclas CIMA e BAIXO para alterar o setpoint de umidade. Depois de alcançar o valor de umidade desejada, solte todas as teclas. Pronto! As configurações de temperatura e umidade foram realizadas. Depois de alguns segundos sem pressionar nenhuma tecla o controlador voltará a exibir a temperatura e a umidade medidas pelo sensor. Saiba mais sobre o controlador K103 PID U Os controladores de temperatura e umidade K103 PID U foram desenvolvido especialmente para trazer mais eficiência no controle de temperatura e umidade. Por isso esse modelo possui três saídas: uma para temperatura, uma para umidade e uma saída auxiliar. A saída de temperatura possui controle PID, ou seja, aciona uma resistência de forma proporcional à necessidade. Isso garante muito mais precisão e estabilidade no controle térmico. Porém, esta saída também pode ser utilizada para refrigeração. Dessa forma ela pode acionar um compressor, por exemplo, atuando como controlador on-off. A saída de umidade é uma saída a relé que pode ser ligada a um umidificador ou desumidificador, por exemplo. No caso de chocadeiras, é comum ser ligado a uma resistência submersa. Se você deseja saber como controlar a umidade dentro da chocadeira, este post pode ser útil. Já a saída auxiliar do controlador K103 PID U possui diversas funções. Embora geralmente seja utilizada para acionamento do motor de viragem dos ovos em chocadeiras, essa saída permite também a configuração de um segundo estágio de temperatura ou umidade. Deixe sua dúvida, sugestão ou opinião nos comentários abaixo. .schema-how-to-step-text{text-align:center} .schema-how-to-step-text img{max-width:200px !important;}

Testando a saída a relé de um controlador de temperatura

27/02/2019 - Como Configurar, Controladores de Temperatura, Dicas Ageon
Você instala um controlador de temperatura tomando todos os cuidados e seguindo as orientações do manual técnico, mas a carga não aciona. O que fazer? Neste post vamos dar dicas de como testar a saída a relé do controlador e resolver o seu problema. Itens necessários para o teste das saídas a relé Em primeiro lugar é importante ter em mãos um multímetro de qualidade. Essa ferramenta permitirá medir a tensão nas saídas do controlador e identificar a origem do problema. Como testar a saída a relé do controlador de temperatura? Para a realização do teste, estamos considerando que o controlador está instalado conforme seu respectivo manual técnico. Acesse esta página para ter acesso aos manuais técnicos dos controladores de temperatura Ageon. Desligue seu equipamento e remova a carga Antes de mais nada é necessário remover a ligação da carga no controlador. Para isso, desligue seu equipamento e remova as conexões da carga nos bornes correspondentes.É importante se atentar à forma que a saída a relé do controlador é alimentada. Alguns modelos possuem saídas com contato seco, ou seja, precisam de um jumper entre dois bornes para que o relé seja alimentado. Nesses casos remova apenas a ligação da carga, mantendo o jumper conforme o esquema presente no manual.Após a remoção da carga, energize o aparelho. Verifique o funcionamento dos LEDs Os controladores de temperatura Ageon possuem LEDs que indicam o funcionamento das saídas. Para realizar o teste da saída a relé é necessário que o LED correspondente esteja aceso.Se o LED indicativo da saída a relé estiver apagado é preciso forçar seu acionamento. Cada modelo de controlador de temperatura possui uma forma de acionamento forçado, seja através de uma tecla ou de um conjunto de teclas. Consulte o manual técnico do produto para ter acesso a esta informação. Ajuste o multímetro para medição de tensão Com o controlador energizado e o LED indicativo aceso é hora de utilizar o multímetro para verificar a tensão de saída (voltagem). Para isso, o multímetro deve ser ajustado para medição de tensão alternada.É importante informar que dependendo do modelo de multímetro o ajuste de tensão alternada pode possuir diversas nomenclaturas. Entre as mais comuns estão V, Ṽ, ACV, VAC e Voltage, por exemplo.Outra questão importante é a escala. Alguns multímetros possuem escalas de medição de tensão, que deve estar de acordo com o valor de tensão a ser medido. Em um multímetro com escalas de 0 a 200V ou 200V a 750V, por exemplo, a primeira escala deve ser utilizada para redes de 110V, enquanto a segunda escala deve ser utilizada para redes 220V. Conecte o multímetro nos terminais do controlador Com o multímetro devidamente ajustado, encoste as ponteiras nos terminais referentes à carga no controlador de temperatura. Se o controlador estiver energizado e com o LED indicativo aceso, a tela do multímetro deve apresentar a tensão entre os dois pontos. Diagnosticando problemas de acionamento Ao realizar o teste acima, o multímetro deve apresentar valores próximos a 110V ou 220V, de acordo com a tensão da alimentação. Se seu teste resultou em valores como este significa que o controlador está funcionando corretamente. Verifique se a carga (resistência ou compressor, por exemplo), está apresentando mau funcionamento. Se ao realizar o teste acima o multímetro apresentar valor zero, é necessário realizar algumas verificações: Certifique-se de que a instalação elétrica está correta e de acordo com o manual do produto;Nos controladores cuja a saída a relé é alimentada por um jumper, verifique se o mesmo está bem conectado aos terminais;Verifique se o LED indicativo da saída a relé está aceso. Caso o LED esteja apagado, revise as configurações do controlador. Este post foi útil? Deixe seu comentário abaixo.

O que fazer para evitar a queima do inversor de frequência?

22/02/2019 - Dicas Ageon, Inversores de Frequência
Um inversor de frequência pode queimar por diversos motivos. Em muitos casos a queima é causada por natureza externa, ou seja, por fatores que não são relacionados a defeitos de fabricação do inversor. Nesses casos, é de extrema importância identificar o motivo da queima antes de adquirir um novo inversor. Neste post vamos falar sobre os defeitos no inversor de frequência causados por natureza externa e como evitá-los. Queima do inversor por defeitos de natureza externa Quando um inversor de frequência queima devido a problemas de natureza externa não basta substituí-lo. A simples substituição pode até resolver o problema por um tempo, mas a probabilidade de o inversor substituto queimar é bastante grande. Por esse motivo, é importante identificar a causa da queima do aparelho. Listamos abaixo alguns dos principais motivos para a queima do inversor e como evitá-los. Sobretensão na rede de alimentação Por mais que o inversor possua seu próprio sistema de proteção contra subtensões e sobretensões, uma sobretensão abrupta (pico de tensão em curto período de tempo) pode causar danos citados acima, ou mesmo a queima do inversor. É importante que os usuários de inversores monitorem constantemente a rede de alimentação durante o uso do aparelho com sua carga padrão, para que seja detectado uma não conformidade no nível de tensão. Caso o inversor aponte constantemente o erro de sobretensão no circuito intermediário (E02 nos inversores Ageon), verifique o comportamento da sua rede de alimentação. Curto-circuito entre fases ou terra do motor Outra possibilidade de não conformidade relacionada a queima desses elementos é a de curto-circuito entre fases do motor. Mesmo que, aparentemente, as conexões do motor ao inversor estejam corretas, deve-se monitorar as pontas do motor (na própria carcaça do motor) e verificar se há alguma anomalia. Um curto-circuito entre fases do motor, mesmo que por pouco tempo, pode causar a queima de um módulo de potência. Excesso de umidade e presença de água também podem ser os causadores desses curtos-circuitos entre fases. É extremamente importante garantir que a área de instalação do motor seja livre de umidade excessiva e que não haja presença de elementos que jorram/pingam água. A umidade pode prejudicar o motor tanto a curto prazo (presença de água no contato do motor) quanto a longo prazo (oxidação das partes metálicas, que futuramente irão apresentar falhas no funcionamento). Também deve-se garantir que o aterramento do sistema não tenha nenhum contato com uma fase, seja do motor ou da rede de alimentação. É extremamente necessário garantir a integridade física dos terminais do motor pois,  caso os danos nos inversores sejam causados pelo motor, o mesmo irá danificar todos os inversores que forem conectados a ele até que seja feita a troca do motor ou que suas conexões sejam reforçadas. Sobretemperatura Uma temperatura elevada pode causar dano aos módulos de potência. A faixa de temperatura de operação do inversor deve ser respeitada. Nos inversores de frequência Ageon essa faixa é de 0 a 50 °C. Caso o inversor indique sobretemperatura (erro E04 nos inversores Ageon), verifique se o ambiente onde o inversor está instalado apresenta uma temperatura acima do normal. Não é recomendado que o inversor permaneça em um ambiente excessivamente quente pois o funcionamento do inversor em si eleva sua temperatura interna de operação, principalmente se o mesmo possui um motor com uma carga próxima da máxima permitida. Um fator que influencia diretamente na temperatura de operação é a frequência de chaveamento dos IGBT. Nos inversores de frequência Ageon (com exceção do modelo IEX70) é possível ajustar a frequência de chaveamento no parâmetro P43. São disponíveis três valores para este parâmetro: 5 kHz, 10 kHz e 15 kHz. Quanto maior a frequência de chaveamento, menor será o ruído emitido pelo motor, porém, maior será a temperatura presente nos IGBTs. Portanto, ajuste a frequência de chaveamento conforme a sua necessidade. Inércia de carga elevada Quando o motor possui uma carga elevada, há um consumo excessivo de corrente na partida, o que pode prejudicar os módulos de potência. Para proteger os IGBT, garanta que o inversor esteja programado com uma rampa de aceleração proporcional à sua carga. Os inversores Ageon possuem sistemas de proteção de sobrecorrente (E05 para corrente em função do tempo e E09 para sobrecorrente por hardware). No entanto, um pico de corrente muito abrupto na partida poderá danificar permanentemente os módulos de potência. Recomenda-se então que, na homologação do sistema, sejam feitas medições de corrente com ferramentas apropriadas e verificados os valores máximos de corrente no manual. Programe rampas de maiores durações conforme a necessidade. Outros Defeitos Além dos cuidados acima, deve-se garantir que as conexões estejam corretas, tanto da parte de potência (entrada, saída do motor e relé) quanto das de baixa potência (entradas digitais e analógicas). Outra causa de problemas com o inversor de frequência é o curto-circuito nas fases da alimentação. Neste caso o defeito é fácil de ser identificado pois, na maioria das vezes, há a presença de carbonização (queima) nos terminais. Além disso, nessa situação a placa principal do inversor é danificada permanentemente, inviabilizando seu conserto. Caso você possua um inversor de frequência queimado, é importante identificar o motivo da queima antes de substituí-lo. Em muitos casos a queima do inversor está relacionada a um dos motivos citados acima. Ao substituir o dispositivo sem corrigir a causa raiz, é provável que o novo inversor seja danificado da mesma forma que o anterior . Deixe seu comentário sobre este post no formulário abaixo.

A importância e os cuidados relacionados à Compatibilidade Eletromagnética

30/01/2019 - Controladores de Temperatura, Dicas Ageon, Inversores de Frequência
O estudo sobre Compatibilidade Eletromagnética (EMC) aborda soluções para problemas relacionados a mau funcionamento de sistemas devido a ruídos. Neste post iremos fazer uma breve explicação sobre este tema e os cuidados que os montadores e instaladores que utilizam nossos produtos devem tomar para que todos os elementos sistema funcionem como deveriam, seja na parte de controladores de temperatura ou inversores de frequência. Primeiramente, para entendermos porquê devemos nos preocupar com campos magnéticos num sistema elétrico/eletrônico, precisamos entender de onde vem esse campo magnético. No final do século XIX o físico e químico Christian Orsted descobriu que um condutor elétrico (fio/cabo) gera campo magnético ao seu redor. Por sua vez, este campo magnético quando variado também gera corrente elétrica quando encontra outro condutor. Ou seja, qualquer elemento condutor de corrente está propenso a gerar e receber campo magnético no meio que está atuando. A imagem abaixo mostra este fenômeno físico: Um exemplo do cotidiano para entendermos o comportamento de campos magnéticos pelo ar é o princípio de funcionamento do rádio. O aparelho de rádio convencional basicamente capta o sinal do ar (que é um campo magnético) e converte em corrente elétrica audível. Este sinal, por sua vez, é um campo magnético gerado de uma grande fonte de energia proveniente da emissora. Nem todo sistema elétrico/eletrônico funciona com o intuito de receber ou enviar sinal pelo ar, mas mesmo assim irá gerar e receber campos magnéticos devido ao fenômeno físico citado anteriormente. É aí que surge a necessidade do estudo sobre problemas relacionados à compatibilidade eletromagnética. Caso não sejam prevenidos, os problema de EMC poderão afetar negativamente no funcionamento do sistema. A compatibilidade eletromagnética é um conceito associado a dois ou mais sistemas serem eletromagneticamente compatíveis ou não. Dentro desse conceito destacam-se duas análises: o quanto o sistema emite ruído e o quanto o sistema é susceptível à ruídos. Esses ruídos podem se propagar pela própria conexão elétrica (ruído conduzido) ou pelo ar (ruído irradiado). O ruído conduzido pode surgir de diversos fatores como chaveamentos em alta frequência, motores, elementos de alta potência, etc. O grau do ruído também pode variar pela quantidade de elementos que constituem o sistema. Há diversas análises e estudos que podem ser efetuados para resolver/prevenir problemas envolvendo compatibilidade eletromagnética, por exemplo montagem do motor, enrolamento de cabos e fios (como por exemplo par trançado), modos de aterramento, modos de roteamento de placas eletrônicas, blindagem, filtros e etc). Ou seja, há muitos cuidados a serem tomados para que o sistema não sofra problemas com interferências internas ou externas. Individualmente, os elementos das aplicações envolvendo produtos da Ageon, são fabricados/montados usando técnicas específicas para evitar problemas de EMC. Compatibilidade Eletromagnética em controladores de temperatura e inversores de frequência Se tratando de controladores de temperatura e inversores de frequência, há alguns cuidados que devem ser tomados na hora de instalar os produtos para que os ruídos da parte de potência do sistema (motor, resistência elétrica, rede elétrica e etc) não interfira no funcionamento dos elementos de comunicação e baixa potência (sensores/sondas, interface homem-máquina (IHM), ArcSys, cabos de rede e etc) e vice-versa. Ou seja, na hora da instalação e manuseio do produto, poderão haver problemas de EMC caso o sistema seja instalado sem alguns cuidados básicos específicos. Estes cuidados são os seguintes: Deve-se separar fisicamente os cabos de alta potência (motores, resistência elétrica, alimentação e etc) dos cabos/fios de comunicação (sensores, cabos de rede e cabos da IHM);Não deixar os elementos muito próximos um ao outro, por exemplo, respeitar uma certa distância entre o motor e o inversor e etc;Se tratando da precisão de temperatura, não é recomendado que o sensor fique próximo de alguma fonte de ruído como uma resistência elétrica, uma bomba d’água, motor, ventoinha e etc;Aterramento adequado e respeitando a norma NBR 5410. Os cuidados citados anteriormente sobre os fios e cabos valem para qualquer cenário de instalação, seja ele através de canaletas, fixados na parede/chão, pela tubulação e etc. E vale tanto para inversores de frequência quanto para controladores de temperatura. Entre os diversos problemas gerados por incompatibilidade eletromagnética, os que mais se destacam são: erros na leitura, imprecisão (controlador indicando uma temperatura consideravelmente errada), falha total na comunicação (por exemplo problema de comunicação entre IHM e inversor) e etc. Porém, problemas de EMC podem ocorrer de forma aleatória (sem padrão de comportamento) e muitas vezes não duram muito tempo. Quando há um descuido consideravelmente grande, poderá ocasionar uma falha que irá persistir até que o problema seja solucionado. Salientamos que os problemas de EMC existem, mas o seu grau depende de diversos fatores e, na maioria das vezes, não irão afetar no funcionamento do sistema. Os cuidados ao produto final instalado são poucos e se forem respeitados não irão causar nenhum problema. Caso você tenha alguma dúvida entre em contato com a Ageon, estamos sempre disponíveis para ajudar você a solucionar problemas relacionados a instalação do seu produto.

ArcSys Cloud é a nova forma de monitorar a temperatura online

24/10/2018 - Ageon, Controladores de Temperatura, Dicas Ageon
O monitoramento de temperatura já foi tema de diversos posts aqui no blog. Já citamos alguns motivos para monitorar a temperatura dos seus equipamentos pela internet, apresentamos em primeira mão as novidades, entre outros posts. Neste post vamos falar sobre outra novidade que chega para facilitar ainda mais o monitoramento de temperatura online: o ArcSys Cloud.   O que é o ArcSys Cloud? O ArcSys Cloud é uma plataforma online para monitorar a temperatura dos controladores Web da Ageon. Este serviço traz diversas vantagens em relação a outros sistemas de monitoramento, tanto na sua instalação quanto na utilização, por exemplo. Entre as vantagens destacam-se:   Informações seguras Como se trata de um serviço na nuvem, ou seja, pela internet, todos os dados são salvos em um servidor seguro. Dessa forma, não há risco de perda de informação por roubo, danos no equipamento ou outros.   Vários dispositivos em uma mesma tela Agora é possível visualizar as informações de diversos ArcSys em uma mesma tela. Isso significa que se você possui dois ou mais dispositivos instalados em locais diferentes, poderá monitorá-los ainda mais facilmente.   Alertas mais eficientes Com o ArcSys Cloud você pode configurar alarmes caso a temperatura dos controladores saiam de uma faixa programada. A novidade fica por conta dos alarmes em caso de falha na comunicação, que ocorrem quando há falta de energia elétrica ou de internet, por exemplo.   Como monitorar a temperatura com o ArcSys Cloud? O ArcSys Cloud faz parte do sistema de monitoramento ArcSys e pode ser utilizado com os controladores Web da Ageon. Dessa forma, os controladores são ligados ao dispositivo ArcSys. Estes dispositivos enviam as informações para o ArcSys Cloud através da internet,  conforme a imagem abaixo. O ArcSys Cloud está disponível em três planos distintos, incluindo um plano gratuito. Se você já possui um dispositivo ArcSys, acesse a página do ArcSys Cloud e crie uma conta gratuitamente para conhecer todos os benefícios deste recurso. *** O que achou deste post? Deixe o comentário abaixo.

Adicionando um botão de emergência em Inversor de Frequência

29/08/2018 - Dicas Ageon, Inversores de Frequência
Existem diversas situações, principalmente na indústria, onde é necessário um sistema de segurança para paradas de emergência. É o caso de esteiras transportadoras, por exemplo. O funcionamento destes equipamentos precisa ser interrompido caso haja algum problema. Por isso muitas vezes é necessário utilizar um botão de emergência ligado ao inversor de frequência. Neste post vamos falar sobre a junção destes dois dispositivos para elevar a segurança do seu equipamento. O que é um botão de emergência? O botão de emergência, ou botoeira de emergência, é um dispositivo de segurança utilizado em diversos tipos de máquinas. Sua finalidade é interromper o funcionamento da máquina imediatamente em caso de problemas para evitar acidentes ou corrigir falhas na produção. Esse recurso auxilia na adequação de máquinas à norma NR12, que regulamenta os itens obrigatórios de segurança para o trabalhador. Geralmente o botão de emergência possui cor vermelha e é fixado em locais de fácil visualização e acesso. Dessa forma, podem ser acionados com facilidade pelas pessoas próximas em situações de emergência. Por que ligar o botão de emergência ao Inversor de Frequência? O botão de emergência não precisa ser ligado obrigatoriamente ao inversor de frequência. Ele também pode ser incluído diretamente na entrada da máquina. No entanto, existem benefícios em utilizar o botão de emergência em conjunto com o inversor. Em primeiro lugar, quando o botão de emergência é ligado à alimentação da máquina, todo o equipamento é desativado em caso de problemas. Entretanto, quando o botão é ligado à entrada digital do inversor, apenas os dispositivos ligados ao inversor são desativados. No caso de uma esteira transportadora, por exemplo, os motores seriam desativados, porém a iluminação poderia permanecer ligada. Outro recurso possível no segundo caso é a criação de um sistema de alarme sonoro ou visual. Dessa forma, sempre que a parada de emergência for acionada uma luz de emergência ou um buzzer informam as pessoas próximas de que houve um problema. Como ligar o botão de emergência ao Inversor de Frequência? A ligação elétrica dos dois dispositivos pode ser feita de diversas formas diferentes. Na imagem abaixo demonstramos como realizar esta ligação de uma forma bastante simples nos inversores de frequência Ageon. Primeiramente é necessário configurar o parâmetro P72 para 1 e P74 para 0. Em seguida, realize a ligação de acordo com a imagem: Conforme a imagem acima, basta ligar o botão de emergência em série com o botão liga/desliga do inversor. Existem diversos tipos de botões de emergência no mercado. Para utilizar a forma de ligação citada anteriormente, é importante que seja um botão com retenção configurado para normalmente fechado (NF). Também é recomendado utilizar botões com retenção. *** O que você achou deste post? Deixe seu comentário abaixo.