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Configurando temperatura e umidade com o controlador K103 PID U

06/03/2019 - Chocadeiras, Como Configurar, Controladores de Temperatura, Dicas Ageon
O controle de temperatura e umidade é utilizado em diversas aplicações, desde chocadeiras até câmaras de maturação para charcutaria, por exemplo. Neste post vamos demonstrar passo a passo como ajustar a temperatura e a umidade com o controlador K103 PID U. K103 PID U - Controle de temperatura e umidade Depois que seu controlador estiver devidamente instalado, é hora de configurar os setpoints de temperatura e umidade. No passo a passo abaixo descrevemos como ajustar esses dois parâmetros: Com o controlador na tela principal, pressione a tecla CIMA uma vez. O visor irá exibir "ST1", ou seja, o setpoint de temperatura. Pressione a tecla SET e a mantenha pressionada. O visor irá exibir o setpoint de temperatura atual. Ainda com a tecla SET pressionada, utilize as teclas CIMA e BAIXO para alterar o setpoint de temperatura. Depois de alcançar o valor de temperatura desejada, solte todas as teclas. O visor irá exibir novamente "ST1". Pressione a tecla CIMA outra vez. O visor irá exibir "ST2", ou seja, o setpoint de umidade. Pressione a tecla SET e a mantenha pressionada. O visor irá exibir o setpoint de umidade atual. Ainda com a tecla SET pressionada, utilize as teclas CIMA e BAIXO para alterar o setpoint de umidade. Depois de alcançar o valor de umidade desejada, solte todas as teclas. Pronto! As configurações de temperatura e umidade foram realizadas. Depois de alguns segundos sem pressionar nenhuma tecla o controlador voltará a exibir a temperatura e a umidade medidas pelo sensor. Saiba mais sobre o controlador K103 PID U Os controladores de temperatura e umidade K103 PID U foram desenvolvido especialmente para trazer mais eficiência no controle de temperatura e umidade. Por isso esse modelo possui três saídas: uma para temperatura, uma para umidade e uma saída auxiliar. A saída de temperatura possui controle PID, ou seja, aciona uma resistência de forma proporcional à necessidade. Isso garante muito mais precisão e estabilidade no controle térmico. Porém, esta saída também pode ser utilizada para refrigeração. Dessa forma ela pode acionar um compressor, por exemplo, atuando como controlador on-off. A saída de umidade é uma saída a relé que pode ser ligada a um umidificador ou desumidificador, por exemplo. No caso de chocadeiras, é comum ser ligado a uma resistência submersa. Se você deseja saber como controlar a umidade dentro da chocadeira, este post pode ser útil. Já a saída auxiliar do controlador K103 PID U possui diversas funções. Embora geralmente seja utilizada para acionamento do motor de viragem dos ovos em chocadeiras, essa saída permite também a configuração de um segundo estágio de temperatura ou umidade. Deixe sua dúvida, sugestão ou opinião nos comentários abaixo. .schema-how-to-step-text{text-align:center} .schema-how-to-step-text img{max-width:200px !important;}

Testando a saída a relé de um controlador de temperatura

27/02/2019 - Como Configurar, Controladores de Temperatura, Dicas Ageon
Você instala um controlador de temperatura tomando todos os cuidados e seguindo as orientações do manual técnico, mas a carga não aciona. O que fazer? Neste post vamos dar dicas de como testar a saída a relé do controlador e resolver o seu problema. Itens necessários para o teste das saídas a relé Em primeiro lugar é importante ter em mãos um multímetro de qualidade. Essa ferramenta permitirá medir a tensão nas saídas do controlador e identificar a origem do problema. Como testar a saída a relé do controlador de temperatura? Para a realização do teste, estamos considerando que o controlador está instalado conforme seu respectivo manual técnico. Acesse esta página para ter acesso aos manuais técnicos dos controladores de temperatura Ageon. Desligue seu equipamento e remova a carga Antes de mais nada é necessário remover a ligação da carga no controlador. Para isso, desligue seu equipamento e remova as conexões da carga nos bornes correspondentes.É importante se atentar à forma que a saída a relé do controlador é alimentada. Alguns modelos possuem saídas com contato seco, ou seja, precisam de um jumper entre dois bornes para que o relé seja alimentado. Nesses casos remova apenas a ligação da carga, mantendo o jumper conforme o esquema presente no manual.Após a remoção da carga, energize o aparelho. Verifique o funcionamento dos LEDs Os controladores de temperatura Ageon possuem LEDs que indicam o funcionamento das saídas. Para realizar o teste da saída a relé é necessário que o LED correspondente esteja aceso.Se o LED indicativo da saída a relé estiver apagado é preciso forçar seu acionamento. Cada modelo de controlador de temperatura possui uma forma de acionamento forçado, seja através de uma tecla ou de um conjunto de teclas. Consulte o manual técnico do produto para ter acesso a esta informação. Ajuste o multímetro para medição de tensão Com o controlador energizado e o LED indicativo aceso é hora de utilizar o multímetro para verificar a tensão de saída (voltagem). Para isso, o multímetro deve ser ajustado para medição de tensão alternada.É importante informar que dependendo do modelo de multímetro o ajuste de tensão alternada pode possuir diversas nomenclaturas. Entre as mais comuns estão V, Ṽ, ACV, VAC e Voltage, por exemplo.Outra questão importante é a escala. Alguns multímetros possuem escalas de medição de tensão, que deve estar de acordo com o valor de tensão a ser medido. Em um multímetro com escalas de 0 a 200V ou 200V a 750V, por exemplo, a primeira escala deve ser utilizada para redes de 110V, enquanto a segunda escala deve ser utilizada para redes 220V. Conecte o multímetro nos terminais do controlador Com o multímetro devidamente ajustado, encoste as ponteiras nos terminais referentes à carga no controlador de temperatura. Se o controlador estiver energizado e com o LED indicativo aceso, a tela do multímetro deve apresentar a tensão entre os dois pontos. Diagnosticando problemas de acionamento Ao realizar o teste acima, o multímetro deve apresentar valores próximos a 110V ou 220V, de acordo com a tensão da alimentação. Se seu teste resultou em valores como este significa que o controlador está funcionando corretamente. Verifique se a carga (resistência ou compressor, por exemplo), está apresentando mau funcionamento. Se ao realizar o teste acima o multímetro apresentar valor zero, é necessário realizar algumas verificações: Certifique-se de que a instalação elétrica está correta e de acordo com o manual do produto;Nos controladores cuja a saída a relé é alimentada por um jumper, verifique se o mesmo está bem conectado aos terminais;Verifique se o LED indicativo da saída a relé está aceso. Caso o LED esteja apagado, revise as configurações do controlador. Este post foi útil? Deixe seu comentário abaixo.

O que fazer para evitar a queima do inversor de frequência?

22/02/2019 - Dicas Ageon, Inversores de Frequência
Um inversor de frequência pode queimar por diversos motivos. Em muitos casos a queima é causada por natureza externa, ou seja, por fatores que não são relacionados a defeitos de fabricação do inversor. Nesses casos, é de extrema importância identificar o motivo da queima antes de adquirir um novo inversor. Neste post vamos falar sobre os defeitos no inversor de frequência causados por natureza externa e como evitá-los. Queima do inversor por defeitos de natureza externa Quando um inversor de frequência queima devido a problemas de natureza externa não basta substituí-lo. A simples substituição pode até resolver o problema por um tempo, mas a probabilidade de o inversor substituto queimar é bastante grande. Por esse motivo, é importante identificar a causa da queima do aparelho. Listamos abaixo alguns dos principais motivos para a queima do inversor e como evitá-los. Sobretensão na rede de alimentação Por mais que o inversor possua seu próprio sistema de proteção contra subtensões e sobretensões, uma sobretensão abrupta (pico de tensão em curto período de tempo) pode causar danos citados acima, ou mesmo a queima do inversor. É importante que os usuários de inversores monitorem constantemente a rede de alimentação durante o uso do aparelho com sua carga padrão, para que seja detectado uma não conformidade no nível de tensão. Caso o inversor aponte constantemente o erro de sobretensão no circuito intermediário (E02 nos inversores Ageon), verifique o comportamento da sua rede de alimentação. Curto-circuito entre fases ou terra do motor Outra possibilidade de não conformidade relacionada a queima desses elementos é a de curto-circuito entre fases do motor. Mesmo que, aparentemente, as conexões do motor ao inversor estejam corretas, deve-se monitorar as pontas do motor (na própria carcaça do motor) e verificar se há alguma anomalia. Um curto-circuito entre fases do motor, mesmo que por pouco tempo, pode causar a queima de um módulo de potência. Excesso de umidade e presença de água também podem ser os causadores desses curtos-circuitos entre fases. É extremamente importante garantir que a área de instalação do motor seja livre de umidade excessiva e que não haja presença de elementos que jorram/pingam água. A umidade pode prejudicar o motor tanto a curto prazo (presença de água no contato do motor) quanto a longo prazo (oxidação das partes metálicas, que futuramente irão apresentar falhas no funcionamento). Também deve-se garantir que o aterramento do sistema não tenha nenhum contato com uma fase, seja do motor ou da rede de alimentação. É extremamente necessário garantir a integridade física dos terminais do motor pois,  caso os danos nos inversores sejam causados pelo motor, o mesmo irá danificar todos os inversores que forem conectados a ele até que seja feita a troca do motor ou que suas conexões sejam reforçadas. Sobretemperatura Uma temperatura elevada pode causar dano aos módulos de potência. A faixa de temperatura de operação do inversor deve ser respeitada. Nos inversores de frequência Ageon essa faixa é de 0 a 50 °C. Caso o inversor indique sobretemperatura (erro E04 nos inversores Ageon), verifique se o ambiente onde o inversor está instalado apresenta uma temperatura acima do normal. Não é recomendado que o inversor permaneça em um ambiente excessivamente quente pois o funcionamento do inversor em si eleva sua temperatura interna de operação, principalmente se o mesmo possui um motor com uma carga próxima da máxima permitida. Um fator que influencia diretamente na temperatura de operação é a frequência de chaveamento dos IGBT. Nos inversores de frequência Ageon (com exceção do modelo IEX70) é possível ajustar a frequência de chaveamento no parâmetro P43. São disponíveis três valores para este parâmetro: 5 kHz, 10 kHz e 15 kHz. Quanto maior a frequência de chaveamento, menor será o ruído emitido pelo motor, porém, maior será a temperatura presente nos IGBTs. Portanto, ajuste a frequência de chaveamento conforme a sua necessidade. Inércia de carga elevada Quando o motor possui uma carga elevada, há um consumo excessivo de corrente na partida, o que pode prejudicar os módulos de potência. Para proteger os IGBT, garanta que o inversor esteja programado com uma rampa de aceleração proporcional à sua carga. Os inversores Ageon possuem sistemas de proteção de sobrecorrente (E05 para corrente em função do tempo e E09 para sobrecorrente por hardware). No entanto, um pico de corrente muito abrupto na partida poderá danificar permanentemente os módulos de potência. Recomenda-se então que, na homologação do sistema, sejam feitas medições de corrente com ferramentas apropriadas e verificados os valores máximos de corrente no manual. Programe rampas de maiores durações conforme a necessidade. Outros Defeitos Além dos cuidados acima, deve-se garantir que as conexões estejam corretas, tanto da parte de potência (entrada, saída do motor e relé) quanto das de baixa potência (entradas digitais e analógicas). Outra causa de problemas com o inversor de frequência é o curto-circuito nas fases da alimentação. Neste caso o defeito é fácil de ser identificado pois, na maioria das vezes, há a presença de carbonização (queima) nos terminais. Além disso, nessa situação a placa principal do inversor é danificada permanentemente, inviabilizando seu conserto. Caso você possua um inversor de frequência queimado, é importante identificar o motivo da queima antes de substituí-lo. Em muitos casos a queima do inversor está relacionada a um dos motivos citados acima. Ao substituir o dispositivo sem corrigir a causa raiz, é provável que o novo inversor seja danificado da mesma forma que o anterior . Deixe seu comentário sobre este post no formulário abaixo.

A importância e os cuidados relacionados à Compatibilidade Eletromagnética

30/01/2019 - Controladores de Temperatura, Dicas Ageon, Inversores de Frequência
O estudo sobre Compatibilidade Eletromagnética (EMC) aborda soluções para problemas relacionados a mau funcionamento de sistemas devido a ruídos. Neste post iremos fazer uma breve explicação sobre este tema e os cuidados que os montadores e instaladores que utilizam nossos produtos devem tomar para que todos os elementos sistema funcionem como deveriam, seja na parte de controladores de temperatura ou inversores de frequência. Primeiramente, para entendermos porquê devemos nos preocupar com campos magnéticos num sistema elétrico/eletrônico, precisamos entender de onde vem esse campo magnético. No final do século XIX o físico e químico Christian Orsted descobriu que um condutor elétrico (fio/cabo) gera campo magnético ao seu redor. Por sua vez, este campo magnético quando variado também gera corrente elétrica quando encontra outro condutor. Ou seja, qualquer elemento condutor de corrente está propenso a gerar e receber campo magnético no meio que está atuando. A imagem abaixo mostra este fenômeno físico: Um exemplo do cotidiano para entendermos o comportamento de campos magnéticos pelo ar é o princípio de funcionamento do rádio. O aparelho de rádio convencional basicamente capta o sinal do ar (que é um campo magnético) e converte em corrente elétrica audível. Este sinal, por sua vez, é um campo magnético gerado de uma grande fonte de energia proveniente da emissora. Nem todo sistema elétrico/eletrônico funciona com o intuito de receber ou enviar sinal pelo ar, mas mesmo assim irá gerar e receber campos magnéticos devido ao fenômeno físico citado anteriormente. É aí que surge a necessidade do estudo sobre problemas relacionados à compatibilidade eletromagnética. Caso não sejam prevenidos, os problema de EMC poderão afetar negativamente no funcionamento do sistema. A compatibilidade eletromagnética é um conceito associado a dois ou mais sistemas serem eletromagneticamente compatíveis ou não. Dentro desse conceito destacam-se duas análises: o quanto o sistema emite ruído e o quanto o sistema é susceptível à ruídos. Esses ruídos podem se propagar pela própria conexão elétrica (ruído conduzido) ou pelo ar (ruído irradiado). O ruído conduzido pode surgir de diversos fatores como chaveamentos em alta frequência, motores, elementos de alta potência, etc. O grau do ruído também pode variar pela quantidade de elementos que constituem o sistema. Há diversas análises e estudos que podem ser efetuados para resolver/prevenir problemas envolvendo compatibilidade eletromagnética, por exemplo montagem do motor, enrolamento de cabos e fios (como por exemplo par trançado), modos de aterramento, modos de roteamento de placas eletrônicas, blindagem, filtros e etc). Ou seja, há muitos cuidados a serem tomados para que o sistema não sofra problemas com interferências internas ou externas. Individualmente, os elementos das aplicações envolvendo produtos da Ageon, são fabricados/montados usando técnicas específicas para evitar problemas de EMC. Compatibilidade Eletromagnética em controladores de temperatura e inversores de frequência Se tratando de controladores de temperatura e inversores de frequência, há alguns cuidados que devem ser tomados na hora de instalar os produtos para que os ruídos da parte de potência do sistema (motor, resistência elétrica, rede elétrica e etc) não interfira no funcionamento dos elementos de comunicação e baixa potência (sensores/sondas, interface homem-máquina (IHM), ArcSys, cabos de rede e etc) e vice-versa. Ou seja, na hora da instalação e manuseio do produto, poderão haver problemas de EMC caso o sistema seja instalado sem alguns cuidados básicos específicos. Estes cuidados são os seguintes: Deve-se separar fisicamente os cabos de alta potência (motores, resistência elétrica, alimentação e etc) dos cabos/fios de comunicação (sensores, cabos de rede e cabos da IHM);Não deixar os elementos muito próximos um ao outro, por exemplo, respeitar uma certa distância entre o motor e o inversor e etc;Se tratando da precisão de temperatura, não é recomendado que o sensor fique próximo de alguma fonte de ruído como uma resistência elétrica, uma bomba d’água, motor, ventoinha e etc;Aterramento adequado e respeitando a norma NBR 5410. Os cuidados citados anteriormente sobre os fios e cabos valem para qualquer cenário de instalação, seja ele através de canaletas, fixados na parede/chão, pela tubulação e etc. E vale tanto para inversores de frequência quanto para controladores de temperatura. Entre os diversos problemas gerados por incompatibilidade eletromagnética, os que mais se destacam são: erros na leitura, imprecisão (controlador indicando uma temperatura consideravelmente errada), falha total na comunicação (por exemplo problema de comunicação entre IHM e inversor) e etc. Porém, problemas de EMC podem ocorrer de forma aleatória (sem padrão de comportamento) e muitas vezes não duram muito tempo. Quando há um descuido consideravelmente grande, poderá ocasionar uma falha que irá persistir até que o problema seja solucionado. Salientamos que os problemas de EMC existem, mas o seu grau depende de diversos fatores e, na maioria das vezes, não irão afetar no funcionamento do sistema. Os cuidados ao produto final instalado são poucos e se forem respeitados não irão causar nenhum problema. Caso você tenha alguma dúvida entre em contato com a Ageon, estamos sempre disponíveis para ajudar você a solucionar problemas relacionados a instalação do seu produto.

ArcSys Cloud é a nova forma de monitorar a temperatura online

24/10/2018 - Ageon, Controladores de Temperatura, Dicas Ageon
O monitoramento de temperatura já foi tema de diversos posts aqui no blog. Já citamos alguns motivos para monitorar a temperatura dos seus equipamentos pela internet, apresentamos em primeira mão as novidades, entre outros posts. Neste post vamos falar sobre outra novidade que chega para facilitar ainda mais o monitoramento de temperatura online: o ArcSys Cloud.   O que é o ArcSys Cloud? O ArcSys Cloud é uma plataforma online para monitorar a temperatura dos controladores Web da Ageon. Este serviço traz diversas vantagens em relação a outros sistemas de monitoramento, tanto na sua instalação quanto na utilização, por exemplo. Entre as vantagens destacam-se:   Informações seguras Como se trata de um serviço na nuvem, ou seja, pela internet, todos os dados são salvos em um servidor seguro. Dessa forma, não há risco de perda de informação por roubo, danos no equipamento ou outros.   Vários dispositivos em uma mesma tela Agora é possível visualizar as informações de diversos ArcSys em uma mesma tela. Isso significa que se você possui dois ou mais dispositivos instalados em locais diferentes, poderá monitorá-los ainda mais facilmente.   Alertas mais eficientes Com o ArcSys Cloud você pode configurar alarmes caso a temperatura dos controladores saiam de uma faixa programada. A novidade fica por conta dos alarmes em caso de falha na comunicação, que ocorrem quando há falta de energia elétrica ou de internet, por exemplo.   Como monitorar a temperatura com o ArcSys Cloud? O ArcSys Cloud faz parte do sistema de monitoramento ArcSys e pode ser utilizado com os controladores Web da Ageon. Dessa forma, os controladores são ligados ao dispositivo ArcSys. Estes dispositivos enviam as informações para o ArcSys Cloud através da internet,  conforme a imagem abaixo. O ArcSys Cloud está disponível em três planos distintos, incluindo um plano gratuito. Se você já possui um dispositivo ArcSys, acesse a página do ArcSys Cloud e crie uma conta gratuitamente para conhecer todos os benefícios deste recurso. *** O que achou deste post? Deixe o comentário abaixo.

Adicionando um botão de emergência em Inversor de Frequência

29/08/2018 - Dicas Ageon, Inversores de Frequência
Existem diversas situações, principalmente na indústria, onde é necessário um sistema de segurança para paradas de emergência. É o caso de esteiras transportadoras, por exemplo. O funcionamento destes equipamentos precisa ser interrompido caso haja algum problema. Por isso muitas vezes é necessário utilizar um botão de emergência ligado ao inversor de frequência. Neste post vamos falar sobre a junção destes dois dispositivos para elevar a segurança do seu equipamento. O que é um botão de emergência? O botão de emergência, ou botoeira de emergência, é um dispositivo de segurança utilizado em diversos tipos de máquinas. Sua finalidade é interromper o funcionamento da máquina imediatamente em caso de problemas para evitar acidentes ou corrigir falhas na produção. Esse recurso auxilia na adequação de máquinas à norma NR12, que regulamenta os itens obrigatórios de segurança para o trabalhador. Geralmente o botão de emergência possui cor vermelha e é fixado em locais de fácil visualização e acesso. Dessa forma, podem ser acionados com facilidade pelas pessoas próximas em situações de emergência. Por que ligar o botão de emergência ao Inversor de Frequência? O botão de emergência não precisa ser ligado obrigatoriamente ao inversor de frequência. Ele também pode ser incluído diretamente na entrada da máquina. No entanto, existem benefícios em utilizar o botão de emergência em conjunto com o inversor. Em primeiro lugar, quando o botão de emergência é ligado à alimentação da máquina, todo o equipamento é desativado em caso de problemas. Entretanto, quando o botão é ligado à entrada digital do inversor, apenas os dispositivos ligados ao inversor são desativados. No caso de uma esteira transportadora, por exemplo, os motores seriam desativados, porém a iluminação poderia permanecer ligada. Outro recurso possível no segundo caso é a criação de um sistema de alarme sonoro ou visual. Dessa forma, sempre que a parada de emergência for acionada uma luz de emergência ou um buzzer informam as pessoas próximas de que houve um problema. Como ligar o botão de emergência ao Inversor de Frequência? A ligação elétrica dos dois dispositivos pode ser feita de diversas formas diferentes. Na imagem abaixo demonstramos como realizar esta ligação de uma forma bastante simples nos inversores de frequência Ageon. Primeiramente é necessário configurar o parâmetro P72 para 1 e P74 para 0. Em seguida, realize a ligação de acordo com a imagem: Conforme a imagem acima, basta ligar o botão de emergência em série com o botão liga/desliga do inversor. Existem diversos tipos de botões de emergência no mercado. Para utilizar a forma de ligação citada anteriormente, é importante que seja um botão com retenção configurado para normalmente fechado (NF). Também é recomendado utilizar botões com retenção. *** O que você achou deste post? Deixe seu comentário abaixo.

Instalação do inversor de frequência IRX Pro em Climatizadores

08/08/2018 - Climatizadores, Dicas Ageon, Inversores de Frequência
Climatizadores evaporativos utilizam inversores de frequência para controlar a velocidade do ventilador. Além disso, o inversor também pode realizar diversas outras funções, como falamos neste post. Hoje vamos dar dicas práticas de como instalar o inversor IRX Pro no climatizador de forma correta, evitando problemas decorrentes de superaquecimento ou umidade elevada. 1. Evitando superaquecimento e umidade elevada 2. Fixação do inversor IRX Pro em climatizadores 3. Posição do inversor no interior do climatizador 4. Ligação elétrica do inversor IRX Pro   1. Evitando superaquecimento e umidade elevada O inversor de frequência é um equipamento eletrônico e, portanto, possui condições recomendadas de temperatura e umidade para funcionar corretamente. Os inversores IRX Pro foram desenvolvidos para trabalhar em temperaturas de 0°C a 50°C e umidade relativa entre 5% e 90%. Condições diferentes das apresentadas acima podem interferir no funcionamento do inversor, podendo causar a queima do aparelho, por exemplo. Ao instalar o inversor de frequência IRX Pro em um climatizador, é importante levar em consideração estes fatores. A ventilação do próprio climatizador é responsável por dissipar o calor do inversor. Além disso, o módulo inversor da linha IRX Pro possui vedação que evita a entrada de umidade no interior do aparelho. Para garantir a proteção contra umidade, utilize os passa cabos que acompanham o produto.   2. Fixação do inversor IRX Pro em climatizadores Primeiramente vamos falar sobre a fixação do módulo inversor dentro do climatizador. De acordo com o manual do produto, o módulo inversor da linha IRX Pro deve ser instalado no interior do climatizador. Isso ocorre para que a ventilação do climatizador dissipe o calor emitido pelo inversor de frequência. Nas imagens abaixo demonstramos como fixar o aparelho no climatizador, tanto nas laterais quanto no assoalho do equipamento. É importante fixar o aparelho utilizando todos os quatro parafusos fornecidos junto ao inversor. Também é importante que o módulo inversor seja fixado sempre na posição vertical, conforme citado no manual do aparelho.   3. Posição do inversor no interior do climatizador A posição do inversor de frequência no interior do climatizador influencia em seu funcionamento. Isso ocorre porque dentro do climatizador existem áreas com diferentes graus de temperatura e umidade. Na imagem abaixo destacamos os locais ideais para a instalação do módulo inversor da linha IRX Pro. As áreas em verde são as áreas indicadas para a instalação do inversor, ou seja, as áreas com melhores condições de temperatura e umidade. Essas áreas se localizam na área superior frontal do climatizador, pois recebem menos umidade proveniente do painel evaporativo. Além desse cuidado, é essencial que o inversor seja instalado a pelo menos 10cm do motor ou outros componentes que geram/dissipam calor. Como motores elétricos aquecem durante o funcionamento, esta distância é necessária para que estes equipamentos não interfiram no funcionamento do inversor.   4. Ligação elétrica do inversor IRX Pro Após realizar a fixação do inversor, é a hora de fazer a ligação elétrica do aparelho. No vídeo abaixo é demonstrado como ligar o inversor IRX Pro à rede elétrica, e aos dispositivos acionados por ele, como o motor do ventilador e a bomba de circulação, por exemplo. A Ageon recomenda que todos os seus produtos sejam instalados por profissionais qualificados. Em caso de dúvidas entre em contato com nosso suporte técnico pelo telefone (48) 3028-8878. *** O que você achou deste post? Deixe seu comentário abaixo.

Checklist: cuidados com o sensor de temperatura em resfriadores de leite

25/07/2018 - Controladores de Temperatura, Dicas Ageon, Refrigeração
O controle de temperatura é essencial para o funcionamento dos tanques resfriadores de leite. Esses equipamentos costumam utilizar termostatos digitais que acionam o sistema de refrigeração e, em muitos casos, acionam também o agitador. No entanto, todo o processo de controle térmico se inicia por um ponto: o sensor de temperatura. Neste post vamos dar dicas para evitar problemas com o sensor de temperatura e manter o resfriador de leite funcionando conforme esperado.   O que ocorre quando o sensor de temperatura está danificado? Problemas no sensor de temperatura comprometem o funcionamento do resfriador por completo, pois o termostato deixa de medir a temperatura do leite. Em muitos casos, o termostato apresenta uma mensagem de erro quando uma falha no sensor é detectada. Nos controladores de temperatura Ageon para resfriadores de leite, por exemplo, o código "E1" é exibido no display caso o sensor apresente defeito. O aparelho então desativa a saída do compressor, interrompendo o processo de refrigeração. Entretanto, em alguns casos o termostato não consegue identificar o problema no sensor. Nesses casos o sensor passa a registrar a temperatura incorretamente, exibindo um valor diferente da temperatura real do leite. Isso pode resultar em má refrigeração ou em congelamento do leite. Problemas com o sensor de temperatura podem causar prejuízos e risco de perda de mercadoria por falta de controle térmico. Para evitar que isso ocorra, confira o checklist abaixo e aumente a vida útil do sensor.   Cuidados com o sensor de temperatura do resfriador de leite As dicas abaixo são fundamentais para garantir a durabilidade do sensor de temperatura utilizado em resfriadores de leite. Utilize este checklist para se certificar que o sensor será utilizado em condições ideais de funcionamento: Checklist: Sensor de temperatura do resfriador de leite Clique nos itens que estão de acordo com a sua instalação   O sensor é utilizado dentro das especificações de temperatura e umidade (conforme manual do produto) O sensor foi calibrado de acordo com um termômetro aferido A emenda do cabo do sensor foi realizada corretamente utilizando cabo pp 2x24 awg (recomendado o uso de tubo termo retrátil) O cabo do sensor não possui mais de 100 metros O cabo e a ponta do sensor não estão pressionados, amassados ou comprimidos O sensor está distante de objetos cortantes, pontiagudos ou perfurantes O sensor está distante de equipamentos que geram interferência, conforme as normas técnicas vigentes (como motores e contatores, por exemplo) O sensor está aplicado em um poço termométrico (recomendado) A aplicação do sensor está de acordo com 0% das recomendações .calcInput:checked + label{text-decoration: line-through;color: #999999; var inputs = document.getElementsByClassName("calcInput"); for(var i="0"; i 50){ bgcolor = "#fff89e"; }; document.getElementById("calcPar").style.backgroundColor = bgcolor; document.getElementById("calcResult").innerHTML = result+"%"; gtag('event', 'Interação Blog', {'event_category':'Checklist', 'event_label':'Post - Sensor Resfriador de Leite'}); };   Ao utilizar o sensor seguindo 100% das recomendações acima, a vida útil do aparelho será maior. Dessa forma evitam-se os problemas citados anteriormente, como a perda de mercadoria por falta de controle de temperatura. *** O que você achou deste post? O checklist foi útil? Deixe seu comentário abaixo.

A importância do sensor de nível para um climatizador evaporativo

04/07/2018 - Climatizadores, Dicas Ageon, Inversores de Frequência
A principal característica dos climatizadores evaporativos é elevar a umidade do ambiente. Isso ocorre quando o fluxo de ar passa através do painel evaporativo molhado. Ou seja, para que um climatizador evaporativo funcione efetivamente, a água é um fator essencial. Por isso os climatizadores possuem um reservatório de água, e é justamente neste ponto que um recurso muito importante mostra seu valor: o sensor de nível. Neste post você verá o que é um sensor de nível e qual a sua importância para os climatizadores evaporativos.   O que é um sensor de nível? Primeiramente é preciso esclarecer o que é um sensor de nível. Os sensores de nível são dispositivos utilizados basicamente para identificar a quantidade de um determinado líquido no interior de um reservatório ou tanque. Existem vários tipos de sensores de nível, no entanto os mais utilizados no ramo de climatizadores identificam o nível de água através da flutuação. Estes dispositivos possuem contatos magnéticos que ficam fechados quando o nível de água está normal, e fecham quando o nível de água está baixo (ou vice-versa).   A importância do sensor de nível para os climatizadores evaporativos Conforme citamos no início do post, a água é essencial para o funcionamento do climatizador evaporativo. Por isso esses equipamentos possuem um reservatório e uma bomba, que é responsável por levar água ao painel evaporativo. De acordo com a utilização do climatizador, o nível de água do reservatório irá diminuir devido ao processo de evaporação. A maioria dos climatizadores possui um sistema que completa o nível de água do reservatório utilizando um sistema de boias hidráulicas. No entanto existem casos em que esse tipo de sistema pode falhar, como quando há uma interrupção no fornecimento de água. Nesses casos o reservatório pode ficar vazio, prejudicando o funcionamento do climatizador. Quando o reservatório fica sem água, o climatizador perde sua principal função. Além disso, caso a bomba seja acionada sem que haja água, o equipamento pode sofrer diversas avarias, desde o superaquecimento até uma queima da bomba. Para evitar este tipo de problema os sensores de nível são a alternativa mais indicada. O dispositivo identifica quando o reservatório está sem água e, dessa forma, evita o acionamento seco da bomba, protegendo o equipamento.   Como instalar o sensor de nível no climatizador? O sensor de nível deve ser fixado na lateral do reservatório. A altura ideal do sensor de nível deve ser estudada caso a caso. Existem duas formas de instalar o sensor de nível: normalmente aberto ou normalmente fechado. Nas imagens abaixo é possível visualizar como é realizada a instalação em ambos os casos. O recomendado é que o sensor de nível seja ligado ao inversor de frequência. O inversor então desabilita a bomba quando o nível de água do reservatório está abaixo do especificado. Inversores como o IRX Pro, por exemplo, alertam o usuário sobre a falta de água, permitindo que alguma ação corretiva seja tomada. Também é possível ligar o sensor de nível em série com a bomba, embora não seja recomendado. Isso também evitará que a bomba seja acionada sem água, mas o usuário não será informado da falta d'água. Para realizar este tipo de ligação, é necessário entrar em contato com o fabricante do sensor de nível.   Ligando o sensor de nível ao inversor de frequência IRX Pro Os inversores de frequência IRX Pro da Ageon foram desenvolvidos especialmente para climatizadores evaporativos. Possuem diversas funções específicas para esta aplicação e controle remoto que permite controlar todas as funções do climatizador. Os inversores de frequência IRX Pro possuem uma entrada digital específica para o sensor de nível. O sensor deve ser instalado na posição normalmente fechado. Caso o sensor de nível seja ligado em série com a bomba, o parâmetro P85 deve ser ajustado para OFF. O parâmetro P85 é referente à histerese do sensor de nível, ou seja, o tempo em que a falta d'água deve ser identificada pelo sensor para ativar ou desativar a bomba. A configuração de alguns segundos neste parâmetro evita que a bomba seja acionada e desligada em uma frequência muito alta, como em caso de ondulações no reservatório, por exemplo. *** Você utiliza sensor de nível no climatizador evaporativo? Achou este artigo útil? Deixe seu comentário abaixo.

Quais as vantagens de ser um distribuidor dos produtos Ageon?

27/06/2018 - Ageon, Dicas Ageon
Você possui uma empresa que distribui produtos de automação? Revende produtos para controle de temperatura ou para acionamento de motores? Se você se preocupa em oferecer apenas produtos de qualidade aos seus clientes, este post é para você. Aqui você irá conhecer mais sobre a Ageon e também as principais vantagens de ser um distribuidor dos nosso produtos.   O que a Ageon oferece? A Ageon é uma empresa brasileira que fabrica soluções em controles eletrônicos. Entre os principais produtos oferecidos pela empresa, destacam-se os inversores de frequência e os controladores de temperatura. Os controladores de temperatura da Ageon são utilizados em diversos segmentos, como refrigeração comercial e industrial, aquecimento solar, chocadeiras, fabricação de cerveja artesanal e diversos outros. Já os inversores de frequência Ageon são utilizados em diversos tipos de máquinas. São inversores para motores de até 5CV, ideais para a automação de máquinas alimentícias, rotuladoras, esteiras ergométricas, entre outros equipamentos.   Quais as vantagens do produtos Ageon? Os produtos Ageon são desenvolvidos e fabricados com tecnologia nacional. A empresa preza pela praticidade e inovação em toda a sua linha, criando produtos de qualidade que atendem às necessidades do mercado. A preocupação com a qualidade pode ser identificada através da certificação ISO9001 e da garantia de 2 anos oferecida para todos os produtos.   Quais os benefícios de ser um distribuidor Ageon? A Ageon valoriza a parceria com revendedores e distribuidores. Veja abaixo alguns dos benefícios que a Ageon oferece aos seus distribuidores. Oferecer produtos de qualidade Em primeiro lugar o distribuidor Ageon oferece produtos de qualidade ao seus clientes. Como citamos acima, a preocupação com a qualidade é uma das principais características da Ageon. Política de indicação A Ageon possui uma política de indicação e de não-concorrência com seus distribuidores. Ou seja, as solicitações que não se enquadram em nossa política comercial (possuir CNPJ, pedido mínimo,  quantidade de peças, etc) são encaminhadas diretamente para os distribuidores da região. Dessa forma a empresa demonstra a valorização do seu distribuidor, indicando sua loja aos clientes finais. Canal aberto com o fabricante Um dos principais diferenciais da Ageon é o canal de comunicação aberto com o distribuidor. Isso significa que mesmo os distribuidores de outras regiões tem acesso facilitado à Ageon, seja para tirar dúvidas, solicitar informações, treinamentos ou materiais promocionais. O distribuidor Ageon possui acesso fácil e prioritário com os setores comercial, financeiro e suporte técnico da empresa. Suporte técnico de fábrica Como citado anteriormente, o distribuidor Ageon possui acesso fácil ao setor de suporte técnico da Ageon. Além disso, nossa equipe de suporte também está apta a instruir o cliente final sobre a instalação e utilização de nossos produtos. Dessa forma o distribuidor pode revender os produtos Ageon e ter a certeza que seu cliente não ficará desamparado caso possua dúvidas em relação ao produto. *** Que tal conhecer mais sobre a política de parceiros da Ageon? Entre em contato conosco e saiba mais.